Gente, eu estou preocupada... Minha fic ta indo para vcs? Ou vcs só cansaram de mim? Talves os comentarios não estejam carregando??
;-;
Por favor voltem para mim....
Tive 0 comentarios para mim na ultima postagem?
Eu to mesmo tristinha...
Gente se é pq tinha muita coisa escrita, me falem que eu nunca mais faço cap desses tamanhos
mds
Eu to até mal de n ter comentarios HAUSHAUSHAUSHUAS
AAAAAAAAH
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Esse lindo desenho foi feita pela doce Hey_Soldier
Obrigada pelo carinhoooo
Sangue Azul é os Dominantes
Sangue puro é os Descendentes
Todos os irmãos de Crowley são descentes assim com o seu pai. Ou seja, Sangue puro.
Sua mãe, sua madrasta e seu padrasto não são sangue puros afinal eles n tem o mesmo sangue do rei (seria estranho)
Sua mãe é uma linda ômega de cabelos ruivos
Sua madrasta é uma alfa sangue azul, ou seja, ela é dominante. (Como Aziraphale) Sua pele é palida, seus cabelos são lisos e dourados.
Seu padrasto é um ômega sangue azul, ou seja, dominante. (isso é raro mas acontece) Ele tem pele negra, olhos brilhantes verdes e tranças longas.
O pai de Crowley é um homem forte com longos cabelos negros bem parecido com o Crowley, seus olhos, claro, são amarelos afiados.
No mundo de omegaverse é muito raro ter filhos ômegas, por isso sempre quando vem é uma boa noticia.
(Por isso Aziraphale só tem uma irmã de ômega, mas é claro que suas duas mães sendo alfas não ajudou muito)
( e tbm por isso só os ricos (a elite) tem servos ômegas)
Se falarmos de percentagem...
30% De nascer alfa
7% de Nascer Ômega
2% de Ser um dominante. (lembrando que só filhos de dominantes podem ter outros dominantes(sangue azul) assim como só filhos de sangue puro podem ter sangue puro)
Os sangue puros estão quase instintos, mas o rei conseguiu ter 9 filhos sangue puro dos 11 que tem. Dois são betas, então não são sangue puro. nenhum nasceu dominante apenas o príncipe herdeiro.
Estou falando isso pq terá um momento da fic que eles vão para Arábia....
Quando eles tiverem na Arábia todos estão falando em Árabe... então n vai ter {}
Vai ter () caso alguém fale em INGLES.
vamos aproveitar o ultimo cap~~
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Quando Lilith veio a esse mundo todos da mansão amaram muito ela e os empregados de Jade a mimaram como podiam.
Ela era um bebe calado e adorável.
Aos seus 2 anos de idade, depois que subiu no colo de uma empregada que estava brincando com ela como sempre, Emma sorriu fazendo todos os servos que estavam com ela ficarem paralisados.
Depois daquele dia correu um boato que se Emma sorrisse para você sua sorte seria infinita.
- Sorrir para a tia! Sorri para eu conseguir fazer a Nina gostar de mim. - A Maggie cantarolou o seu desejo como se a bebe em seu colo fosse Deus. Mas Lilith apenas a olhava. - Jov-Jovem Mestre. - Ela começou a chorar. - Você não tem pena de mi-
- Pare de ser exagerada. - Crowley pega a Lilith empurrando Maggie que choramingava.
Emma fazia mais o tipo observadora, era como se ela entendesse o que estava acontecendo.
Como uma criança esperta descobriu que se ela sorrisse ganhava doces, então ela passou a sorrir mais, não porque se interessava pelo que as pessoas falavam, afinal ela não sabia falar ainda, mas sim pelo doce. Seu lugar favorito naquela época era a cozinha.
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Ela era um bebe tão tranquilo e adorável que todos juravam que ela seria parecida em personalidade com Aziraphale.
Afinal ela sempre foi muito apegada a ele. Ela sempre agarrava o seu pai indo de um lado para outro.
O que era incomum, já que a maioria das crianças preferiam o cheiro dos ômegas, mas a verdade é que o cheiro de Crowley era mais presente do que o cheiro de Aziraphale e a Emma parecia gostar da ausência de cheiros.
