•Aurora•
Com a ajuda do Vicenzo desço do carro e o ele volta a colocar a mão na minha cintura.
- Um encontro de máfias? - pergunto ainda não acreditando que será apenas um encontro entre nós os dois
Vicenzo: você é muito curiosa Aurora, dá para parar de perguntar e aproveitar a noite.
- Está bem, desculpa.
Entramos no restaurante e fico impressionada com a quantidade de luxúria que tem nesse lugar, não só o local mais também as pessoas, parece até que nas suas testas está escrito " Rico". Andamos até uma mesa mais afastada e reservada, Vicenzo puxáha a minha cadeira e eu sento e ele se senta na cadeira do outro lado da mesa.
Só agora eu reparei que ele está usando o relógio e a mascote que eu dei para ele. Estou feliz. Vicenzo chama o garçom e ele vem praticamente correndo, provavelmente ele sabe quem é Vicenzo.
Garçom: boa noite sejam bem-vindos, o que vão querer? - ele pergunta e bos entrega o menu. Olho para o objecto e vejo apenas comidas italianas , algo que eu não tenho muito conhecimento sobre.
Vicenzo: iremos comer uma lasagna e para beber eu quero um vinho tinto e para ela um cocktail sem álcool- ele faz o pedido e o garçom sai depois de apontar tudo.
- Eu também queria um vinho
Vicenzo: não, você não vai beber álcool
- Já não sou uma criança Vicenzo é irritante te ver a me tratar como uma
Vicenzo: pode pelo amor de Deus calar a boca, você já está me irritando com essa faladeira toda.
- Eu juro que qualquer dia eu irei te raptar e irei te levar na floresta e depois te matar das piores maneiras possíveis
Vicenzo: Olha a minha cara de medo- ele goza e fingi estar assustado
- Babaca... porquê o jantar?
Vicenzo: Só porque sim
- Mentiroso , você se sentiu arrependido por ter quase me matado
Vicenzo: quando eu faço algo , principalmente matar pessoas eu não me arrependo.
Ficamos a falar, quer dizer, discutindo sobre coisas nada haver. Eu acho que eu e o Vicenzo não nascemos para sermos amigos, mas infelizmente estou decidida a tentar quebrar a pedra que é o seu coração. Jantámos tranquilamente e depois pedimos a sobremesa. Tudo estava decorrendo mas eu notei que Vicenzo parece estar aflito ou incomodado.
- O que foi ? Você parece estar incomodado com algo? - analiso - o e ele olha em volta observando o local
Vicenzo: estamos a ser observados por inimigos, se algo acontecer você irá se esconder de baixo da mesa , ok? - ele informa e isso me deixou assustada
- Co...como assim observad- mal termino de falar e tiros são disparados na nossa direção, as pessoas começam a fugir e os homens do Vicenzo nos dão cobertura. Tiros e mais tiros são disparados e parece que meu coração vai sair pela boca, minhas mãos estão suadas e lágrimas escorrem pelos meus olhos.
Medo. É a única coisa que consigo sentir.
Vicenzo: levem ela ! - Vicenzo ordena para um dos seus homens e o mesmo me puxa pelo braço
- NÃO VICENZO, EU NÃO VOU SEM VOCÊ!!! - grito tentando me soltar. Eu sei que pode ser perigoso, mas e se algo acontecer com ele?
Por conta da força do homem, não consigo me soltar e ele me leva até um carro todo preto e me coloca dentro do carro. Um outro homem ruivo entra no banco do motorista e começa a dirigir o mais rápido possível.
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My Demon
RandomEle é o Don da máfia Ndrangheta Ela é vendida como um presente de desculpas Ele é considerado um demónio Ela é rebelde e doce ao mesmo tempo Ele não à ama Ela o odeia
