A escuridão do quarto era interrompida apenas pela luz do abajur. Sanzu, de costas para a porta, observava o quarto com um olhar distante. O ar ficava denso com o cheiro de perfume de S/n, misturado ao aroma masculino do seu próprio perfume. A imagem da sua esposa rindo com Senju, a lembrança do sorriso que S/n havia lhe dedicado, tudo isso o atormentava. A voz de S/n, em seu ouvido, ecoava como um fantasma, "Estávamos apenas contando piadas, Sanzu". Mas a mente de Sanzu gritava, "Ela mentiu!".
Ele desabotoou a camisa social, a gravata já estava jogada no chão. A camisa foi parar em uma poltrona, e Sanzu se moveu em direção ao closet. Os passos de S/n se aproximaram, e ele sentiu os braços dela envolvendo sua cintura.
S/n: Por favor, me perdoa, Sanzu - sussurrou ela, a voz trêmula.
Sanzu se virou, seus dedos encontraram os dela, que o abraçavam com força. Ele soltou seus braços, a imagem do rosto de S/n banhado em lágrimas, a expressão de medo, o deixava ainda mais excitado. Um sorriso ladino se abriu em seus lábios. Ele acariciou os braços dela, a segurou pelo rosto, aproximando-o do seu. Seus lábios se encontraram em um beijo quente e intenso. Ele puxou os cabelos dela, aprofundando o beijo, sentindo o corpo de S/n tremer em seus braços.
A escuridão do quarto se tornava cada vez mais densa, a respiração de ambos se misturava no ar, e o cheiro de S/n, agora misturado com o de Sanzu, preenchia o espaço.
As mãos de Sanzu, que antes estavam nos cabelos de S/n, desceram até sua cintura, envolvendo-a com força, fazendo-a estremecer e soltar um gemido contido pelos lábios dele. Ele se afastou, percebendo que S/n estava nas pontas dos pés, e um sorriso se espalhou pelo seu rosto, ecoando pelo ambiente.
Em seguida, ele a levantou, posicionando-a sobre seu colo, com uma perna de cada lado de sua cintura. Com cuidado, ele a conduziu até a cama, onde se sentou, recebendo S/n em cima dele. Ela empurrou seu corpo para trás, fazendo-o deitar-se na cama.
Começou a lamber e beijar o pescoço dele, deixando marcas sutis e avermelhadas até descer ao seu abdômen nu.
S/n então desceu do colo de Sanzu, ajoelhou-se diante dele e meteu a mão nas calças que ele havia aberto anteriormente. Iniciou movimentos lentos e precisos no membro dele, beijando ao longo dele e sugando seus testículos, provocando suspiros e gemidos de Sanzu.
Ele agarrou os cabelos dela, fazendo-a olhar em seus olhos, e deu um tapa firme em seu rosto, deixando marcas evidentes.
Sanzu se levantou e, com seus olhos frios e penetrantes, encarou S/n. O olhar dele era pesado, carregado de uma intensidade que a deixava sem fôlego. Ele ergueu o queixo, um gesto imperioso, e ordenou: