Capítulo IX ( Parte 2 )

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•Aurora•

Com a ajuda do Vicenzo desço do carro e o ele volta a colocar a mão na minha cintura.

- Um encontro de máfias? - pergunto ainda  não acreditando que será apenas um encontro entre nós os dois

Vicenzo: você é muito curiosa Aurora,  dá para parar de perguntar e aproveitar a noite.

- Está bem, desculpa.

Entramos no restaurante e fico impressionada com a quantidade de luxúria que tem nesse lugar, não só o local mais também as pessoas,  parece até que nas suas testas está escrito " Rico". Andamos até uma mesa mais afastada e reservada, Vicenzo puxáha a minha cadeira e eu sento e ele se senta na cadeira do outro lado da mesa.

Só agora eu reparei que ele está usando o relógio e a mascote que eu dei para ele. Estou feliz. Vicenzo chama o garçom e ele vem praticamente correndo, provavelmente ele sabe quem é Vicenzo.

Garçom: boa noite sejam bem-vindos, o que vão querer? - ele pergunta e bos entrega o menu. Olho para o objecto e vejo apenas comidas italianas , algo que eu não tenho muito conhecimento sobre.

Vicenzo: iremos comer uma lasagna e para beber eu quero um vinho tinto e para ela um cocktail sem álcool- ele faz o pedido e o garçom sai depois de apontar tudo.

- Eu também queria um vinho

Vicenzo: não, você não vai beber álcool

- Já não sou uma criança Vicenzo é irritante te ver a me tratar como uma

Vicenzo: pode pelo amor de Deus calar a boca, você já está me irritando com essa faladeira toda.

- Eu juro que qualquer dia eu irei te raptar e irei te levar na floresta e depois te matar das piores maneiras possíveis

Vicenzo: Olha a minha cara de medo- ele goza e fingi estar assustado

- Babaca... porquê o jantar?

Vicenzo: Só porque sim

- Mentiroso , você se sentiu arrependido por ter quase me matado

Vicenzo: quando eu faço algo , principalmente matar pessoas eu não me arrependo.

Ficamos a falar, quer dizer, discutindo sobre coisas nada haver.  Eu acho que eu e o Vicenzo não nascemos para sermos amigos,  mas infelizmente estou decidida a tentar quebrar a pedra que é o seu coração. Jantámos tranquilamente e depois pedimos a sobremesa. Tudo estava decorrendo mas eu notei que Vicenzo parece estar aflito ou incomodado.

- O que foi ? Você parece estar incomodado com algo? - analiso - o e  ele olha em volta observando o local

Vicenzo: estamos a ser observados por inimigos, se algo acontecer você irá se esconder de baixo da mesa , ok? - ele informa e isso me deixou assustada

- Co...como assim observad- mal termino de falar e tiros são disparados na nossa direção, as pessoas começam a fugir e os homens do Vicenzo nos dão cobertura. Tiros e mais tiros são disparados e parece que meu coração vai sair pela boca, minhas mãos estão suadas e lágrimas escorrem pelos meus olhos.

Medo. É a única coisa que consigo sentir.

Vicenzo: levem ela ! - Vicenzo ordena para um dos seus homens e o mesmo me puxa pelo braço

- NÃO VICENZO, EU NÃO VOU SEM VOCÊ!!! - grito tentando me soltar. Eu sei que pode ser perigoso, mas e se algo acontecer com ele?

Por conta da força do homem,  não consigo me soltar e ele me leva até um carro todo preto e me coloca dentro do carro. Um outro homem ruivo entra no banco do motorista e começa a dirigir o mais rápido possível.

My DemonOnde histórias criam vida. Descubra agora