🔞🔞DARK ROMANCE🔞🔞 A SENHORA 🔞🔞
Noah Clifford, futuro líder da Máfia Sloggers, tinha tudo sob controle e um futuro formidável a sua frente, até que sua ambição o levou a cometer um erro fatal: machucar a mulher que amava, Eva Poirot. Agora, ele...
Olá, as coisas agora podem começar a ficar um pouco mais duras, algumas cenas e atitudes de Eva podem começar a ficar um pouco mais cruéis, e vocês vão conhecer um lado mais sinistro dela. Daqui para frente poderemos ter cenas mais violentas e um pouco mais explicitas de abuso físico, sexual e psicológico. É isso, espero que gostem, e vamos nessa!
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Levanto em um salto, me sentindo ainda muito tonto, é difícil me manter de pé, sinto que não tenho controle do meu próprio corpo, tombo de joelhos no chão e sinto o impacto dos meus ossos na superfície rígida. Respiro fundo e abro a boca para falar, mas ao mesmo tempo ainda sinto a minha língua enrolar demais. Tento avaliar com cuidado o local onde estou, e noto que ainda estou na sala, mas nenhum dos meus familiares está ali.
Uma angustia sem medida se apodera do meu peito, ela não teria coragem pra isso. Ela não pode ser tão cruel assim. Tento me concentrar nesses pensamentos para não enlouquecer.
Faço uma força sem precedentes para me erguer, saio andando cambaleando em frente, ainda não sei exatamente para onde, mas tento me manter firme e seguir. Chego à escada que leva aos quartos e sinto que devo ir por esse caminho. Apoiado firmemente no corrimão começo a subir as escadas me arrastando sobre elas, e depois do que pareceram horas chego ao nosso quarto, ou melhor, ao quarto dela.
Giro a maçaneta e entro. A vejo. Sentada como uma rainha em sua poltrona, com as pernas cruzadas, como se aguardasse por esse momento.
— O que v-ocê fez? — balbucio de forma meio desconexa, não sei o que ela fez, ou como fez, ou o que usou para isso, mas ainda não passou o efeito, e sinto que ainda vai demorar para passar.
— Deite-se! Quando melhorar, conversamos! — Ela não se move, se eu não ouvisse sua voz, diria que ela é apenas uma estátua de gelo. Caminho até ela e sento na ponta da cama, fazendo com que fiquemos de frente.
— O-nde eles es-tão? — reprimo todo o desespero que me consome ao pensar que nenhum deles estava ali, e algo muito sério pode ter acontecido, se o ódio dela está tão inflamado, ela não teria nada a perder destruindo minha família, mantando meus pais, meus irmãos. Sinto meu lábio tremer de desespero. Pânico. Ela percebe isso enquanto me observa calma e placidamente.
— Deite-se e durma — Eva se ergue da poltrona e vem até mim, me empurrando, fazendo com que eu me deite na cama, mesmo contra a minha vontade. Ainda não sinto minhas forças, me sinto como um boneco de ventríloquo, perfeitamente manipulável pelas suas mãos.
Eva sobe em cima de mim apoiando as pernas uma de cada lado da minha cintura e coloca as mãos nos meus ombros, seus lábios ficam a milímetros dos meus — quando melhorar, conversamos — repete a ordem, me deixando ainda mais nervoso, tento empurrá-la, mas meu corpo não responde aos meus comandos com eficiência, e isso me deixa ainda mais angustiado. Eva empurra minhas mãos com facilidade, e isso desperta além da angustia, raiva, muita raiva por não ter previsto que ela faria algo assim.