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O corredor era um labirinto de portas fechadas, cada uma delas um segredo silencioso. A música que ecoava pelos alto-falantes, um ritmo frenético e distorcido, era uma trilha sonora para o caos que se desenrolava. Sanzu, implacável como um furacão, arrastava S/n pelo braço, sua mão forte agarrada ao seu pulso com uma força que a deixava sem ar. Ela tentava se soltar, mas era inútil. Ele a conduzia para um destino sombrio, um lugar onde a música era apenas um prenúncio do horror.
A porta de metal, fria e implacável, se abriu com um estrondo, e S/n foi lançada para dentro. O impacto a fez cambalear, e ela se viu em um quarto escuro e úmido, o cheiro de mofo e sangue impregnado no ar. Através de uma pequena fenda de vidro, ela conseguiu vislumbrar o que se passava.
Emmy, sua ex-noiva, estava no centro do quarto, encurralada por Ran. O vestido branco que ela usava, havia se tornado pó, agora estava rasgado e sujo, um reflexo da violência que a cercava. Ran, com um sorriso cruel estampado no rosto, arrancava o tecido com fúria, seus dedos fortes rasgando o tecido delicado como se fossem papel. Emmy, com os olhos arregalados de terror, tentava se defender, mas era em vão.
S/n sentiu um aperto no peito, uma mistura de raiva e impotência. Ela queria gritar, queria intervir, mas a força de Sanzu a mantinha presa, imóvel, como uma boneca de pano. O que ela estava vendo era a destruição de tudo o que ela havia conhecido, de tudo o que ela amava. E ela não podia fazer nada para impedir.
O choro de S/n ecoou pelo corredor vazio, um grito de angústia que cortava o silêncio daquela noite. Seus olhos arregalados testemunhavam a cena que se desenrolava diante dela: Emmy, sua ex-noiva, era agarrada pelos cabelos da nuca por Rindou, que a forçava a se encostar em seu corpo. Ran, sem pudor, se despia a poucos passos de distância, seus olhos brilhando com uma crueldade que congelava o sangue de ambos que estavam Ali.
A dor dilacerava seu peito. A imagem de Emmy, que antes lhe trazia apenas lembranças doces, agora era um tormento. Ela implorava por socorro, mas a única pessoa que podia salvá-la estava ali, impassível, observando tudo. Sanzu, com um sorriso cruel nos lábios, se recusava a abrir a porta.
A fúria de Sanzu era um vulcão prestes a entrar em erupção. S/n havia desobedecido, havia deixado outra pessoa se aproximar dela. Para ele, Emmy era um veneno, uma ameaça à sua posse sobre S/n. Ele odiava a presença dela, odiava a lembrança do que havia sido, odiava a possibilidade de que S/n pudesse, em algum momento, voltar a olhar para Emmy.
S/n, desesperada, tentava alcançar a maçaneta, mas Sanzu a segurava com força, seus dedos apertando seu braço com uma intensidade que lhe arranhava a pele. As lágrimas escorriam pelo seu rosto, misturando-se ao suor frio que lhe brotava da testa.
A cena era um pesadelo, um retrato da possessão doentia de Sanzu e da crueldade que ele era capaz de infligir. S/n, presa naquela armadilha, se sentia impotente, à mercê da fúria e do sadismo de seu algoz.
S/n implorava, as lágrimas escorrendo pelo seu rosto, enquanto agarrava o terno de seda de Sanzu.
S/n: Por favor, Sanzu, deixe a Emmy em paz! Eu juro que não vou me aproximar dela novamente, por favor!
Sanzu apenas sorriu, um sorriso frio e cruel que congelava o sangue de S/n. Ele adorava vê-la assim, desesperada e implorando por misericórdia. Ele amava o poder que tinha sobre ela.
Sanzu: Meu amor, não chore assim... você sabe que isso é culpa sua. Você não deveria ter deixado ela se aproximar de você - ele disse, tocando o rosto dela com um dedo, a ponta fria e dura. S/n estremeceu com o toque, mas não ousou se afastar.
S/n: Eu faço tudo que você quiser, por favor, Sanzu! - ela suplicou, sua voz tremendo.
Sanzu se inclinou, seus olhos escuros brilhando com uma crueldade que a deixava petrificada.
Sanzu: Tudo? Mesmo? - Ele sussurrou, o hálito quente roçando em seu ouvido.
S/n assentiu, incapaz de falar. Ela faria qualquer coisa para proteger Emmy, mesmo que isso significasse se entregar completamente a Sanzu.
Sanzu: Então me prove - ele disse, a voz rouca e ameaçadora.- Prove que você é minha e que nunca mais olhará para outra pessoa.
S/n sabia que ele estava falando sério. Ele era capaz de qualquer coisa. Ela se encolheu, o medo a consumindo. Ela não tinha escolha. Ela tinha que fazer o que ele mandasse.
S/n: Eu... eu vou fazer - ela murmurou, a voz quase inaudível.
Sanzu se sentiu um verdadeiro vencedor ao ouvir aquelas palavras. A submissão dela, a fragilidade que ela exibia, o enchia de um prazer perverso. Com um sorriso ainda mais cruel, ele disse:
Sanzu: Sabe, amor, já faz um tempo que eu venho te desejando. Mas é um tipo de desejo sem ameaças, sem drogas, sem choros...
A voz dele era suave, quase melodiosa, mas as palavras carregavam um peso sinistro. Ele estava se referindo ao controle que queria sobre ela, ao poder que exercia sobre seu corpo e sua mente.
S/n, percebendo o significado por trás das palavras de Sanzu, sentiu um frio percorrer sua espinha. Ela sabia que ele estava falando sobre algo muito mais profundo, algo que a deixava aterrorizada.
O sorriso de Sanzu se ampliou, revelando uma promessa de prazer e dor, uma mistura explosiva que a deixava completamente à sua mercê.
Sanzu sorriu, satisfeito. Ele tinha o controle. Ele sempre teria.