🔞🔞DARK ROMANCE🔞🔞 A SENHORA 🔞🔞
Noah Clifford, futuro líder da Máfia Sloggers, tinha tudo sob controle e um futuro formidável a sua frente, até que sua ambição o levou a cometer um erro fatal: machucar a mulher que amava, Eva Poirot. Agora, ele...
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No dia seguinte a minha conversa com Edson, amado de Amélia, eu fiquei pensando por horas a fio em uma forma de dar a ela uma opção de fuga. Magda estava certa, eu realmente não queria o mal de Amélia, e os sentimentos que eu tive quando vi Edson pessoalmente me fizeram ter total certeza de que eu precisaria fazer isso.
Fui até a cede para trabalhar e fiquei praticamente o dia inteiro avaliando todas as opções, eu precisava de uma forma discreta, algo que ele jamais desconfiaria, e que ela pudesse ter a postos a qualquer momento a fim de pedir ajuda. Foi uma tarefa difícil encontrar algo que fosse de fato me deixar em paz quanto a ela, mas por fim eu consegui uma solução, e com a ajuda da equipe de tecnologia eu por fim consegui o objeto perfeito.
Em uma caixinha de presente a ser entregue a Amélia por Magda eu consegui compactar e oferecer uma rota de fuga, uma que eu esperava de todo o meu coração não precisar ser usada. Mais tranquila com essa questão resolvida voltei para a minha sala e peguei um papel, precisava escrever uma carta de fuga convincente, ela precisaria deixar uma carta de despedida explicando a razão da fuga, mas essa carta só chegaria as vésperas do casamento, de preferência a noite.
Ele não poderia ter outra opção a não ser aceitar o casamento comigo. Eu precisava garantir que ele não teria como fugir, então as minhas ações teriam que ser meticulosamente planejadas. Já era noite e por fim eu tinha elaborado tudo que aconteceria e como aconteceria. Já tinha datas, locais, homens e horários destinados a essa missão. Sorri satisfeita comigo mesma.
— Hora de planejar o seu casamento Eva! — Falei com um sorriso quase doentio em minha face, era o meu momento agora. Eu ia conseguir. Controlei-me para manter a postura na cede, não deixaria meus homens me verem empolgada como uma garotinha. Eu não podia me dar esse luxo, homens não respeitam as emoções, uma mulher que expressa suas emoções sendo sua líder direta causa burburinhos, e eu não tinha paciência para lidar com eles.
Pouco depois que eu assumi ainda me deixava levar por algumas emoções, e era visível como alguns faziam piadinhas a meu respeito. Gastei uma semana inteira ouvindo áudios e vendo gravações misóginas, onde diversos deles riam da minha 'fragilidade', além de ter que ouvi-los dizer que bastaria um deles se levantar para me comer e colocar uma coleira em meu pescoço que assumiria o meu lugar.
Foi uma lição dolorosa, para ser respeitada ali, eu precisaria ser pior que eles. Eu precisava ser temida. E eu fui! Na semana seguinte a essas descobertas eu chamei esses vinte e oito homens até a cede. Eu via em seus olhos o desafio, eu via o deboche e a forma que eles me menosprezavam. Eu decidi que acabaria com o mal pela raiz, não daria a eles uma oportunidade de rebelião.
Eles não me temiam, então eu precisava ser mais esperta que eles. Os chamei para uma sala de reunião da cede, mas eu já tinha preparado tudo. No momento que os homens se sentaram em seus lugares eu disparei um sonífero poderoso no local, era apenas o que eu precisava. Quando eles acordaram estavam cada um em local separado. Eu gastei dois meses para mata-los. Todos os dias eu ia visitar os vinte e oito homens, e todos os dias eu tirava um pedaço deles, os desumanizava, até que por fim não restasse mais nada.