Maria Luíza Narrando
Que droga eu estava fazendo?
Porque eu saí correndo de um lugar que eu mal conhecia. Parei em uma viela e encostei na parede, era muita coisa pra minha cabeça.
- Entra no carro patricinha! - PM Gritou de dentro do carro.
- Nossa obrigada eu não sabia nem... - fui interrompida por um beijo, não um beijo normal, um beijo que eu nunca havia dado igual.
- Cala a porra da boca, você fala de mais! - puxou o banco para traz a me trouxe para seu colo. - Gostosa!
- Calma Pedro, me deixa sair. - dizia ofegante tentando me afastar de suas mãos que me alisavam toda.
- A sua boca, cala ela! - Ele disse e continuou me beijando, enquanto me apertava enlouquecidamente, eu nunca havia passado por aquilo, sentido aquilo.
Continuamos se beijando e então decidi provocar também, comecei rebolar em seu colo, logo sentido seu membro endurecer. Ele percebeu o que eu estava fazendo e deu um sorriso.
Bingo! Créditos aos filmes que assisti ao logo dos meus anos.
- Se não quer se queimar, é melhor parar de brincar com fogo! - Sussurrou em meu ouvido e me mexi mais em seu colo. - Você que escolheu! - Falou e tirou a calça.
- Epa não, melhor não, você não é o cara, aqui não é o lugar é esse não é a hora! - Falei tentando sair e ele enfiou a mão na minha calcinha colocando a mesmo para o lado. - Pedro para, nao! - tentei tirar sua mão que brincava com meu clitóris. - Ahh
- Não vou fazer nada que você não queira! E para com esse papo de Virgem, até parece que é uma, é só sexo, vem logo princesinha, é só sentar...
Não sei o que deu em mim, eu era Virgem, eu estava com aquele papo pois tinha medo, mas quer saber?
Loucuras valem a pena, ou não.
- Só um pouco inferno, não acredito que vou fazer isso em um carro mas que AHHHHH! - Gritei quanto senti ele tentando entrar, rasgando minha virgindade, o olhei e o mesmo mordia o labio.
- Que aperto - Disse empurrando mais do que devagar, e indo, indo até eu me acostumar com aquilo que era novidade encima local super apertado, quando tomei o controle de tudo, rebolando sobre seu colo e o vendo gemer baixinho a apertar minha bunda. - É melhor você parar se não ahhh - Ele gemeu e começou a me ajudar investindo rápido e com força, logo senti minhas pernas tremem e sentir uma sensação maravilhosa, quando senti um líquido quente dentro de mim.
- Não acredito que fiz isso. - Disse ofegante. - Inferno, perdi minha.. Dignidade com um traficante! - mudei o rumo da frase quando ele me olhou.
- Toma. - Me deu um negocinho pequeno, parecia um comprimido, sei lá, pílula talvez. Não sabia, só tinha um gosto bom. Não perguntei o que era pra não se passar inexperiente.
- Me leva até as minhas amigas por favor... - Falei e ele assentiu, já conseguiu o que queria agora descartava, filho de uma pura asqueroso.
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Grávida do dono do Morro
RomanceMaria Luiza sempre foi o típico de menina meiga e sempre muito educada, mas como toda menina, tinha suas amigas, Laura e Beatriz, que moravam na favela da rocinha, e que sempre que podiam, levava a amiga que morava no bairro nobre de Copacabana pro...