O mordomo não se importou com esse comportamento, afinal seu pai era igual quando criança....
Muito parecida com o seu pai quando mais novo, era o que todos pensavam.
Mas. Aos 4 anos.
- Tiu. - Ela agarra o braço de Gabriel enquanto estava no colo de Aziraphale.
Seus olhares penetrantes olhavam para os brilhantes olhos violetas dele no meio de uma cerimônia formal. Em vez de ficar intimidada com a presença de um alfa dominante, ela ficou na verdade incomodada.
- Você fede. - Ela fala sem se importar. O príncipe herdeiro olha para a pequena criatura pasmo.
- O que essa fedelha disse...?
Crowley e Bellz inclinaram o rosto para ver. Aziraphale abraçou ela com mais força colocando uma mão na cabeça dela enquanto corria para longe.
- Desculpe, irmão. - Ele fala fugindo enquanto Crowley corre atrás rindo.
A família do príncipe herdeiro que continuou no mesmo lugar olhou os dois príncipes fugindo com sua princesa enquanto riam de uma forma nada discreta.
- Você escutou aquela peste? - Gabriel olha para a esposa que estava rindo.
A herdeira mais velha de Gabriel, Isabelle, que também era uma alfa dominante com pele escura e olhos violetas, ficou olhando. Ela tinha 12 anos.
- Pai, você fede? - Ela pergunta confusa.
- Acho que ele não tomou banho. - O segundo mais velho que era apenas um alfa fala.
- Banho! - O mais novo fala animado.
A mãe atrás deles não parava de tremer de tanto rir.
Ela tinha que lembrar de dar um doce para sua sobrinha quando a encontrar novamente.
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Sua forte personalidade estava ficando cada dia mais inquestionável.
Seus pais ficaram se perguntando quem aquela pequena peste deveria ter puxado já que nenhum dos dois era tão indomável assim.
Aos 5 anos, os dois foram visitar a imperatriz que ficou conversando tranquilamente com eles da mesma forma formal de sempre.
Emma saiu do colo do pai Crowley e foi até sua avó subindo em sua grande saia.
A imperatriz apenas ficou conversando sem se importar.
Os dois ficaram nervosos quando finalmente sua filha subiu no colo e a primeira coisa que fez foi segurar o busto da imperatriz bem onde ficava seus seios.
A imperatriz parou de falar e olhou para a neta que tinha o cabelo similar ao seu.
- Não dói? - A pequena criança estava perguntando do corpete que era sempre apertado na imperatriz que já estava na faixa dos 50 anos.
- Dói um pouco. - A imperatriz responde sem se importar. Por ser uma sangue puro, os feromônios da imperatriz não pareciam surtir efeito em Lilith.
- Então por que usa?
- Porque é o que convém a uma imperatriz. - A imperatriz fala calma. - Eu tenho um padrão de roupa um pouco difícil de usar, como pode ver.
- Essa coisa velha? - A neta Emma chamou as vestes da soberana mais rica da Europa de velha.
- Lilith - Crowley a chamou fazendo ela olhar, mas ele realmente não sabia o que falar, já que também achava o mesmo.
Alguém chama a imperatriz e ela apenas se levanta segurando Emma no colo.
Ela vai andando.
- Mãe, a Emma. - Aziraphale fala se levantando.
- Quando mostrar o palácio para a pequena, posso devolvê-la em segurança.
Ela fala sem se importar, deixando os dois pais atordoados na sala.
- O que isso significa? É para esperar? - Crowley perguntou olhando para o seu marido.
- Acho que não, talvez a minha mãe queira passar um dia com a Emma? - Eles ficam se olhando e depois dão um sorriso de alívio por terem um dia de descanso.
- O que devemos fazer? Dormir o dia todo? Fazer uma festa? - Crowley fala aliviado.
- Deus, marido... - Aziraphale deveria repreendê-lo ou falar algo o motivando como "amamos nossa filha". Mas ele apenas suspirou enquanto falava. - Dormir, Deus, por favor.
