3 anos atrás...
Damon
Duas horas — LITERALMENTE APENAS DUAS HORAS — que essa garota está com a gente, no nosso meio. E nós já quase matamos um cara por causa dela. E eu teria realmente matado ele se não fosse pelo Kai e pelo Will; eu teria adorado ver ele dar o último suspiro enquanto eu quebrava todos os seus ossos. Ver aquele filho da puta com a boca grudada nela, com o corpo encima dela, despertou sentimentos que eu nunca imaginei ser capaz de sentir. A raiva tem moradia permanente na minha vida. Mas o ódio que senti por Daniel Collins essa noite foi algo sobrenatural.
— O que fazemos agora? — Will pergunta.
— Vamos atrás dela? — Kai questiona.
— Não sei vocês, mas eu vou encher a cara, antes que eu encha alguém de porrada de novo. — Saio e vou procurar o primeiro copo vazio que ver pela frente e encho de álcool.
Não demoro muito para encontrar um talhão de copos em cima de uma mesa e, para minha felicidade, várias garrafas de cerveja fechadas. Paraíso. Pego um copo e encho de cerveja. Depois viro quase o copo inteiro de uma vez. Sinto meu cérebro congelar por causa da cerveja gelada. Já me sinto renovado.
— Adivinha quem é? — Sinto mãos tamparem meus olhos. Reconheceria essa voz irritante em qualquer lugar: Emma Lauren.
— O que você quer? — Agarro suas mãos, tiro do meu rosto e viro pra ela.
— Você. — Ela agarra meu pescoço e praticamente se pendura sobre o meu corpo.
— Não estou de bom humor, Emma. Então é melhor você ficar bem longe de mim. — Afasto o corpo dela.
— Nossas melhores transas foram sempre quando você estava bravo. — Ela agarra meu pescoço de novo e cola a boca na minha.
— Não é todo dia que eu estou disposto a comer qualquer coisa. — Falo firme.
— Sei exatamente do que você precisa. — Ela pega minha mão e tenta me puxar. Eu nem me movo. — Vamos lá! Deixa eu te mostrar uma coisa pra te animar. — Ela me puxa novamente e eu cedo. Não que eu queira estar com ela — mas preciso esvaziar a mente. Liberar energia.
Ela puxa meu braço pela multidão. Leva-me para trás de uma caminhonete, não muito longe.
— Deixa eu tirar seu estresse. — Ela agarra meu pescoço e começa a me beijar. No começo não cedo; até que finalmente entro no clima e retribuo.
— Você é muito vagabunda. — Agarro seu pescoço com força.
— Adoro quando você me pega assim. — Ela diz no meu ouvido.
Começo a ficar duro; meu cérebro fantasia coisas que não são reais. Não é Emma agarrada comigo — é Bela. É ela que me beija, é o pescoço dela entre meus dentes. É o corpo dela que eu roço com meu pau. É o bico do peito dela entre meus dedos.
— Sei exatamente como te fazer relaxar. — Ela desce a mão na minha calça, desabotoa e começa a massagear meu pau por cima da cueca. — Você nunca me deixou te tocar assim. — Ela coloca a mão dentro da cueca e acaricia a cabeça do meu pau. — Tá gostando, amor?
Minha respiração fica ofegante. Agarrei sua boca entre os dentes, mordendo-a. O beijo é doce, sensual. Isabela Hannah — como esperei por esse momento.
Sinto-a baixar de joelhos. Ela pega meu pau com a boca e passa a língua lentamente pela cabeça. Cada fio do meu corpo arrepia; deixo escapar um suspiro. Não resisto e enfio meu pau inteiro na boca dela.
— Caralho... — ela diz ofegante, um segundo depois força e tira meu pau da boca. Ela quase vomita. — Calma! — exige.
Ela volta a me masturbar e a chupar lentamente. Essa boca, essa língua — quantas vezes imaginei essa cena. Seguro sua cabeça com uma das mãos e começo a foder a boca dela. Começo devagar e vou aumentando a velocidade. Olho para baixo e a vejo arregalar os olhos. Fecho os olhos, apoio-me na caminhonete com a outra mão e acelero as estocadas. Que boquinha gostosa do caralho. Meu corpo estremece; sinto que vou gozar. Não tiro o pau da boca dela — pelo contrário, enfio o máximo que posso. Quero que ela fique com meu esperma dentro. Assim que gozo, tiro o pau da boca dela. Ela vomita meu esperma no chão.
