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O ronco do motor do carro de S/n ecoava pelas rodovias enquanto ela dirigia em alta velocidade, a adrenalina pulsando em suas veias. Deixar Emmy no trabalho, com aquele sorriso inocente e sem saber da verdade, a corroía por dentro. Ela precisava de respostas, precisava entender o que havia acontecido. O destino: a boate Bonten, o local onde S/n trabalha como bottle-girl à noite.
Ao chegar, a música alta e a atmosfera carregada de fumaça e suor a atingiram como um soco no estômago. Ela avistou Sanzu, seu chefe, sentado em uma mesa, rodeado por garotas que trabalhavam ali, todas sorrindo e se esfregando nele. O ar ficou denso, a raiva borbulhando em seu peito. Sanzu, com um sorriso cínico, percebeu sua presença.
Sanzu: S/n, que surpresa! O que te traz aqui? - disse Sanzu, a voz rouca e sarcástica.
S/n: Por que você foi na minha casa? O que deu em você para perguntar à Emmy o que ela faria se eu a traísse? - S/n disparou, a voz baixa e ameaçadora.
Sanzu riu, um riso anasalado e debochado.
Sanzu: Ah, S/n, você é tão previsível. Não se preocupe, não estou interessado em sua noivinha. Apenas queria testar a mentalidade dela. Afinal, você é tão... Fiel, não é? - provocou Sanzu, inclinando-se para trás na cadeira.
S/n: Você é um idiota! - S/n rosnou, os punhos cerrados.
Sanzu: E você deveria terminar com a Emmy. Ela merece alguém melhor. - Sanzu gargalhou, a risada ecoando pela boate.
O ar ficou denso, carregado de tensão. A mão de Sanzu, áspera e fria, deslizou pelo rosto de S/n, despertando-a de seu torpor. Seus olhos, antes cheios de raiva, agora estavam inundados de pânico.
Sanzu: O que você acha que sua noivinha vai pensar sobre você se souber que você vem traindo ela com seu chefe? - A voz de Sanzu era um fio de aço, cortando o silêncio entre ambos.
S/n tentou se defender, mas as palavras se engasgaram em sua garganta.
S/n: E-eu não trai ela com você, você me forço-
Sanzu riu, um som seco e cruel, antes de pegar o celular e abrir a galeria. O vídeo, uma prova incriminadora de sua traição, se materializou na tela. Cada frame, cada toque, cada gemido, era um prego a mais em seu caixão.
Sanzu: Você acha que ela vai acreditar em você ou no vídeo? - Sanzu perguntou, a voz agora carregada de uma satisfação cruel.
S/n sentiu o chão se abrir sob seus pés. O medo, gélido e implacável, se apoderou de seu corpo.
O ar ficou carregado de tensão. O medo nos olhos de S/n era um espelho da fúria que Sanzu tentava controlar, mas que transbordava em cada palavra. O toque dele, era frio e possessivo, como uma marca de domínio.
Sanzu: Acho que agora você começou a perceber quem manda e quem obedece não é minha coelhinha? - A voz dele, rouca e ameaçadora, ecoou, cada sílaba um prego cravado na alma de S/n.
Ela engasgou, a garganta seca, as palavras se recusando a sair.
S/n: O que você pretende com esse vídeo Sanzu? - A voz dela era um fio de voz, quase inaudível.
Sanzu riu, um som seco e cruel, como o ranger de uma porta enferrujada. Ele se inclinou, deixando um selinho rápido nos lábios dela, um gesto carregado de ameaça.
Sanzu: O que eu pretendo? Que você termine seu relacionamento com sua noivinha. - A frase saiu em um sussurro, mas carregava o peso de uma ordem.
S/n sentiu um nó na garganta, a sensação de estar presa em uma teia de aranha, cada fio mais forte e mais difícil de romper. Sanzu não estava brincando. Ele era um predador, e ela, sua presa.
S/n: Sanzu... - Ela tentou falar, mas as palavras se perderam no medo.
Sanzu: Você sabe o que vai acontecer se me desobedecer, coelhinha? - Ele sussurrou, a ameaça implícita pairando no ar.
S/n fechou os olhos, a imagem do vídeo voltando à sua mente. O medo, agora, era uma corrente que a prendia à realidade. Ela sabia que Sanzu era capaz de qualquer coisa, e a única saída era fazer o que ele queria.
Mas, e sua noiva? E o amor que ela sentia por ela? O que Sanzu estava fazendo com sua vida?
A sensação de medo que a percorria era palpável.
Sanzu: Termine seu relacionamento com sua noivinha ainda hoje. Ou ela vai receber esse vídeo. Quero dizer, se eu não matá-la primeiro. Mas, acho que seria bom ver a cara de decepção dela antes de morrer. - As palavras de Sanzu eram um veneno que se espalhava por seu corpo, cada sílaba carregada de ameaça.
S/n engoliu em seco, o medo a paralisando. Ela conseguia sentir o cheiro de sangue e pólvora que emanava de Sanzu, um cheiro que a lembrava da violência que ele era capaz de infligir.
S/n: E-eu vou fazer isso. Eu juro. Eu vou terminar com a Emmy. Só não toque nela, por favor. Nem mostre esse vídeo a ela. Não quero machucá-la. - A voz de S/n era um fio de voz, tremendo e cheia de desespero.
Sanzu observava a reação dela, um sorriso cruel se formando em seus lábios. Ele gostava de ver o medo nos olhos de suas vítimas, o desespero que as consumia. Era um jogo para ele, um jogo que ele sempre ganhava.
Sanzu: Você tem até o final do dia. E não me decepcione. - Ele se inclinou para perto de S/n, sua respiração quente em seu rosto.- Porque se você não o fizer, eu não vou hesitar em fazer o que disse.
Sanzu se afastou, deixando S/n sozinha com seus medos e com a ameaça pairando no ar. Ela sabia que não tinha escolha. Ela tinha que terminar com Emmy, mesmo que isso significasse quebrá-la em mil pedaços. Ela tinha que fazer isso para ambas sobreviverem.