//
Depois daquele dia a Lilith recebia visitas frequentes da sua prima mais velha.
- Lili! - A Linda garota de agora 13 anos chamava sua prima na porta da biblioteca onde encontra ela com seus tios. Ela não se importou de entrar na mansão Jade sem ser anunciada. - A vovó está nos chamando para brincar.
Ela entra orgulhosa na biblioteca e pega a Emma do colo do pai Aziraphale.
- Isa. - Lilith deixa a sua prima a pegar no colo.
- Isa...Espere minha querida, eu também vou. - Aziraphale fala tirando o óculos de leitura.
- Não é necessário. - Isa ergue a mão, pedindo para o seu tio parar. A Isa que tinha muito do seu pai com a atitude da sua mãe. Seu sorriso confiante era inabalado. Seus olhos violetas brilhantes tentavam desafiar os olhos preocupados de Aziraphale. - Eu serei a companhia da minha prima essa manhã, meu tio.
- Entendo. - Aziraphale viu a Isa orgulhosa marchando para fora com a pequena Emma em seus braços.
Isa e Emma eram os únicos netos que pareciam não ter medo da imperatriz, então elas a visitavam com frequência.
Um servo com faixa roxa no braço estava logo atrás das duas princesas. Ele se curva e vai embora junto com elas.
- Faixa roxa? - Crowley se encostando no marido no sofá. - Eu não lembro de ter visto servos com faixa roxa em nenhuma cerimônia.
- hn? Oh...Sim, a Isa tem sua mansão agora... Na verdade, desde os 10 anos. - Ele suspira colocando o óculos de volta enquanto segurava um livro. - Eles ainda não apareceram em nenhum banquete porque Isa ainda não se tornou debutante.
Isa era a herdeira do príncipe herdeiro, mesmo sendo jovem ela já tem muita personalidade e responsabilidades.
- Está tudo bem deixá-la ir assim? - Crowley olhando o marido lendo ao seu lado.
- Eu acho que talvez minha mãe se sente solitária já que está sempre sozinha naquela mansão. - Ele fala calmo virando a página sem se importar com seu marido colocando todo o seu peso no seu ombro.
//
Aos 7 anos Emma começou a pegar um gosto diferente para as roupas, ela odiava vestidos então apenas usava calças. O que não era incomum, muitas mulheres alfas preferem calças afinal.
Ela sempre ia para a casa da imperatriz junto com a prima.
A imperatriz decidiu pegar os exemplos de suas netas e decidiu vestir calças também, o que ficava extremamente elegante nela.
Seus pais não sabiam, mas as brincadeiras e passatempo da imperatriz com suas netas eram um tanto violentas.
Elas começavam o dia aprendendo a cavalgar pelo bosque. Seguido de um tira-ao-alvo. As três estavam tão acostumadas com suas atividades que eram perfeitas em tudo.
- Vovo. - Isa fala segurando a perna na avó que estava concentrada mirando sua flecha no alvo. - Depois daqui, podemos caçar?
- Oh querida...Caçar? - Ela solta a flecha e acerta o alvo. - Bem. - Ela pensa e olha para a sua neta. - Esse ano será seu debutante, estou certa?...Tem um bosque apropriado para caçar com crianças. - Ela olha para as netas que pareciam empolgadas e da um dos seus raros sorrisos. - O que acham minhas queridas? Deveríamos?
O Gabriel não entendeu quando chegou no palácio principal no final da tarde e encontrou sua mãe com mais de 50 anos, sua filha de 15 e sua sobrinha de 7 jogando cartas, o anormal naquela cena era que havia vários pequenos animais mortos sobre a grande mesa de madeira que elas estavam jogando.
- Aposto dois coelhos. - Emma fala indiferente enquanto pegava outra carta. O servo com nojo pegou dois coelhos que estavam no chão ao lado de Emma e colocou na mesa.
- Mas o que está acontecendo aqui? - Ele fala confuso.
- Pai. - Isa fala fazendo a imperatriz e Emma olharem para ele, o rosto das duas era muito parecido na indiferença. - Eu estou garantido o nosso jantar! - A única que sempre sorria, mesmo que com arrogância era Isa. Ela alarga o sorriso estalando o dedo para o servo colocar um gavião e dobrar a aposta da prima. - Será um verdadeiro banquete.
