Meu Acompanhante

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Gente, eu tenho que ser rapida! To em um posto pegando internet dele. Sim eu to na estrada indo para uma viagem para ver o eclipce. Vejam o ecplice! Vou ficar sem net hoje o dia todo. mas n queria deixar vcs sem cap. Os comentarios eu sei que ainda n respondi, prometo respoonder a todos!!

Agradeço vcs por terem paciencia comigo. Amo a todos!


Sangue puro: Os mais proximos da linhagem original
Sangue azul: Alfa ou omega dominantes.

Como ja falei Aziraphale n tem uma matilha como Crowley. Mas algo mais próximo de matilha que ele tem é a Bellz que ele conhece desde criança. A matilha geralmente tem uma ligação com os seus. Não é nada comparado a ligação de um alfa com seu marido ômega, mas ainda assim é uma ligação.
Aziraphale ama sua irmã Muriel, mas como ele falou no segundo cap "Me sinto culpado por não entende-la bem, já que ela é uma ômega" Então não, ele não considera ela sua matilha, mesmo que a ame muito.


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Uma carruagem estava levando os príncipes até o banquete. Dentro daquele lugar escuro e fechado, dava para ouvir suspiros abafados vindo da boca de Aziraphale.
Crowley insistiu em sentar no seu colo, mas de um jeito atrevido sentou de frente para seu marido, seus joelhos entravam entre os bancos cercando Aziraphale. O alfa tímido só podia segurar a sua cintura de seu marido para ele não cair.
Eles estavam muito perto um do outro, perto demais.

Crowley esfregava sua língua na de Aziraphale como se não se importasse com mais nada, suas mãos estavam em volta do seu pescoço e suas unhas afiadas e negras insistiam em brincar com as madeixas brancas.

- hn

Crowley se afasta e sorri vendo os olhos fracos de Aziraphale e sua respiração ofegante.
- Que-Querido. Essas coisas... fazer em público são...hn- Ele não podia mais falar nada quando Crowley voltou a beijá-lo.

A esse ponto os feromônios de Crowley estavam nas roupas e no Aziraphale como se marcasse seu território. Seu cheiro doce dentro de uma carruagem fechada deixava Aziraphale zonzo.

- {Não vai soltar nada, docinho? Nem um pouco?} - Crowley estava frustrado por seu tímido marido, não lhe marcar com seu adorável cheiro.

- E-eu apenas... Não quero entregar seu agradável cheiro com o meu.

- Por que você é um bastardo adorável? - Crowley o abraça forte ainda sentado no seu colo. Aziraphale resolveu apenas abraçá-lo pela cintura e deixar seu rosto se afundar no seu ombro, o cheiro de Crowley o agradava.

Aquele abraço durou muito pouco tempo, logo a carruagem parou fazendo Crowley estalar a língua.

Seu cheiro começou a diminuir, mas ele não saiu do colo de Aziraphale.


Crowley se irritou quando um cavaleiro real alfa abriu a porta sem a permissão dos seus mestres.

Crowley deu um sorriso sínico e Aziraphale apenas olhou o fruto da irritação de seu adorável marido com indiferença.

- Parecemos prontos para você? - Crowley perguntou sorrindo enquanto abraçava Aziraphale ainda sentado no seu colo.

O cavalheiro cora mais do que o normal. Mesmo que já tivesse um treinamento, os feromônios de um sangue puro eram demais para ele. Ele fechou a porta com força.




- Querido. - Aziraphale sorria tranquilo acariciando suas costas. - Vamos, prometo que seremos rápidos.
- hn.

Crowley estala a língua xingando em sua língua nativa enquanto saia do colo de Aziraphale.
Seu marido apenas ria envergonhado.


Aziraphale desceu primeiro e ofereceu a mão para Crowley que pegou.

Eles vão para o salão um ao lado do outro.


Todos que estavam perto da entrada olham os noivos entrando. Eles suspiram quando um cheiro maravilhoso de ervas e brasas voava no ar.

Era como um anjo e um demônio.

Príncipe Crowley abraçava o braço de vossa alteza príncipe Aziraphale como se fossem casados a anos. O olhar indiferente e a aura em sua volta mostravam como o sangue podia ser poderoso. Estavam afinal diante de um puro sangue e de um sangue azul.

عزيزتي، هل نذهب للمشروبات؟ - O príncipe estrangeiro ruivo fala com uma voz que parecia sedutora.

- أذهب أينما كنت. - Alteza Aziraphale, o discreto príncipe que poucos sabiam a respeito respondeu tranquilo.

