A mansão imponente se erguia sob a luz da lua, um contraste com a apreensão que tomava conta de Senju. Ela batia na porta da sala de estar, o coração batendo forte no peito. Uma velha senhora, de rosto enrugado e cabelos grisalhos, atendeu à porta.
Senju: Inui está? - Senju perguntou, a voz um pouco trêmula.
Empregada: Ele está na sala de estar, senhorita. Deseja que eu o chame? - aempregada respondeu, com um olhar curioso.
Antes que a mulher pudesse dizer mais alguma coisa, Inui surgiu atrás dela, a expressão séria.
Inui: Eu mesmo a atendo, pode ir. - Ele acenou para a empregada, que se retirou, deixando-os a sós.
Inui: Senju, entre. - Inui gesticulou para a sala, a voz suave, mas com um tom de seriedade que a deixou nervosa.
Senju entrou, sentando-se no sofá de couro.
Senju: Inui, eu preciso da sua ajuda.
Inui: Sei que você veio pedir algo, Senju. O que aconteceu?
Senju respirou fundo, contando sobre o plano de fuga dela e de S/n. A cada palavra, a tensão na sala aumentava.
Senju: Preciso que você me ajude com Rindou. Ele vai estar na boate da Bonten amanhã à noite. Preciso que você coloque um calmante na bebida dele.
Inui franziu a testa, os olhos analisando-a.
Inui: Senju, isso é extremamente arriscado. Para você, para S/n, para mim. Se Sanzu descobrir onde vocês estão, ele vai matá-la. E você, sendo sua irmã, não será diferente. Principalmente com o filho dele dentro dela.
Senju encarou Inui, os olhos cheios de determinação.
Senju: Eu sei dos riscos, Inui. Mas eu não posso simplesmente deixar a S/n nas mãos dele, sem ao menos tentar. Eu prefiro correr o risco de morrer do que vê-la sofrendo.
Inui observou-a por um longo momento, a expressão impenetrável.
Inui: Eu vou tentar, Senju. Mas você precisa prometer que cuidará de S/n acima de tudo. Que você a protegerá com sua vida.