Los Angeles, 1996
Faltando uma semana para seu casamento com Jason Carver, Chrissy Cunningham está receosa se está tomando a decisão certa e decide revisitar o passado.
Um passado com um nome, toque e cheiro que ela conhece bem e não vê há 10 anos:...
Perdoem a demora, acabei ficando sem inspo e meio insegura com o rumo da história pq perdi muitos leitores em outra plataforma, mas voltei <3
Esse capítulo é mais filler só p mostrar um pouco da vida deles, era p ser um só, mas ele ficou com quase 15k de palavras, então eu dividi em dois p n ficar tão maçante e vou postar a segunda parte amanhã ou mais a noitinha ainda hoje, por isso talvez o fim dele não seja tão impactante assim e nem pareça um cap importante.
Perdoem possíveis erros de digitação, foi feito pelo cel.
Boa leitura, espero que estejam gostando!
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Cócegas. Claridade. Uma sensação boa, calma, mas que faz cócegas na bochecha dela. Chrissy acordou, mas não abriu os olhos. Entrou naquele estágio recém acordada em que você cria consciência aos poucos, e a primeira coisa que a mente dela lembrou, antes mesmo dela abrir os olhos, foi de Laura Cunningham.
E automaticamente o coração dela gelou. A primeira coisa que ela sentiu quando acordou foi a pior sensação do mundo: o peito apertado de medo e nervosismo.
Lembrou de ir embora da farmácia e chegar em casa de madrugada, secando os olhos porque parece que nunca vai conseguir ser feliz, que nunca vai conseguir se livrar de Laura, e agora tem medo de que a maldita mãe estrague a vida dela de novo, logo agora que ela achou que estava finalmente livre. Mas se conforma achando que talvez ter roubado todo o dinheiro dela foi o golpe final da mãe narcisista.
Ela deitou às cinco da manhã, Eddie ainda estava adormecido e sem febre, e então, tão cansada, e com o coração apertado por tantos motivos, Chrissy pegou no sono.
Ainda está em seu conto de fadas, mas não sabe por quanto tempo. Tenta se confortar pensando que Laura nunca viria até aqui, e se viesse, as chances de achá-la são muito baixas.
Chrissy suspirou, acordada, mas ainda de olhos fechados. Ela sentiu de novo cócegas suaves nas bochechas, uma sensação tão boa e carinhosa que ela soltou um sorrisinho e o aperto no peito se dissipou. Ela descobriu o que está fazendo cócegas, as pontas dos cabelos de Eddie, ele tá debruçado em cima dela, deixando um monte de beijos suaves nas bochechas macias, a acordando com beijinhos.
- Você é tão linda dormindo - ele sussurrou, ela sentiu a quentura dele tão gostosa em cima dela, deixou outro beijo suave nas bochechas dela - Já são três da tarde - outro beijo - Eu sei que você deve tá cansada porque esse otário aqui te deu trabalho de madrugada - mais beijinhos suaves - Mas eu fiquei preocupado - a voz dele tá mais firme, suave, ele parece normal, saudável, nada parecido com a noite passada, e isso a fez abrir os olhos no mesmo segundo, feliz e aliviada por ver que ele tá bem, que hoje vai ser um dia bom - Você precisa comer - outro beijo.
- Já são três da tarde? - Chrissy se espreguiçou na cama confortável com o cheiro dele. Ela levantou o tronco o suficiente para se jogar em cima do corpo dele sem camisa e o abraçar. Eddie a abraçou de volta, beijou o topo de cabelos loiros e ganhou aquele sorrisinho doce de volta. Suspirou aliviada porque ele não tá suado e nem queimando de febre, ele tá normal - Não acredito que você fez panquecas - ela sorriu, feliz e animada quando viu a bandeja na cama com as panquecas favoritas dela - Você tinha que ficar descansando e não fazendo panquecas.