Emma Lilith voltou para casa naquela noite segurando 5 pequenos animais mortos.
- Emma... Posso entender o que está acontecendo? - Aziraphale fala depois de o mordomo o chamar.
- Eu tinha bem mais, mas perdi algumas partidas... - Ela fala honestamente.
- Do que {} ela está falando? - Crowley pergunta para o mordomo.
O mordomo sente uma dor de cabeça sentindo que as rugas que acreditava que não teria vieram em dobro.
//
Ela gostava de correr pelo jardim da mansão e às vezes quando estava muito entediada ia para a floresta atrás dele.
Os servos ficaram loucos procurando por ela.
Crowley estava tomando um chá com o seu marido na varanda do seu quarto enquanto via seus servos procurando a pequena pestinha que era a sua filha.
- Deveríamos ajudar? - Aziraphale fala nem um pouco a fim de se levantar.
- Não, eles se viram bem. - Crowley fala sem nenhuma culpa enquanto tomava o chá. - Eu odeio esse chá.
- Não tome então. - Aziraphale pegou sua xícara e tomou o chá para acompanhar o seu marido.
- Eu tenho que tomar se não quiser mais ter filhos.
- Não seja dramático, acho que seria ótimo se Emma tivesse um irmão ou irmã... Quem sabe mais de um... - Aziraphale fala sonhador.
- Sinta você a dor do parto então... E acredito que Lilith é capaz de preencher o espaço de 5 crianças apenas por si só.
Crowley odiava sentir dor, então ele certamente não passaria por aquilo de novo se pudesse evitar.
Depois que ele passou a tomar uma erva que servia de anticoncepcional o seu marido decidiu acompanhá-lo mesmo não precisando.
Isso porque Aziraphale tinha medo da erva ser ruim para o corpo de Crowley depois de um tempo, mesmo que Crowley diga que não.
Eles escutam um servo lá embaixo gritando.
"Achei"
E todos vão ver, fazendo Lilith correr mais.
- Eu não entendo como ela pode ser tão energética. - Crowley se abaixa mais na poltrona quase como se quisesse deitar. - Eu estou cansado só de ver.
- Eu nunca fui assim, mesmo quando criança. - Aziraphale pega o bolo do seu lado. - Achava mais interessante ficar no conforto do meu sofá lendo um bom livro e você, meu querido? Devo culpar a sua genética por nossa Emma ter tanta energia?
Crowley lembra como ele era um peste na sua infância.
Ele fugia do castelo e andava com pessoas erradas.
- Eu tive meus momentos... - Ele fala colocando os óculos escuros.
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Quando o verão chegou na Inglaterra... Crowley, Aziraphale e Lilith, decidiram fazer uma viagem à Ásia onde iriam ao reino Saudita.
- (Então a última vez que fui para a cidade natal do meu pai foi aos meus 3 anos? E antes disso na barriga do meu pai?) - Emma pergunta enquanto seu pai Aziraphale lia um livro. Eles estavam dentro de um barco da família real já fazia 3 dias. Mas nada impedia Aziraphale em sua hora sagrada do chá. Ele dobra as pernas enquanto sentava em uma cadeira confortável ao lado de alguns petiscos e uma xícara de chá de qualidade.
- Querida, vamos treinar o seu Arabê - Ele pede calma falando em Arabê.
- Certo, eu não lembro de ir para o reino natal do meu pai, mas eu já fui duas vezes?
- Uhum...bom, uma foi na barriga do seu pai, mas.... - Ele fala olhando para sua filha olhando a passagem que era o grande oceano. Hoje o mar estava calmo, o que fez eles saírem de suas acomodações e pegar um ar fresco no convés. - Eu gostaria que fossemos todos os verões para lá....Mas...
- Hm? - Ela já tinha 8 anos, o que fez seus pais não visitarem Arabia todo esse tempo? - É porque a viagem é muito longa?
