Capítulo 66

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O dia passou se arrastando justamente porque eu estava morrendo de curiosidade para descobrir o que Christopher estava tramando para nós dois naquela noite

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O dia passou se arrastando justamente porque eu estava morrendo de curiosidade para descobrir o que Christopher estava tramando para nós dois naquela noite. E mesmo encontrando com ele por diversos momentos do dia, ele se negou a me dar qualquer pista sobre o que rolaria.

Aproveitei que ele ainda não havia me mandando mensagem, e passei em casa para tomar um banho. Nada como sentir a água morna escorrer pelo seu corpo depois de um dia intenso.

Me arrumei e logo a mensagem dele chegou, avisando que eu já podia ir até a casa da sua mãe.

O caminho era curto, mas durante todo ele tentei pensar em várias hipóteses, pois era estranho que, mesmo ele tendo sua própria casa, insistiu que nos encontrássemos na casa da mãe dele. Tenho certeza que tem algo a ver com o que vivemos na nossa adolescência.

Assim que cheguei, toquei a campainha e ele abriu poucos minutos depois com um sorriso largo no rosto, e a melhor parte: ele estava de regata e calça de moletom. Era assim que ele se vestia praticamente todos os dias da nossa adolescência.

— Boa noite! — Ele disse e eu abri um sorriso, tenho certeza que o sorriso mais bobo e idiota que eu poderia demonstrar.

— Boa noite! — Ele me deu passagem para que eu entrasse e eu o fiz.

— Minha mãe saiu com a sua mãe para um encontro de garotas. — Eu ri pelo nariz enquanto ele fechava a porta atrás de si.

— Você falou exatamente como elas agora. — Nós dois rimos. Mordi o meu lábio inferior, eu estava realmente muito curiosa.

— Você pode me contar agora porque marcou aqui? — Eu disse me sentindo ansiosa.

— Vem comigo! — Ele pegou na minha mão, sorriu e me puxou para subir as escadas.

Caminhamos até seu quarto, onde ele parou com a porta fechada e me olhou, com um sorriso travesso no rosto.

Christopher abriu a porta e senti meu coração dar uma cambalhota dentro do peito. Tinha balões de coração e pétalas de rosas por todos os lados.

— O que é isso? — Eu disse sorrindo, enquanto ele se virava pra mim e me puxava pela cintura.

— Era mais ou menos assim que eu estava te esperando depois do seu aniversário de 18 anos. — Franzi a testa de leve enquanto meu olhos se mantinham completamente conectados aos dele. Eu estava séria e sentia meu coração acelerado. — Eu sei que é absurdamente clichê e que praticamente estávamos namorando já, mas, você era diferente e eu sempre quis fazer tudo da forma correta com você. Mesmo que, com 18 anos eu já tivesse atropelado a vida inteira. — Ele riu e eu ri pelo nariz, sem tirar os olhos dele. — Eu estava te esperando naquele dia para te pedir em namoro e eu estou fazendo isso agora, como se tivéssemos 18 anos de novo. — Comprimi os lábios enquanto sentia meu olhos se encherem de lágrimas. — Dul, você quer namorar comigo? — Eu abri um leve sorriso.

Por nossos filhosOnde histórias criam vida. Descubra agora