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Assim que S/n se aproximou de Sanzu, sua presença encheu o quarto escuro com uma aura de mistério e sedução. Ela não conseguia desviar os olhos do homem à sua frente, cujo olhar penetrante a envolvia como uma chama ardente.

Em um movimento fluido e gracioso, S/n se agachou, fazendo com que Sanzu prendesse a respiração. Ela se rastejou até seus pés, desafiando-o com um sorriso provocador antes de se levantar e sentar sobre o colo dele, sentindo o calor de seu corpo contra o dela.

Sanzu não pôde resistir à tentação e a levantou em seus braços, como se fosse sua rainha. Ele a colocou de bruços na cama, revelando um olhar de desejo intenso em seus olhos azuis.

Sanzu: Não saia daqui. - Ele disse autoritário a S/n, ao se afastar dela.

Enquanto S/n esperava, uma mistura de ansiedade e medo corria por suas veias, provocando um arrepio em sua pele. Sanzu se aproximou com um pequeno chicote e um par de algemas, adicionando um toque de perigo e adrenalina à atmosfera carregada do quarto.

Assim que voltou até a cama onde S/n estava, Sanzu subiu na mesma, logo se agachando ao lado do corpo de S/n que estava deitada de bruços. Ele rapidamente algemou seus braços com uma algema, imobilizando-a completamente. Em seguida, colocou uma venda de tecido de seda sobre os olhos dela, privando-a da visão e aumentando ainda mais sua sensação de vulnerabilidade.

Sanzu se levantou, segurando o chicote de couro com firmeza. Ele passou suavemente os fios sobre a pele macia das nádegas de S/n, sentindo a tensão e a excitação crescerem no ar. Sem hesitar, ele levantou o braço e chicoteou com força, arrancando gemidos dos lábios de S/n. No entanto, eram gemidos de prazer, não de dor, o que a deixava confusa e envergonhada consigo mesma.

Apesar de se odiar por estar sentindo prazer naquela situação, S/n não conseguia controlar as reações de seu corpo. Cada golpe do chicote a levava mais perto do êxtase, fazendo-a implorar por mais. Sanzu continuava a chicoteá-la, alternando entre suaves carícias e golpes mais intensos, levando-a à beira da loucura.

Após alguns minutos, Sanzu parou, observando as nádegas de S/n agora vermelhas e marcadas pelo chicote. Ela estava ofegante, os olhos brilhando de desejo e submissão. Sem dizer uma palavra, Sanzu virou-a de frente para si, ficando cara a cara com ela. Lentamente, ele despiu-se das poucas peças de roupa que ainda vestia, revelando seu corpo definido.

Sem mais hesitação, Sanzu penetrou S/n de forma firme e rígida, fazendo-a gritar de prazer e dor com a intensidade do ato. Cada investida era como um choque elétrico, levando-a a um estado de êxtase total. Ela se entregava completamente àquela experiência, perdendo-se nas sensações avassaladoras que Sanzu lhe proporcionava.

O calor do momento era palpável, envolvendo-os em uma aura de luxúria, desejo e medo. O quarto estava impregnado com o odor dos corpos suados e os gemidos ecoavam pelas paredes, preenchendo o ambiente com uma energia erótica e intensa. S/n sentia-se invadida por uma mistura avassaladora de prazer e vergonha, rendendo-se aos desejos mais profundos e obscuros de sua alma.

Sanzu continuava a possuí-la com uma fúria animal, levando-a ao limite de sua resistência física e emocional. Cada toque, cada beijo, cada palavra sussurrada ao seu ouvido, a levava mais perto do ponto sem retorno. Ela se entregava a ele de corpo e alma, deixando-se levar por uma paixão momentânea e arrebatadora.

À medida que o clímax se aproximava, a intensidade do ato atingia níveis insuportáveis. S/n gritava de prazer, as lágrimas escorrendo por seu rosto enquanto seu corpo se contorcia em êxtase. Sanzu a segurava com firmeza, impulsionando-se ainda mais fundo, levando-os a um momento de pura e absoluta entrega.

Quando finalmente atingiram o clímax, um turbilhão de sensações os envolveu, fazendo-os perder a noção do tempo e do espaço. Estavam unidos em um êxtase indescritível, fundindo-se em uma explosão de prazer que os consumia por completo. E, naquele momento de intimidade e luxúria, S/n soube que nunca mais seria a mesma.

O sol começava a nascer no horizonte, iluminando o quarto com seus raios dourados. S/n e Sanzu permaneciam abraçados na cama, após uma noite intensa. S/n estava imersa em seus pensamentos de culpa. Como ela pôde se render a Sanzu depois de tudo o que aconteceu? Ele quase matou a mulher que ela amava, Emmy, e destruiu sua vida. S/n sussurrou baixinho um pedido de perdão para sua amada antes de cair em um sono profundo.

S/n: Me perdoe, meu amor, tive que fazer isso para te salvar.

Mais tarde naquele mesmo dia, Sanzu e S/n estavam na boate Bonten, quando Kokonoi, Ran e Rindou começaram a falar sobre o casamento do casal. O evento estava marcado para dali a menos de três dias, e a animação dos amigos da gangue de Sanzu era evidente.

Ran; Parece que vocês se divertiram bastante ontem à noite. - Disse, com um sorriso malicioso.

Rindou: Já está celebrando a lua de mel antes mesmo do casamento? - perguntou com um brilho travesso nos olhos.

Kokonoi, sempre pronto para uma piada, soltou:

Kokonoi: Espero que as marcas no corpo de S/n não estraguem as fotos do casamento.

As palavras dos amigos de Sanzu atingiam S/n como punhais em seu coração. Ela tinha feito o que fez para salvar Emmy, mas estava destruindo a si mesma no processo. A pressão do casamento iminente e a culpa de suas ações a consumiam de dentro para fora.

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ᵖʳᵒ́ˣᶦᵐᵒ ᶜᵃᵖᶦ́ᵗᵘˡᵒ ᵉˢᵗᵃ́ ˢᵉⁿᵈᵒ ᵉᵈᶦᵗᵃᵈᵒ....

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