- Não... Na verdade é um pouco mais complicado do que isso. - Ele suspira olhando para o lado. Como era de manhã, seu marido ainda estava dormindo... Aziraphale acredita que a Emma entenderá melhor em breve. - Bom... Você vai ver.
Depois de 4 dias na carruagem e 5 dias no navio eles estavam a poucas horas do seu destino.
No momento que seu pai Crowley saiu da embarcação e colocou seus pés em terra firme ele estava pronto para a guerra.
- Voltei para o inferno. - Ele fala em sua língua natal enquanto usava um óculos escuros, véu protegendo seu rosto e uma túnica leve e elegante com detalhes em ouro que o cobria dos pés a cabeça.
Na verdade, Aziraphale parecia mais o nativo do lugar, mesmo com suas características britânicas. Ele agradeceu ao condutor lhe dando algumas moedas de ouro como gorjeta.
Ele usava um quimono da arabia bem utilizado pelos nobres das cidades do deserto e um manto no ombro.
- Vem querida. - Aziraphale segura a mão da Emma enquanto Crowley colocava um óculos escuro nela. - Temos mais duas horas antes de chegar...
- Duas horas. Duas malditas horas - Crowley fala indo para a grande carruagem que foi preparada para eles. - Do duas {} horas do cais até a capital. Até o rio Aqueronte é mais fresco e agradável.
- Tenho certeza que visitar sua família será mais interessante do que conhecer Caronte, meu querido. - Aziraphale fala colocando a Emma na carruagem.
Com os três sentados na carruagem Emma logo entendeu o que seu pai Aziraphale disse a dias atrás.
O seu pai Crowley, que já tinha um péssimo humor, parecia que odiava tudo.
- Porque tudo tem que ter areia? - Ele fala irritado olhando a paisagem. - Porque esse ar está tão quente? É verão na Inglaterra então aqui não devia estar mais fresco, certo? Eu sabia que teria que trazer o leque... - Ele rosna para o marido que estava do seu lado como se ele tivesse culpa. - Por que temos que visitar minha família? Eu tenho mesmo que enfrentar tudo isso apenas para olhar a cara feia dos meus irmãos? Eles que venham para a inglaterra se quiserem me ver.
- Querido... é importante nossa filha conhecer seu reino.... Além disso, sua mãe me mataria se não fossemos mais um ano... - Aziraphale fala com paciência enquanto coloca a mão na perna de seu marido. - Vamos melhorar um pouco esse humor, sim?
Aziraphale suspira sentindo o mal humor do seu marido tanto no seu olhar quanto na ligação deles. Ele rezava para que sua paciência fosse passada para ele da mesma forma.
Crowley bate na mão do marido.
- Não toque em mim, está quente.
- Vamos, não está tão quente assim. - Aziraphale acaricia a mão.
- Uma {} que não está.
- Pai. O que é {}? - Emma repetiu. Ela sabia muito bem Arabê, mas às vezes seu pai falava muitas coisas que ela não conseguia entender.
- Oh, céus. - Aziraphale fica desconfortável mexendo nas mãos enquanto olhava para os lados. - V-e...Veja, minha querida. - Crowley sorriu pela primeira vez olhando para o seu marido tentando se explicar.
Quando estava perto da capital, eles já conseguiam ver a margem de um grande rio que ficava ao lado da enorme capital.
Um grande portal parecido com uma muralha foi aberto assim que a carruagem real apareceu.
Emma ficou fascinada como tudo parecia colorido e as pessoas andavam sem preocupação.
Na Inglaterra todos se importavam com aparências e eram arrogantes.
Naquele reino que era novidade para ela, os sorrisos das pessoas mostravam simpatia com o outro. Todos eram bem vestidos com vestidos e túnicas em seda e cada detalhe da cidade parecia ter algo feito com ouro.
- Pai, olha aquilo. - Ela fala olhando pela janela um camelo com uma bela mulher de cabelos longos negros montada usando uma calça aberta na lateral e um top elegante com pregas douradas. Sua pele era bronzeada como a do seu pai.
- Pai, por que você não usa aquilo? - Emma olha vendo as vestes do seu pai que o cobria dos pés à cabeça.
