Cancún - México/ 9:00M
Un día más...
Un día más...
Un día más...
Un día más...
Estou repetindo isso para mim mesma, pois vai que me ajuda, né?
Mas pelo o que eu acredito tudo ia ser normalmente, normal. E...
- JADE! JADE! JADE! - Ava, minha melhor amiga grita vindo correndo a minha direção e eu paro no meio do corredor. Expresso uma caranca feia em meu rosto para garota, logo depois olho em volta do corredor que estou, e vejo de relance uma freira Dora carrancuda como demonstrei para Ava antes, só que olha para nós duas.
Dora, além de freira... é a inspetora má que fica andando pelos os corredores pronta para colocar de castigo quem não obedecem as regras do orfanato. Acho que ela ama seu trabalho por conta disso, e odeia por outro lado pois tem que aturar esse bando de meninas!
- Com certeza algo muito urgente aconteceu, né minha amiga? - abraço o ombro da Ava forçando um riso e saindo o mais rápido dali sobre o olhar da freira sobrecenhos. - O que pensa que está fazendo? Quer ir para o castigo de novo? - aperto seu ombro com força e ela faz cara de dor.
- Aí! - resmuga com a voz fatigada depois da corrida até mim, os gritos e agora com a pressão que lhe estou fazendo. - A-A madre.. - a mesma tenta recuperar o fôlego. -Falar... com... você... - Ava tem dizer e respirar ao mesmo tempo e eu nego com a cabeça observando a garota.
Ai aí, Ava sendo Ava.. Sim, sei que o nome dela parece meio estranho, na verdade MUIIITO estranho!
Ninguém nunca entendeu o por que desse nome (?). Mas a Madre nos contou sua história melancólica... de como a menina veio parar no orfanato católico: - "Ah, minha querida! Quando você era apenas uma bebê assustada naquele cesto, tinha um colar em seu pescoço com um nome Ava, e blá-blá-blá... e assim o nome ficou.
Na hora eu pensei até que essa história fosse apenas uma mentira contada para só deixar ela, a minha melhor amiga, imaginar que pelo menos a pessoa que a deixou se importava de saberem seu nome. Mas a Madre não mente. E sendo assim, minha querida amiga está com o colar até hoje comprovando que esse fato é real.
Então... a Ava foi deixado em um cesto na porta do orfanato. Apenas mais uma criança, como todas as outras que estão aqui... tudo bem que algumas histórias foram completamente diferentes, tipo a minha. Mas isso vai ser para uma outra ocasião...
Por outro lado, eu e Ava se conhecemos à ano, desde que vim para cá com 10 anos.
A loira baixinha é dois anos mais velha que eu e esse ano ela vai fazer 18 anos e ir embora daqui, vai me abandonar essa falsa! Mentira hahaha! A garota disse que eu posso fugir junto com a mesma e claro que vou! A menina é doidinha como eu!
Mas a minha melhor amiga é uma pessoa marvilhosa e uma ótima comparsa, ainda mais quando ela me ajuda nos exercícios de matemática!
- Ah, deve ser algo bem importante... - murmuro abrindo a porta do armário enfiando os livros ali. Está quase na hora do recreio, apenas 40 minutos do mesmo. Que lástima! Ficamos presos por horas nesse lugar, uma vida tecnicamente. Eu por exemplo, estou aqui até hoje ao meus 16 anos...
- Por que isso não saiu tão animado? - a loira perguntou me olhando confusa.
- Por que deveria sair? - respondi com a mesma confusão. - Vai fazer eu perde o meu recreio! - reclamo pensando agora e ando para outra direção. A sala da Madre Superiora...
- A culpa não é minha hora! - a menina resmuga fazendo careta e depois muda de expressão. - Eu ouvir dizer... - Ava começa a falar e se aproxima mais perto de mim, já que do nada começou a aparecer freiras perto de nós. No caso no corredor, já que estamos em um orfanato católico e isso é bem normal... - Que tem responsáveis lá... - ela diz mais baixo ainda, mas dando uma ênfase nos "responsáveis" como se isso fosse importante. Eu apenas revirei os olhos com tédio e nem um pingo de admiração.
VOCÊ ESTÁ LENDO
Querido Dios
SpiritualJade García, uma adolescente de 16 anos. Um pouco complicada e um tanto rebelde, que não leva desaforos para casa. Acreditava em Deus, mas depois que perdeu sua mãe para uma doença com 10 anos, todo esse consentimento mudou e se tornou uma ateia. De...