Eles continuam andando sem se importar com os olhares à sua volta. Alguns alfas até deixaram seus feromônios mais fortes para tentar competir com a presença calma de Aziraphale, mas nada parecia importar para Crowley que continuava abraçado a Aziraphale sem olhar ao redor.


- { Só mostrar o rosto e depois podemos ir.} - Crowley falava tentando ter paciência.
Seu lindo marido apenas ria ao seu lado.
- Veja, eu acho que encontrei boas bebidas. - Aziraphale acena para um servo que mostra uma bandeja de prata com algumas taças de Cristal. - Aqui está.

Ele pega e entrega ao Crowley.

- { Experimente esse, querido.}
- { Hn, nada mal, na verdade...} - Crowley gostou. Aziraphale sorriu vendo seu marido beber um gole longo de vinho.
- {Escute, querido.} - Seu lindo marido sussurra perto do seu ouvido fazendo muitos repararem na intimidade deles. - {Está vendo que os servos têm braceletes?}

Crowley olha ao redor e vê que todos os servos tinham algum tipo de lenço agarrado à manga.

Toda a roupa era padronizada exceto pelos panos que eram de cores diferentes.

- {Estou vendo.}
- {Os verdes são os de Jade, quando pedir algo, nenhum vai questionar sua ordem, mas lembre de que só os verdes são nosso povo.}
Aziraphale falava em segredo, ele sabia que seu lindo marido estava preocupado com ele.
- {E os outros?}
- Hm.... - Aziraphale olha junto aceitando a taça que seu marido lhe deu e tomando um gole. - {Os vermelhos são sempre do príncipe herdeiro, ou seja Gabriel.... em seguida tem o segundo candidato ao trono, esse é o azul o Miguel.}
- {Miguel, como poderia esquecer de seu "rosto imperial"?} - Eles riem em uma piada interna.
- {Logo em seguida são os verdes.... Uriel é o amarelo e o rosa é Muriel.}
- {Rosa... Por acaso sua mansão era aquela que passamos onde tinha várias rosas no jardim?}
- {Oh, você percebeu? Sua mansão é a mais próxima do castelo principal. Muriel é muito agradável, podemos visitá-la um dia, assim podemos admirar suas rosas.}


Eles estavam presos no seu mundo, falando coisas que só os dois entenderam até Miguel aparecer na sua frente, ele usava um terno elegante todo azul.

- Vejo que aceitou meu convite, irmão.
O cheiro de outro alfa desagradou Crowley, ele cheirava como ferro em brasa.
Bem que Aziraphale o avisou que seus irmãos eram territorialistas, seu cheiro impregnou o ambiente.
- {Docinho, quem é esse alfa asqueroso?}
- {Rosto imperial} - Aziraphale fala tranquilamente fazendo Crowley colocar a mão na boca enquanto sorria com um sorriso cruel. seu bom humor voltou com poucas palavras.
- {Oh, coitado, sinto até pena agora.}

- Em inglês, Aziraphale - Miguel foi rígido.

- Oh, perdão Miguel. - Aziraphale deu um sorriso de confidente para Crowley. - Querido, acredito que já tenha falado de Miguel?
- Oh, sim. - A voz cínica e educada de Crowley saia do seu sorriso veneno. Ele deu uma pequena reverência teatral. - É uma honra conhecer o segundo herdeiro.
- Por favor, príncipe Crowley espero que desfrute do banquete. - Miguel fala com um leve comprimento e sai sem prolongar a conversa.


-{Da para ver porque levou um fora} - Ele já estava com tédio.
- {Bem, simpatia nunca foi o forte de Miguel.}



- {Seu filho ingrato} - Uma voz feminina na língua nativa de Crowley foi ouvida.

Os dois olharam juntos e viram que a família de Crowley estava se aproximando.

- {Mãe, irmãos}

Em poucos segundos a matilha real de sangues puros cercaram o casal. Aziraphale sorriu vendo que todos tinham o mesmo olho amarelo de Crowley, exceto por sua mãe que tinha lindos olhos castanhos.

- É um prazer Príncipe Aziraphale. - Sua mãe falava em um perfeito inglês. - Finalmente posso falar com você, o dia do casamento foi tão caótico.
- O prazer é meu. - Aziraphale se curvou colocando a mão no peito mostrando respeito absoluto a sua sogra e também a rainha de outro reino. - {A fama da família real precede. É uma honra. Espero que tudo esteja de seus agrados.}

Os irmãos ficaram olhando para Aziraphale que apenas sorria calmo.

Good Omens - OmegaverseHistórias para pegar e não largar. Descubra agora