- Porque estávamos em uma área com areia. - Aziraphale respondeu. - Seu pai adoraria usar menos roupa possível, mas eu o obriguei a se proteger.
Crowley sorrir lembrando que estava usando um quimono amarrado na cintura que era aberto no seu peitoral até a barriga, mas Aziraphale ficou muito envergonhado vendo as lindas marcas que deixou no corpo do seu marido serem exibidas.
- Amanhã ou mais tarde uso algo que não é ridículo. - Crowley fala sorrindo.
- Eu também posso?
- Pensei que não gostasse de vestidos, minha pequena. - Aziraphale fala olhando para ela usando calças leves e roupas do mesmo tecido para não se queimar.
- Mudei de ideia. - Emma percebeu que apenas odiava as roupas feias da Inglaterra. - Deveríamos comprar algumas para minha vovó.
- Pf. - Crowley olha para o lado para não rir.
Quando chegaram ao portal real. Emma ficou surpresa por o portão ser feito de ouro.
O castelo era enorme e o ar parecia mais fresco do que antes.
- Que cheiro bom...
- É o cheiro de incenso. - Crowley fala olhando para a filha que parecia mais interessada do que o normal. - Já que meus irmãos fedem, minhas mães colocam essas essências pela casa toda para disfarçar.
- Não ligue para ele. - Aziraphale fala olhando para o castelo.
Quando a carruagem parou tinha alguns irmãos esperando por eles na porta, assim como a mãe de Crowley que era uma alta mulher ruiva ômega e sua madrasta que tinha longos cabelos amarelos e pele mais pálida do que os outros que era uma ômega sangue azul como Aziraphale.
- Bem vindos! Oh! Minha neta! - A mãe de Crowley suspira de felicidade vendo sua neta tão linda como sempre. - Pensei que teria que fazer uma guerra acontecer para te encontrar.
- Tinha esquecido que meu cunhado tinha um cheiro tão bom. - Um dos filhos sussurra atrás da mãe.
- Ela é sangue azul também? Eu ainda não sinto nenhum cheiro vindo dela...
- Ela já tem 8 anos, certo? Já devia ter algum cheiro saindo dela...- De um tempo para ela. - Um dos filhos fala. - Ela deve ser tímida como o nosso cunhado.
- Terá certamente muitos pretendentes.
- Uma doce albina? Veja aqueles cachos.
- Oh que linda, nem parece filha do meu irmão, como esperado da genética do meu cunhado.
- Meu cunhado está lindo hoje também.
Quando eles entravam no palácio todos circulavam Aziraphale e Emma sem se importar com Crowley. Eles andavam pelo grande corredor onde tinha lindas vidraças coloridas em uma das paredes iluminando o corredor fechado.
Emma ficou admirada como o reflexo da vidraça colore o ambiente com a ajuda da luz do sol.
- Cunhado, como fez para convencer meu irmão a vir? - Uma das esposas do irmão de Crowley pergunta.
- Oh...Foi um pouco dificil. - Ele sorriu sendo agradável. - Foram 5 anos de longas conversas.
- Cunhado, qual sua comida predileta? Cordeiro ou Lebre? Talvez peixe?
- Eu gosto de qualquer coisa com tanto que tenha o tempero daqui. - Ele fecha os olhos suspirando. Ele tinha que ser paciente.
Seu cheiro tímido e reservado deixavam seus cunhados com mais curiosidade.
- Cunhado, qual dos seus cunhados você gosta mais?
- É difícil dizer, já que todos são gentis comigo.
- Oh, ele sempre tem a resposta perfeita. - Uma das esposas fala para outra enquanto a madrasta de Crowley sorri. Seu decote mostrava seus fartos seios, ela olhava a neta que andava olhando ao redor.
- Lilith. - Sua voz doce e sedutora fez a Emma a olhar. - Não quer vir com a vovó Sarah? Adoraria te pegar um pouco no colo. - Ela fala enquanto os seios balançavam.
A pegar no colo? Sua avó Sarah sabia que Emma tinha 8 anos? Ela preferiu ignorar.
