Capítulo 25 - É um sonho?

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Meus Doces!!!

Ai está! Esses dois e um sonho... 

Que a semana de vocês seja tão doce quanto 

essas noites na Baltimore!

Beijos Lyka

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DONNA

Rômulo pediu que eu o esperasse na sala, ele foi à cozinha.

Ando pela sala e vejo que belo trabalho Ana fez aqui, ela foi perfeita na realização do casamento e aquilo fez toda a diferença. Ela chamou Andressa, uma profissional que manteve tudo em ordem com requinte.

-Aqui. -Rômulo entra na sala e trás um balde com champagne e duas taças. -Estou achando aqui um pouco frio.

-Sim a temperatura caiu bastante. -Digo.

-Então vamos colocar fogo nessa lareira, -ele vem até a mim e beija-me. -Do jeito que te quero vestida nessa sala, não será bom sentir frio.

-Você está me saindo um belo safado.

-Não viu nada Morena! -Ele está com uma calça moletom cinza claro, Suas costas eram lindas seu toque era como eu me lembrava. -Hoje, se concordar, teremos uma noite diferente.

-Diferente como? -Pergunto.

-Quero dormir aqui na sala, na frente desse fogo, -Ele sai e fico parada olhando o corredor por onde ele saiu, depois de alguns minutos Rômulo vem com um colchão para sala, ele coloca um pouco afastado da lareira e volta para o quarto sorrindo para mim. Ele vem com travesseiros e cobertas. -Pronto, agora está quase perfeito.

-Quase? lareira, cama, cobertores, travesseiros champagne... não imagino nada que possa fazer falta.

Ele passa por cima do colchão e senta-se na minha frente.

-Falta você aqui. -Rômulo me puxa para o colchão, suas mãos me envolvem e ele gira-me deixando-me de costas no colchão. -Agora está perfeito.

-Se estamos em um sonho, não faça barulho, não quero acordar Rômulo.

-Sim minha morena, é o nosso sonho.

Ele beija-me e seu carinho é maravilhoso. Como fiquei tanto tempo sem ele, sem seu carinho. Eu queria viver aquilo, hoje, amanhã ou quanto tempo isso durar.

Deitamos em silencio e nossas mãos apenas acariciavam nossos corpos.

Deitada em seu peito tantas coisas passam em minha cabeça. Como Rômulo poderia ter feito tamanha cafajestada comigo daquela vez? Eu havia me entregado à ele e tudo aquilo ocorre na sequencia. Me arrumo em seu peito me sentindo incomodada.

-Tudo bem morena?

-Vamos tomar esse champagne?

Ele sorri.

-Estava esperando você dizer. –Ele levanta me deixando na cama e abre o champagne, serve nas taças e brindamos.

-A uma nova e antiga fase.

-Que seja real. –Digo.

-Donna, Estou feliz por estarmos nos acertando.

-Preciso te perguntar umas coisas.

-Sei sobre Pedro?

-Sim.

-Morena, escolhemos os padrinhos, mas não sabíamos que são no mínimo dois casais. De ultima hora não pude fazer muita coisa, você já estava a caminho. Eu estava com o padre e Pedro veio me felicitar pelo casamento, o padre me avisou e então Pedro disse que não haveria problema e que ele mesmo seria o outro padrinho e nesse momento Cátia veio me avisar que o carro estava vindo, pedi que ela também subisse ao altar, Cátia ficou feliz, só torceu o nariz quando soube de Pedro.

DONNAHistórias para pegar e não largar. Descubra agora