Onde Maddison Booker Routledge, uma Pogue que odeia e ama o estilo de vida que tem.
"JJ, Maddie? Temos uma regra e você sabe disso! Pogue não pega Pogue."
"Eu não dou a mínima pra isso."
Maddison B, garota morena, com a vida perfeita do lado P...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
JJ MAYBANK
Estamos na porra de uma prova de história que eu nem sei por onde começar. É cheia de textos grandes que quando eu chego no final, não lembro do começo.
Eu passava as mãos pelo cabelo em busca de alguma luz divina me ajudar, mas fui interrompido por alguém abrindo a porta.
É um homem oriental. Ele usa terno e gravata, e segura um envelope meio marrom-merda.
— Sr. Sunn, o Pope pode vir comigo? — ele perguntou, meio dentro e meio fora da sala.
O professor se levantou e se aproximou dele.
— Estamos no meio de uma prova agora.
— Eu sou da Fundação Venderhorst.
Eu não faço ideia do que isso significa, mas parece ser importante pra caralho.
— Aí, Pope — Sunn chamou —, é pra você.
Ele se levantou e no próximo segundo estava no lado de fora da sala com o oriental chique.
Olhei para Maddison, atrás de mim. Ela estava tão confusa que eu. Então olhamos para Kiara, que estava do mesmo jeito que nós dois.
Tentei continuar focando na minha prova, relendo as dez questões. De todas, fiz três. E faltavam dez minutos para acabar a prova.
Minha cabeça começou a doer enquanto eu esperava Pope voltar para a sala.
Eu alternava o olhar entre a folha na minha mesa e a porta, até o garoto entrar feito um furacão.
Ele se sentou na mesa e se virou para trás. Kiara perguntou algo pra ele que não ouvi, por se sentarem mais perto do que eu e Maddison. Ela me olhou de novo, confusa.
Como resposta para a pergunta de Kie, ele levantou o envelope. Tinha um selo de cera. Semicerrei os olhos pra identificar o símbolo que tinha ali.
— É o símbolo do trigo? — Maddison perguntou, atrás de mim.
— É. — ele respondeu.
— Mas que f... — falei alto demais e o professor virou a cara pra me olhar, continuei pronunciando o som do "f", buscando alguma palavra para substituir o palavrão que ia sair. — fo-fo... foi, né?
✩
O sinal tocou e a prova finalmente acabou.
Pope nos arrastou para a biblioteca, e tentamos o acompanhar enquanto ele andava o mais rápido possível.
— Qual é a pressa? — perguntei, sendo o último da fila.