15* Capítulo - A Reunião.

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Estavamos na sala de reuniões da empresa, onde em vinte minutos todos os acionistas e o Sr. Carlos e outros chefes de departamento estariam, Ricardo me olha com uma cara de safado e um sorriso malicioso.

- Livia, você pode me trazer os relatórios?

- Claro.

Olhei para ele que estava sentando em um sofá, mais ao canto peguei minhas pastas e fui até ele.

- Aqui. ( estendi a mão )

Ele me puxou com força de modo que cai sentada em seu colo, pude sentir sua ereção encostando em meu corpo.

- Aah minha pequena, está sentindo como me deixa.

Eu estava quente e excitada, meu corpo já se movimentava sozinho fazendo movimentos lentos indo para frente e para trás, Ricardo puxa meu cabelo de leve para trás e levanta meu rosto, e me beija colocando as mãos em minha cintura.

- Melhor eu parar, se começarmos não adianta pedir para parar depois, não vou conseguir.

- Então não pare Baby.

Foi tudo o que consegui dizer, em segundos suas mãos passeiam pelo meu corpo, ele me beija com mais brutalidade, como se estivesse desesperado e me segura com força, senti meus lábios vaginais se contrairem ao sentir seu toque.

- Você nunca me decepciona pequena, está sempre preparada.

Ele fala ao constatar o quão molhada eu estava, ele devagar tirou as mãos e chupou os dedos um a um. Gemi ao sentir o toque do seus dedos se afundarem em mim com força novamente, com o polegar ele acariciava meu clitoris enquanto enfiava dois dedos dentro de mim, em movimentos lentos de vai e vem, ele continuava a beijar meu pescoço, meus lábios, sua lingua passeava pelo meu corpo. Subiu uma de suas mãos até meus seios os estimulando.

- Agora preciso que você goze, quero estar dentro de você logo pequena.

E assim seus dedos entravam e saiam de mim com mais força e rápidez, sua lingua fazia um trabalho maravilhoso, enquanto uma de suas mãos acariciavam meu corpo.

- Aaahm !!!

Gemi ao sentir um espasmo, meu corpo se aproximava do climax, mas mesmo assim o ritmo dele foi mantindo.

- Não faça barrulho pequena, não queremos uma plateia.

Arquiei meu corpo e me aproximei de seu ouvido e gozei lentamente.

- Assim você acaba comigo.

Ele me jogou no sofá, tirou os dedos de dentro de mim e os levou aos lábios.

- Adoro sentir seu gosto.

Fechei os olhos por um momento ainda estava sentindo o misto de sensações  que um orgasmo proporcionava,  ouvi o barrulho do ziper  de sua calça sendo aberta, vi sua ereção saltando para fora, lambi os lábios institivamente, tentei levantar o corpo, queria sentir seu gosto, queria dar o mesmo prazer para ele, faze - lo gozar com minha boca, mas ele me segurou.

- Não temos tempo pequena, mas não faltarà oprtunidade.

Fiz bico para mostrar minha indignação, mas nós realmente não tinhamos tempo, ele me penetrou fundo, senti sua boca na minha e suas estocadas um pouco violentas e  fortes, mas nada que me machucasse, ao contrario meu prazer aumentava cada vez mais, seu membro estava latejante, era tudo tão intenso, forte e bruto, ele se aproxima e com uma voz doce  sussura ao meu ouvido.

- Vamos minha pequena, goze, goze agora... é uma ordem.

Não sei o que acontecia comigo, mas no momento em que Ricardo falou, senti minhas pernas tremerem, senti meu corpo se contorcer, passei a lingua pelos lábios e me desmanchei em um orgasmo, Ricardo solto um urro um pouco alto se desmanchando de prazer ao me penetrar forte uma última vez.

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- Bom senhores, acho que já está tudo resolvido.

- Sim.

Todos falaram ao mesmo tempo, eu estava sentada na cadeira ao lado direito de Ricardo, posso dizer que meu corpo ainda esta fraco, e o meio de minhas pernas totalmente  molhadas, em parte por que Ricardo está com minha calcinha em seu bolso, e em parte por que mesmo com tantos orgasmos, minha sede por ele não tem fim.

Depois de todos sairem da sala comecei a guardar minhas coisas, senti Ricardo encostando em mim.

- Não está esquecendo nada?

- Não.

Falei seria

- Tudo bem.

Ele saiu pela porta com aquele sorrisinho safado, " meu deus que sorriso", mas se ele estava achando que eu iria pedir a minha calcinha a ele, ele estava enganado.

Vou para minha sala, a reunião foi longa e eu ainda tenho coisas a fazer, assim que sento meu celular toca e vou atender.

- Aló.

- Oi meu amor.

- Quem é?

- Sou eu Liv, Bernardo.

Não acredito, congelo um instante, havia esquecido que apaguei o número desse cachorro do meu celular.

- O que você quer?

- Conversar.

- Não estou a fim. Tchau.

Desligo o celular, porém Bernardo insiste e acabo desligando totalmente o celular, termino minhas coisas e olho no relogio, acabo percebendo que se passou um pouco do horário de ir embora, Vic veio a minha sala se despedir acho que já tem uma hora, levanto e olho pela janela, está escuro e o céu está cheio de estrelas, a noite parece estar linda.

Guardo minhas coisas, pego a bolsa e desço em deireção a garagem do prédio, o escritório está vazio, além dos seguranças não vi mais ninguem, entro no elevador e chego a garagem rapidamente, nunca tinha passado tanto do horário, e nunca tinha visto o quão escuro é este lugar, caminho em direção ao meu carro, escutando o barrulho do meu salto batendo no chão, acho que fiquei com um pouco de medo, e comecei a andar um pouco mais rápido, ouvi barrulhos e me virei para trás, não vi nada apesar de ter imaginado que sim, ando mais rápido em direção ao carro, entro e dou partida porém o carro não liga, faço isso nas três vezes seguintes obtendo o mesmo resultado.

-- Merdaaaa!!!

Decido ir andando, pego a bolsa e assim que saio do carro escuto o mesmo barrulho, parece ser de passos, como se tivesse alguém, vou em direção a saida.

- Ei onde vai?

Olho para trás e vejo Ricardo se aproximar,
- Ainda aqui? Pergunto
- Sim - ele sorri. - o que houve com o carro?

- Não sei, vou ligar para o mecânico.

- entre aqui então.

Ele abre a porta de seu carro, fico meio envergonhada mas entro assim mesmo.

- E então onde mora pequena?

Sorrio e passo o endereço, assim que chegamos me despeço mas Ricardo  me puxa para um beijo.

-  Isso não é justo.

-  Nada é.

Saio e subo para meu apartamento no caminho já ligo para o mecânico e peço para ele deixar meu carro em casa qando acabar.

Desejo Ardente. Parado Histórias para pegar e não largar. Descubra agora