A atmosfera do banheiro luxuoso era carregada de tensão. Rindou, sem a menor cerimônia, se livrou da cueca box, expondo seu membro sem pudor algum diante de S/n. Ela, envergonhada, desviou o olhar, sentindo o calor subir pelas bochechas. A água morna da banheira relaxava os músculos de Rindou, que a encarou com um olhar penetrante.
Rindou: Você não vai entrar? - Ele perguntou, sua voz rouca e provocante.
S/n queria gritar, queria correr, mas a presença imponente de Sanzu, seu esposo, a prendia ali como um pássaro em uma gaiola. Com um movimento hesitante, ela colocou uma das pernas na banheira, o medo a congelando por dentro.
Rindou: Você não vai tirar a calcinha também? - Rindou insistiu, um sorriso malicioso se formando em seus lábios.
S/n: Não é necessário - S/n murmurou, tentando manter a calma.
Rindou: Tudo bem - Rindou respondeu, a voz carregada de uma malícia que a fez estremecer. - Daqui a três dias você vai estar nua para mim de qualquer forma. Graças ao seu querido marido, Sanzu.
O medo se apoderou do corpo de S/n. Ela o encarou, os olhos arregalados, a voz tremendo.
S/n: O que você quer dizer?
Rindou: Você vai descobrir em breve - ele respondeu, a voz agora um pouco mais dura. - Agora entre logo na banheira antes que a água esfrie.
Sem ter para onde fugir, S/n obedeceu, entrando na banheira. Rindou pegou uma espuma e colocou um pouco de sabonete líquido, entregando-a para S/n. Ela o olhou, sem entender.
Rindou: Sanzu mandou você tomar banho comigo - Rindou explicou. - E sem usar sabonete e uma bucha para esfregar, não é um banho de verdade.
Ele a entregou a espuma, a voz firme.
Rindou: Esfregue minhas costas, meu peitoral e braços.
S/n tentou protestar, mas as palavras morreram em sua garganta. A ameaça implícita nas palavras de Rindou era clara: se ela não obedecesse, Sanzu ficaria furioso.
Com as mãos trêmulas, S/n pegou a espuma e começou a esfregar o peitoral de Rindou. Ele, aproveitando a situação, colocou as mãos dentro da água e puxou S/n pelas coxas, aproximando-a de seu corpo.