A cena era tensa, carregada de uma eletricidade palpável. S/n encarava Sanzu, os segundos se esticando como chiclete. A voz dele, rouca e ameaçadora, ecoou no silêncio,
Sanzu: Seu tempo está acabando, docinho. Se você realmente quer vomitar essa pílula, precisa começar a agir.
O corpo de S/n tremia levemente. Sem pensar duas vezes, ela se ajoelhou diante dele, suas mãos trêmulas tocando o tecido da calça social de Sanzu. Seus dedos desajeitados começaram a desabotoar a calça, o movimento lento e hesitante. O zíper desceu, revelando a visão do membro de Sanzu, coberto pela cueca.
S/n desviou o olhar, ruborizada. A expressão de Sanzu era um sorriso cruel, divertido com a reação dela.
Sanzu: Decepcionada, amor? Nem estou duro ainda.
A voz dele era um fio de seda, envolvendo-a em uma teia de humilhação. Antes que S/n pudesse responder, ele continuou,
Sanzu: Mas tenho certeza que você vai conseguir me deixar duro rapidinho. Você tem uma força de vontade incrível, não é?
Sanzu moveu a mão até o bolso do paletó, tirando um cigarro da carteira. Ele o acendeu, a chama vermelha contrastando com a escuridão do banheiro, e o levou aos lábios, a fumaça subindo como um penacho de deboche. S/n se sentia presa, um rato em uma armadilha, enquanto Sanzu a observava com olhos frios e calculistas.
A situação era constrangedora e humilhante. A pressão do olhar de Sanzu, a necessidade de vomitar a pílula, o medo e a repulsa que sentia... tudo se misturava em um turbilhão de emoções dentro dela. S/n sabia que estava em uma situação terrível, e a única saída era fazer o que Sanzu queria.
S/n estava desesperada. Ela sabia que precisava cumprir o acordo feito com Sanzu, mas não imaginava que teria que passar por aquilo. Ela se sentia envergonhada e desconfortável, mas ao mesmo tempo um calor estranho percorria seu corpo. As pílulas começaram a fazer efeito, transformando sua timidez em uma mistura de desejo e excitação.
Enquanto estava de joelhos diante de Sanzu, S/n tentava manter a compostura. Ela respirava fundo, tentando controlar os tremores que percorriam seu corpo. Sabia que precisava agir logo, caso contrário perderia a oportunidade de finalmente se livrar daquela situação constrangedora.
Ela abaixou a cueca de Sanzu, expondo seu membro. Sentiu um arrepio percorrer sua espinha ao tocá-lo, mas não podia demonstrar fraqueza. Com movimentos hesitantes, começou a acariciar o membro de Sanzu, indo de cima para baixo, tentando se concentrar apesar da ansiedade que dominava seu ser.