— SEU FILHO DA PUTA! — ela grita, quase sem ar.
Minha ficha cai: não era Bela que estava me chupando. Não foi na boca dela que acabei de gozar. Caralho, essa garota vai me levar à loucura.
...
Assim que volto da minha "aventura" na floresta com Bela — quero dizer, Emma — volto para a mesa e encho outro copo. Viro de novo, completamente. Preciso de algo mais forte que cerveja pra aguentar a noite. O que será que Bela está fazendo? Talvez com algum dos meninos — não vi nenhum deles há um tempo — ou talvez tenha ido pra casa. Falei que ficaria no pé dela a noite inteira pra que não fizesse merda. Mas não consigo ficar perto dela muito tempo sem querer tê-la nos meus braços. Pelo bem dela, é melhor eu ficar longe.
— Vocês têm que ver isso, caras! — um garoto passa correndo, falando com outros dois. Eles seguem para frente; mais gente os acompanha. Uma pequena multidão se forma alguns metros à frente. Talvez seja briga; estranho que não ouço gritos. Vou onde todos estão indo. Entro no meio da multidão e encontro Will, Kai e Michael na frente.
— Onde vocês estavam? — pergunto.
— Cara, olha... — Will pega meu rosto e me leva até onde a multidão olha.
Bela, em cima de uma mesa de escola, dançando ao som de "Church", do Chase Atlantic. Puta que pariu! A cena mais inacreditável. Como essa garota ficou ainda mais gostosa em cima de uma mesa escolar? Ela move os quadris e o cabelo em sincronia com a batida, como se o corpo dela estivesse conectado à música. Cada centímetro do meu corpo a deseja. Mesmo que eu não mereça, mesmo que ela não me queira, mesmo que todos sejam contra, eu a quero mais que tudo. Quero que ela seja minha — nem que isso me custe a vida.
Olho pros caras: estão hipnotizados igual eu. Desejam ela tanto quanto eu. Deveria sentir remorso, ciúmes, mas não sinto.
A música termina e ela faz piruetas na mesa minúscula. O pé escorrega; antes que eu possa correr para ampará-la, Kai já está lá.
— Peguei. — ele diz quando ela cai em seus braços. — Já bebeu demais, não acha, mocinha?
— Quê? Bebida? Mas eu nem bebi. — ela responde com voz de bêbada.
— Vamos pra casa. — Will.
— A noite acabou pra nós. — Michael.
— Fechamos com chave de ouro. Ou melhor: Bela fechou a primeira noite de Devil's Night com chave de ouro. — Digo, grandioso.
...
Dirigimos até a casa de Bela, exatamente do jeito que saímos. Já passa das três da manhã; os pais dela provavelmente estão dormindo. Kai carrega-a nos braços e subimos as escadas até os quartos.
— Vocês... — ela começa, mas Kai tapa sua boca.
— Shh! Vai acordar seus pais. — diz, mão sobre a boca dela.
Entramos no quarto e fechamos a porta. Kai deita-a na cama e a cobre com o edredom. Ela já estava em sono profundo antes mesmo de Kai deitá-la.
— Essa garota vai foder com a nossa cabeça. — Will diz.
— Já fodeu, irmão. — Michael.
Olhando para ela assim, deitada, dormindo tranquila, é impossível imaginar que alguém tão indefesa possa ferrar com quatro caras que já estão ferrados da cabeça. Uma coisa é certa: ou essa garota nos une como nunca, ou ela destrói nossa amizade. Tudo ou nada.
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Sinful Night
FanfictionEssa é uma fic sobre a saga de livros de "Devils Night" da autora Penélope Douglas. Envolto por um harém reverso, onde a protagonista de relaciona com os quatro cavaleiros. ⚠️ALERTA⚠️ - Alto nível de violência explícita - Alto nível de palavras de...
