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。゚゚・。・゚゚。゚。𝐁𝐲: 𝙰𝚟𝚊𝟷𝟸𝟹𝟺𝟺𝟼 ✨ ゚・。・ 𝐁𝐨𝐭𝐭𝐥𝐞-𝐠𝐢𝐫𝐥: 𝟸° 𝚃𝚎𝚖𝚙𝚘𝚛𝚊𝚍𝚊

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 ゚・。・ 𝐁𝐨𝐭𝐭𝐥𝐞-𝐠𝐢𝐫𝐥: 𝟸° 𝚃𝚎𝚖𝚙𝚘𝚛𝚊𝚍𝚊. ❤

A noite se instalava sobre a cidade, e a boate Bonten brilhava como um farol de neon no asfalto. No interior, a atmosfera era carregada de uma tensão palpável, um misto de adrenalina e expectativa. S/n, com o coração batendo forte no peito, tentava manter a compostura. A cada passo que dava em direção à entrada da boate, o peso da situação se tornava mais real. Ela sabia o que a aguardava, e a cada segundo que passava, a ansiedade se intensificava.

Sanzu, seu marido e algoz, caminhava ao seu lado, sua presença imponente e intimidadora. Ele parecia sentir a inquietação dela, mas não demonstrava qualquer reação. O olhar fixo, os lábios finos, a postura rígida, tudo emanava uma aura de perigo que S/n conhecia muito bem.

As escadas que levavam ao segundo andar, onde a sala de reuniões da Bonten se encontrava, pareciam se estender infinitamente. A cada degrau que subiam, S/n sentia o aperto em seu peito aumentar. Finalmente, chegaram ao topo, e a sala se abriu diante deles. A fumaça do cigarro pairava no ar, misturando-se ao cheiro de álcool e suor.

Os irmãos Haitani, Rindou e Ran, estavam em pé, conversando com Kokonoi e Inui. Kakucho e Takeomi se juntavam a Mikey, que analisava com atenção um relatório detalhado sobre os ganhos e gastos da gangue. A visão de Mikey, o líder da Bonten, mandou um arrepio pela espinha de S/n. Ela sentiu um nó na garganta, mas antes que pudesse reagir, Sanzu a puxou pelo braço, conduzindo-a até um sofá de couro macio próximo à mesa central.

Sanzu: Seja uma boa menina e fique quieta até a reunião acabar - Sanzu sibilou, sua voz rouca e ameaçadora.

Antes que S/n pudesse responder, Rindou se aproximou, um sorriso sínico se formando em seus lábios finos.

Rindou: Que bom te ver de novo, S/n - ele disse, inclinando-se ligeiramente para frente, seus olhos brilhando com uma intensidade inquietante.

O ar na sala ficou denso, como se um peso invisível tivesse sido jogado sobre todos. A voz de Mikey, rouca e autoritária, ecoou no silêncio, quebrando a tensão que pairava no ambiente.

Mikey: Começando a reunião.

A voz de Mikey, autoritária e implacável, cortou o silêncio, anunciando o início da reunião. Ran, com um olhar gélido, fixou S/n por um instante antes de se juntar a Sanzu e Rindou na mesa de reuniões

A reunião se arrastou, cada minuto parecendo uma eternidade. Finalmente, Mikey anunciou sua partida, mas antes de sair, lançou um olhar penetrante para S/n.

Mikey: Sanzu, não exagere - ele disse, sua voz carregada de uma advertência que não passou despercebida.

A tensão na sala aumentou quando Mikey se retirou. Ran e Rindou encararam Sanzu, que, com um gesto lento e calculista, estendeu a mão em direção a um pequeno saco contendo pílulas.

Ran: "Cala boca Haitani de merda, eu estou limpo" - Ran zombou, imitando a voz de Sanzu, em provocação.

Sanzu o encarou com um semblante impassível, sua voz calma e fria ao responder:

Sanzu: A droga não é para mim, mas para minha esposa.

As palavras de Sanzu ecoaram na sala, atingindo S/n como um soco no estômago. O olhar de todos os membros da Bonten se fixou nela, carregado de uma mistura de curiosidade, desconfiança e até mesmo um toque de pena.

Takeomi, sempre o mais impulsivo, foi o primeiro a reagir.

Takeomi: Sanzu, você não pode fazer isso! - ele exclamou, tentando agarrar o saquinho das mãos de Sanzu. Mas Ran e Rindou o impediram, afastando-o com brutalidade.

Ran: Takeomi, não se meta - Ran rosnou, seu olhar ameaçador.- Sanzu não é uma criança, ele sabe o que está fazendo.

Takeomi encarou Sanzu por um longo momento, a fúria e a preocupação lutando dentro de si.

Takeomi: Eu não vou ter parte nisso se algo acontecer com S/n - ele disse, sua voz carregada de rancor. Em seguida, saiu da sala.

O ar ficou denso, carregado de tensão. Sanzu, com um sorriso cruel nos lábios, inclinou-se sobre S/n, seus dedos frios tocando o queixo dela. A pressão era quase insuportável, forçando-a a abrir a boca. Os olhos de S/n se encontraram com os de Sanzu, um pedido silencioso por piedade, por um momento de respiro. Mas a frieza nos olhos dele era inabalável. Ela engoliu o comprimido, a amargura da pílula ecoando em sua garganta.

Sanzu observou, um sorriso ladino se espalhando por seu rosto. Ele sabia que S/n queria vomitar, que o gosto da droga era insuportável. Ele estendeu a mão, a pegando com força, e a guiou em direção ao banheiro.

Sanzu: Começa a fazer efeito em quinze minutos - disse ele, a voz rouca e ameaçadora. - Se você me satisfazer em dez, eu deixo você vomitar. Caso contrário, terá que lidar com as consequências de ter me provocado ontem à noite.

As palavras de Sanzu ecoaram na mente de S/n, cada sílaba um golpe de martelo em seu coração. Ela o encarou, lágrimas escorrendo pelo rosto, um turbilhão de medo e impotência em seus olhos. Um aceno de cabeça, quase imperceptível, foi sua única resposta.

S/n se aproximou, seus lábios buscando os de Sanzu, mas ele a afastou com um riso cruel.

Sanzu: Não vai ser tão fácil dessa vez, querida. Só os lábios.

Um suspiro pesado escapou dos lábios de S/n. Ela sabia que era quase impossível. Sanzu era um enigma quando se tratava de desejo, especialmente quando estava sóbrio. A situação era desesperadora, e a contagem regressiva já havia começado.

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𝑨𝒕𝒖𝒂𝒍𝒊𝒛𝒂𝒄̧𝒐̃𝒆𝒔 𝒔𝒆𝒎𝒂𝒏𝒂𝒊𝒔...

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