Cap 11 🥀

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                     " Veja quem nos somos, nós somos os sonhadores, nos faremos acontecer porque nós acreditamos veja quem nos somos, nós somos os sonhadores

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" Veja quem nos somos, nós somos os sonhadores, nos faremos acontecer porque nós acreditamos veja quem nos somos, nós somos os sonhadores. "

dreamers – Jungkook BTS

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Por ser dois anos mais velha que os demais representantes, Yoo Jung adaptou-se facilmente com as responsabilidades que aquele cargo exigia. Sempre foi muito bem educada por seu pai, sempre rodeada de luxo frequentando lugares da mais alta classe social.

Suas roupas e jóias eram de luxo, todavia, mesmo que fosse julgada como mimada, a alfa sempre se demonstrou humilde. 

A princípio, quando assumiu o cargo teve medo de não ser capaz de lidar com tantas responsabilidades, contudo, desempenhava muito bem o seu papel. Nos dias atuais as melhorias no clã eram notórias, ninguém podia duvidar da competência dela.

Fazia questão de ela mesmo resolver os problemas do clã, visitava hospitais, orfanatos, se encarregava de abrigar os ômegas refugiados em Astra, sempre com muita gentileza e carisma.

Não teve problemas em adentrar a parte carente do clã, seu motorista havia sido dispensado para que não corresse risco de causar alardes ao estar ali. 

Seu destino era o endereço passado por Yoongi, precisou perguntar a algumas pessoas onde exatamente se encontrava a beta idosa, não demorando a estar de pé diante a varanda de fachada que, mesmo precária, parecia muito bem cuidada.

Desferiu suaves batidas na madeira envelhecida da porta, esperando pacientemente ser atendida.

Uma senhora apareceu em seu campo de visão, seu corpo coberto pela bata usada pelas freiras e o rosto enrugado denunciava a idade avançada.

— Com licença, eu procuro por Goo heri.
 

— Sou eu mesma, querida. — A mais velha fez menção em curva-se diante dela, porém, Jung a impediu, tocando-a no ombro.

— Não há necessidade de tanta formalidade, senhora Heri. — Sorriu para ela, recebendo um aceno em concordância. — Sinto muito incomodá-la em seu descanso, mas gostaria de fazer algumas perguntas.

— É claro, entre. — Deu passagem de imediato. — Peço desculpas pela simplicidade do meu lar. — Pediu envergonhada.

— Não se envergonhe, para mim sua casa é muito aconchegante. 

A senhora indicou a ela um sofá no centro da sala pequena, sentando em uma poltrona antiga mais ao canto.

— A senhorita aceita um chá? — Ofereceu, se inclinando para servir o líquido fumegante. 

— Agradeço. — Aceitou a bebida, bebericando em goles pequenos. — Sinto que a senhora deve estar confusa com minha presença aqui.

— Não me leve a mal, eu não costumo receber muitas visitas. — Seus lábios curvaram-se em um sorriso. — Mas me diga, no que eu poderia ser útil?

Em busca de proteção Histórias para pegar e não largar. Descubra agora