Capítulo 20 - Ciclo II

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Regina chupou Emma com força, descendo os lábios por toda extensão do pau de sua alpha, sentindo a ponta curvar e afundar em sua garganta. O dia já virara madrugada e elas mal tinham tido uma pausa. Não estavam famintas, nem desidratadas porque Emma conseguiu correr um momento na cozinha e juntou o que pode de frutas e alguns sanduíches, agarrando umas garrafas d'água também para supri-las nas últimas horas. As garrafas agora se empilhavam no chão do quarto ou na mesa de cabeceira, junto com os restos de comida.

​​No momento, elas estavam na posição meia-nove e, enquanto Regina tomava o pau de Emma na boca, a alpha se dedicava a sugar e lamber o clitóris e as dobras vermelhas da esposa, gemendo com o sabor raro e agridoce da ômega tomando o seu paladar.

​​A alpha estava por baixo, movendo os quadris para cima num movimento curto e suave, ajudando a ômega a manter a ponta do seu pau enterrada no fundo da garganta.

​​Com os dedos, Emma segurava a buceta de Regina bem aberta, recolhendo com a língua os sumos quentes do cio da esposa, chupando a ômega com a erótica habilidade adquirida nos tempos que Regina e ela ainda eram duas adolescentes descobrindo seus corpos de maneira recíproca, entendendo muito cedo o que fazer para dar prazer uma a outra.

​​Com um estalo úmido, a ômega soltou o pau da alpha, respirando pesadamente e apertando a base grossa entre suas mãos delicadas, à medida em que rebolava desajeitadamente no rosto de Emma, esfregando sua essência brilhante na cara da esposa para marcá-la como sua também.

​​O desejo de reivindicar Emma era novo para Regina. Ela não sabia que ômegas tinham esse instinto assim como os alphas, mas Regina estava certa que, até o fim do seu ciclo, ela afundaria os dentes numa parte bem visível do corpo de sua alpha.

​​Fios grossos de saliva ainda conectavam a boca de Regina ao pau de Emma, e ela voltou a se inclinar para capturar toda a circunferência da alpha em volta dos seus lábios famintos.

​​Quase no mesmo instante, a ponta de um dos polegares de Emma avançou para cima, deslizando para dentro do cu apertado da ômega, fazendo-a cravar as unhas curtas na pele lisa e pálida da alpha, enquanto soltava um gemido contra a ponta rotunda do cacete enterrado em sua garganta.

​​Emma sentiu a vibração daquele gemido nas extremidades de seu corpo e, instintivamente, plantou os pés no colchão, alçando os quadris e mergulhando mais profundamente na boca de Regina, disparando um fio de gozo no fundo da garganta da esposa.

​​Com indisfarçável satisfação, a ômega engoliu a grossa camada de porra que a alpha liberou em fluxos em sua garganta, sentindo-a tremer sob o seu corpo suado e pegajoso.

​​Arrastando a boca para cima, Regina tirou o pau de Emma para fora, lambendo os próprios lábios e observando como o volume ainda endurecido pendia na direção da barriga da alpha, vazando sêmen da ponta bulbosa.

​​Mesmo ainda tremendo pelo orgasmo, Emma não parou de chupar a buceta da ômega, tragando o calor molhado da esposa para dentro de si.

​​Mostrando um sorriso travesso no rosto, Regina apoiou as mãos espalmadas na altura do estômago de Emma e juntou mais as pernas ao redor da cabeça da outra, girando os quadris num movimento brusco, sentindo a língua de Emma deslizar entre suas paredes inchadas e vermelhas.

​​— Enfie o dedo todo no meu cu! — a ômega exigiu num tom depravado e enrouquecido, ainda sentindo os efeitos da largura de Emma nas paredes de sua garganta.

​​Sem perder tempo, Emma empurrou todo o dedão no buraco enrugado de Regina, puxando respirações profundas pelo nariz, enquanto sua língua seguia enterrada no interior da buceta da outra.

Vínculo [SwanQueen - Universo ABO]Histórias para pegar e não largar. Descubra agora