6|Aquele com o rapaz franzino do Brooklyn

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"Eu sou seu Hino Nacional. Gaia,você é tão lindo, diga-me que eu sou o se Hino Nacional Vermelho, branco e azul nos céus.O verão está no ar e , amor, o paraíso está nos seus olhos. É uma história de amor para a nova geração, para a página 6."

Lana Del Rey- National Anthem

Mayla Lopes

Mayla Lopes

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1940

Já se fazia 1 ano desde o começo da segunda guerra mundial e Mayla está em Nova York, precisamente no Brooklyn, a procura de informações sobre a guerra. Anaya deu a ordem para que bruxas infiltra-se no mundo humano para recolher informações de ações humanas e evitar que elas chegassem a atingir o mundo bruxo. A decisão foi tomada após os acontecimentos da primeira guerra, quase descobririam a existência das bruxas na Inglaterra, quando uma bomba caiu em uma aldeia de bruxas. Foi assim, que Mayla acabou indo para os Estados Unidos, Dandara para Inglaterra, Fernanda para Alemanha e Ayumi pro Japão.

No Brooklyn, Mayla estava trabalhando disfarçada em uma lanchonete, como garçonete. Ela tinha escutado falar sobre um cientista que tinha produzido o soro que podia decidir a guerra, então ficou na lanchonete mais frequentada por militares. Foi fácil para ela ser contratada, afinal, só precisou manipular a mente do dono da lanchonete, pois ninguém em sã consciência aceitaria uma garçonete que sempre esquece de anotar o número da mesa junto ao pedido.

— Mayla, atenda a mesa 17.- David, o dono da lanchonete falou no caixa contando o lucro desse final de tarde.

— Já vou.- Ela pegou o bloco de anotações ,a caneta e foi até a mesa 17.

O sino da porta de entrada anunciou a chegada de mais um cliente. Mayla nem precisava olhar para saber quem era, devido ao horário já sabia quem era. Steve, um rapaz franzino loiro de olhos azuis, que todas 7h da noite da quarta-feira aparecia e pedia um café. Na maioria das vezes ele estava acompanhado de um amigo moreno, mas dessa vez não.

— Boa noite, em que posso ajudar ?- Ela falou sorrindo para os dois homens que sentavam na mesa 17.

— Você pode ajudar em muitas coisas só depende de você.- O homem começa a rir do que ele mesmo tinha dito, junto ao amigo.

— Ha.- ela fingiu uma risada. — Vai pedir o que para comer?

— O que você tem de mais gostoso para me oferecer ?

— Hambúrguer. - foi seca.

— Eu estou achando que o que está na minha frente é mais apetitoso. - aquilo foi um chega para Mayla.

Ela já tinha aceitado que viver em Nova York não conseguiria mais informações trabalhando na lanchonete, teria que ir para outra cidade. Então nada melhor do que sair da cidade deixando sua marca nela, nesse caso era a caneta no olho daquele homem. Mayla pensou sobre a polêmica que iria causar, mas valeria a pena. Seria uma despedida magnífica, se o rapaz sentado no balcão não tivesse se metido.

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