Quando você é ameaçada de morte sua vida fica mais complicada impossível, principalmente quando ela já não era normal. Layla era uma espécie sobrenatural, uma em que não se era vista a muito tempo, um cão do inferno, tão raros e mágicos. Seus podere...
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FUGIR DESDE QUE SE ENTENDE POR GENTE É UMA COISA REALMENTE DIFÍCIL, Layla estava cansada de ficar correndo de todos os lugares, de se sentir em casa pra depois ter que abandonar tudo outra vez, se acostumar com uma vida para deixá-la para trás novamente.
Mas agora, talvez pudesse ser diferente, talvez ela conseguisse viver sem ter que ficar de preocupando com a sua localização, e talvez pudesse realmente construir uma vida saudável, com amigos e com sua família, talvez ela quisesse demais mas isso era tudo que passava em sua cabeça no momento enquanto observava o cara que se dizia seu tio fazer o café da manhã.
Ele realmente não parecia ter jeito pra tal coisa, mas saber que ele estava pelo menos tentando se esforçar deixou a garota de certa forma bem animada, como se finalmente pudesse ter alguém, mas então ela se lembrou de seus pais, eles queriam ela longe dele por algum motivo, ela quero descobrir porque, mas não podia desobedecer eles, por mais que já tivesse feito isso.
Mas de qualquer forma, agora morava no mesmo teto que ele, não poderia evitar contato por muito mais tempo, mesmo que tentasse o afastar, anda sim ele continuaria ali, dia após dia sem poder descansar, e ela não sabia como se sentia sobre isso e nem sabia se queria realmente saber sobre isso.
—No que tanto pensa?— o homem de vira para ela com a frigideira na mão colocando um ovo mexido em cima do prato.
—Nos meus pais— ela fala olhando pra comida sem emoções deixando o policial a encarando.
—Sinto muito por eles, deve ter sido bastante difícil sem eles com você,— ele realmente parecia se sentir mal por ela, mas não aparentava estar triste, mesmo que era sua irmã quem tinha vindo a falecer.
—Foi difícil mas não foi nada com oque eu não podia lidar— ela sorri sem mostrar os dentes e desvia o olhar.
—Ok, an.. eu acho melhor você comer logo, ainda tem escola— a garota arregala os olhos olhando rapidamente pra ele.
—Escola? Como assim escola? Quando eu concordei com isso?— ela pergunta negando com a cabeça.
—Eu acho que você não estudava, então você precisa colocar todo o tempo perdido em dia— ele fala e da um sorriso sem graça.
—Mas e se eu não me adaptar?— ela pergunta focando toda a sua atenção nele.
—Você vai gostar de lá, e se não estiver se sentindo bem, procure Scott Mccal, ele vai te ajudar com qualquer coisa— o cara diz e se senta em frente a garota para comer.
—Eu não sei se concordo com isso— ela desvia o olhar pra comida tentando pensar um pouco.
—Vamos fazer assim então, você vai hoje e vê oque acha, aí quando chegar em casa você me conta e se até o final do dia ainda não concordar em ir pra escola eu te tiro imediatamente— ela o olha ficando intrigada com a ideia dele.