- Ora, não seja egoísta. - A mãe de Crowley faz beicinho enquanto segurava a mão de Emma. - Deixe um pouco esse anjo ao meu lado.
- Genro meu. - A madrasta de Crowley chama Aziraphale vendo que sua neta a ignorou. - Ela não sabe falar Arabê?
- Emma, responda sua avó e mostre sua educação.
Ela apenas virou de novo e depois olhou para os seios de sua avó loira. Os olhos rosas brilhantes mostravam que ela era sangue azul.
- Seus seios estão quase saindo para fora, vovó. - Ela fala agarrando a saia da mãe de Crowley. O cheiro da mãe de Crowley era mais gentil e materno do que o das outras pessoas em sua volta. Talvez seja por que ela não era nem Sangue puro nem Sangue azul...
- Ohh. - A madrasta cora colocando a mão no rosto. - Essa é a intenção desse decote, meu amor, mas veja... Mesmo sendo tão grandes eu nunca consegui soltar uma gota de leite~ Não é triste? Não sente pena da sua avó? - Ela balança os seios sorrindo.
Aziraphale fecha os olhos, ele acredita que já deve saber quem seu marido deve ter puxado. Mesmo que sua mãe de sangue seja reservada e elegante ele tinha muito mais da sua madrasta nele.
- Crowley. - Sua irmã de pele escura alfa abraça o braço de Crowley o enchendo com o seu cheiro. - Parece que minha esposa gosta do seu marido.
- Sai. Está quente. - Ele rosna.
- Logo vai anoitecer... Tenho certeza que vai querer o meu abraço depois disso.
- Nem que eu morra congelado, irmã. - O deserto era extremamente frio de noite ao ponto de chegar ao negativo.
- Vai ficar quantos dias desta vez?
- 15. - Ele fala indiferente enquanto usava os óculos escuros de sempre. - Vai ser um inferno.
- Por que está com tanta roupa? Virou um nobre reservado e conservador como o meu cunhado?
Ele sorri.
- Qual é a graça? - Ela sorri apertando os olhos enquanto abraça mais forte o braço do seu irmão.
- Se você chama isso de conservador. - Ele abaixa a manga exibindo o seu ombro bronzeado cheio de marcas do seu amor. Ele sorria orgulhoso exibindo seus caninos enquanto ela olhava impressionada.
Seus olhos amarelos afiam interessados.
- Então é isso que é ser casado com um sangue azul? - Ela toca no ombro do irmão e ele dá um tapa na mão dela. - Eu nunca fui amada assim, também posso ser marcada por ele?
- No seu sonho, fofa. - Ele ergue as sobrancelhas escondendo seus olhos com os óculos escuros. - E não é melhor deixar a sua esposa longe de Aziraphale? Ela é só uma ômega, pode acabar desmaiando se ficar muito perto.
- Ora, seu selvagem. - Ela riu cobrindo a boca. - Ela é casada comigo, ela tem uma boa resistência.
- Se você diz. Deve ter esquecido o que aconteceu com o esposo de Leviatã da última vez que vim.
- Tsc... - Ela revira os olhos e anda até uma das suas esposas. - Habibi.
Seus pertences foram para seus aposentos e eles foram levados para a casa de banho diretamente.
- Por que não podemos ir para o nosso quarto antes do banho? - Emma perguntou indiferente enquanto sua avó tirava a sua roupa.
- Por que vocês precisam ser purificados. - Ela fala com carinho.
- Eu preciso ser purificada? Do que?
- Hn? Oh dos cheiros externos, da areia, da poluição. - Ela tira sua própria roupa e em seguida pega Emma no colo. - É tradição fazer isso depois que um filho retorna de uma grande viagem.
A casa de banho era como um grande banheiro onde tinha várias mulheres nuas tomando banho nas fontes que saem da parede de mármore e outras de suas tias estavam aproveitando a grande banheira ao meio.
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Good Omens - Omegaverse
RomanceUm casamento entre dois reinos não era um compromisso, era um laço, uma promessa, um tratado eterno que não juntaria duas pessoas, mas duas nações. A paz reinou e com ela o destino de Aziraphale um príncipe Alfa se ligou com Crowley um exotico prínc...
