Capítulo 26

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"Existe coisas pelas quais devemos abrir mão, para não sofrer.Precisamos ter noção que nada é permanente, tudo passa, só precisamos aceitar e seguir."

– Desconhecido

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250 a.C

Os sons de seus passos ecoavam pelo castelo, suas passadas soavam firmes, traziam confiança apesar de ela mesma não ter essa tal confiança em si mesma. 

Enfim parada de frente a porta, sua mãos tremiam, mas ela tentou manter o pulso firme, era inútil pensar que ele não estivesse lá porque ela sabia que estava, ela sentia o cheiro dele, atrás daquela grandiosa porta de madeira estava Aro Volturi sozinho, hesitando mais uma vez ela enfim bateu a porta abrindo-a somente após ouvir a permissão que ele deu.

— Pediu que me chamasse, meu tio?

Aro tirou os olhos do livro e olhou para a jovem Helena, sorriu logo em seguida, colocando o livro sobre a mesa.

— Aproxime-se. — Assim ela fez, não sentou porquê ele não ordenou e naquela situação ela não queria de jeito algum ir contra ele. — Sabe o porquê de estar aqui? Não sabe? — Ela concordou — Então, pode me dizer onde estava com a cabeça quando me desobedeceu?

— Ele é inocente. — Ele a encarou, com um olhar que fez estremecer — Não havia motivos meu tio, eu vi o russo é inocente ele só…

— E desde de quando você dita alguma coisa nesse castelo? — Ela se calou— Entenda uma coisa minha amada sobrinha, uma vez que usa essa capa e carrega esse colar, sua única função é obedecer seus mestres,isso me inclui.

— Ainda que eu não concorde?

Ele a encarou, um sorriso horripilante surgiu no seu rosto.

— Minha cara, há uma lei pela qual o mundo é regido, se não puder contra os mais fortes unasse a eles, ou caía, então andes dentro dos conformes e terá sucesso, saia da linha  e você terá um grave problema.

— Eu não temo por mim…

— Mas deveria temer pelos os seus, afinal seria injusto se Melissa e Maximus pagassem pelos seus erros…

Ela gostaria de dizer que ele não tentaria, mas aquele  olhar era um olhar decidido, tenebroso e astuto com algo maligno ,poucas coisas lhe assustavam e aquele olhar era uma delas.

— O que quer que eu faça?

Ele sorriu.

— Mate o Russo, hoje quando todos os outros retornarem e jamais, jamais me questione novamente, entendido?

— Entendido.

Com um aceno da cabeça dele, ela saiu da sala. Ainda com um arrepio causado por aquele olhar, olhar esse que ela poderia não saber naquele momento, mas a assombraria por muito anos, e que felizmente ou  infelizmente ela aprenderia a reconhecer.

I Am A VolturiOnde histórias criam vida. Descubra agora