Regina chupou Emma com força, descendo os lábios por toda extensão do pau de sua alpha, sentindo a ponta curvar e afundar em sua garganta. O dia já virara madrugada e elas mal tinham tido uma pausa. Não estavam famintas, nem desidratadas porque Emma conseguiu correr um momento na cozinha e juntou o que pode de frutas e alguns sanduíches, agarrando umas garrafas d'água também para supri-las nas últimas horas. As garrafas agora se empilhavam no chão do quarto ou na mesa de cabeceira, junto com os restos de comida.
No momento, elas estavam na posição meia-nove e, enquanto Regina tomava o pau de Emma na boca, a alpha se dedicava a sugar e lamber o clitóris e as dobras vermelhas da esposa, gemendo com o sabor raro e agridoce da ômega tomando o seu paladar.
A alpha estava por baixo, movendo os quadris para cima num movimento curto e suave, ajudando a ômega a manter a ponta do seu pau enterrada no fundo da garganta.
Com os dedos, Emma segurava a buceta de Regina bem aberta, recolhendo com a língua os sumos quentes do cio da esposa, chupando a ômega com a erótica habilidade adquirida nos tempos que Regina e ela ainda eram duas adolescentes descobrindo seus corpos de maneira recíproca, entendendo muito cedo o que fazer para dar prazer uma a outra.
Com um estalo úmido, a ômega soltou o pau da alpha, respirando pesadamente e apertando a base grossa entre suas mãos delicadas, à medida em que rebolava desajeitadamente no rosto de Emma, esfregando sua essência brilhante na cara da esposa para marcá-la como sua também.
O desejo de reivindicar Emma era novo para Regina. Ela não sabia que ômegas tinham esse instinto assim como os alphas, mas Regina estava certa que, até o fim do seu ciclo, ela afundaria os dentes numa parte bem visível do corpo de sua alpha.
Fios grossos de saliva ainda conectavam a boca de Regina ao pau de Emma, e ela voltou a se inclinar para capturar toda a circunferência da alpha em volta dos seus lábios famintos.
Quase no mesmo instante, a ponta de um dos polegares de Emma avançou para cima, deslizando para dentro do cu apertado da ômega, fazendo-a cravar as unhas curtas na pele lisa e pálida da alpha, enquanto soltava um gemido contra a ponta rotunda do cacete enterrado em sua garganta.
Emma sentiu a vibração daquele gemido nas extremidades de seu corpo e, instintivamente, plantou os pés no colchão, alçando os quadris e mergulhando mais profundamente na boca de Regina, disparando um fio de gozo no fundo da garganta da esposa.
Com indisfarçável satisfação, a ômega engoliu a grossa camada de porra que a alpha liberou em fluxos em sua garganta, sentindo-a tremer sob o seu corpo suado e pegajoso.
Arrastando a boca para cima, Regina tirou o pau de Emma para fora, lambendo os próprios lábios e observando como o volume ainda endurecido pendia na direção da barriga da alpha, vazando sêmen da ponta bulbosa.
Mesmo ainda tremendo pelo orgasmo, Emma não parou de chupar a buceta da ômega, tragando o calor molhado da esposa para dentro de si.
Mostrando um sorriso travesso no rosto, Regina apoiou as mãos espalmadas na altura do estômago de Emma e juntou mais as pernas ao redor da cabeça da outra, girando os quadris num movimento brusco, sentindo a língua de Emma deslizar entre suas paredes inchadas e vermelhas.
— Enfie o dedo todo no meu cu! — a ômega exigiu num tom depravado e enrouquecido, ainda sentindo os efeitos da largura de Emma nas paredes de sua garganta.
Sem perder tempo, Emma empurrou todo o dedão no buraco enrugado de Regina, puxando respirações profundas pelo nariz, enquanto sua língua seguia enterrada no interior da buceta da outra.
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Vínculo [SwanQueen - Universo ABO]
Random[TERMINADA] Regina Mills está separada de Emma Swan há mais de nove anos, porém elas mantém um vínculo praticamente inquebrável. Mas essa ligação é ameaçada quando o misterioso Arthur Pendragon chega a cidade. ⚠️NÃO AUTORIZO ADAPTAÇÕES/TRADUÇÕES DAS...
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