Eu só podia estar louca ou morta, por estar vendo um morto na minha frente, só podia ser loucura, não pode ser.
- Anda porra! Solta ela agora Matheus! - Caio falou apontando a arma para Matheus que me segurava apontando uma arma para minha cabeça.
- Caio... - foram as últimas palavras até que eu desmaiar.
Pedro Miguel Narrando:
Filho da puta! Isso era hora de chegar? E chegar assim, deixando a Maria em choque!
Do outro lado da rua eu não tirava os olhos dela, foi quando ela ficou pálida e meio bamba, certeza que iria cair.
Tirei forças de onde eu nem sabia que tinha e me soltei deles, fazendo ser mira de Varios tiros, corri até Maria e a segurei, que já se desfez em meus braços.
- Droga! - resmunguei pegando ela no colo, quando senti algo ardendo em minhas costas! - Inferno! - Gritei, tinha levado um tiro, olhei pra traz e Luan me olhava vitorioso.
Quase me desequilibrei e deixei Maria cair dos meus braços, mas precisava salvar minha pequena e minha filha, mesmo que fosse a última coisa que eu faria!
- Pedro caralho! - Gabriel veio correndo na minha direção e pegou a Maria Luíza, a entregando pra DG que já chegou junto. - Você foi baleado porra! - quando ele falou isso eu pedir as forças e cai no chão, rindo.
- Essa porra dói pra caralho! - falei rindo e gemendo de dor. - Leva ela daqui, cuida dela, cuidem da minha filha, da minha mãe e do Benício! - falava com dificuldade.
- Para de falar merda porra! - GB falava tentando me levantar, mas sem sucesso.
- Nós dois sabemos que esse tiro foi certeiro parceiro.. - falava em um fio de voz. - Acaba com aqueles desgraçados pra mim, me vinga irmão! - falava com dificuldade, essa merda doía mesmo. - Cuida da minha família. - falei por fim me entregando a dor e apagando.
Gabriel Narrando:
Porra, eu mataria o desgraçado que fez isso com meu parceiro, iria descer tanta bala nos filho da puta que não ia precisar nem de caixão.
- Mas que porra! Ele tá morto? - Disse Caio chegando até a gente.
- Não porra! Ele não pode morrer! Esse desgraçado não pode morrer! - falei pegando ele e jogando no ombro. - DG pega o carro e liga pro Dr. Afonso, avisa que estamos chegando e chegando na encolha, que se avisar a polícia sento a bala na família dele! - DG assentiu e correu pra boca pra pegar o telefone.
- Bota no carro! Eu levo, ficha limpa, você tem coisas pra resolver aqui! - Malandrinho falou abrindo a porta do banco de traz, coloquei Pedro la e ele correu dar partida pro hospital.
- Cadê os filho da puta que fizeram isso?! - perguntou nervoso pro Caio.
- Consegui pegar o Matheus e o Henrique, o rato do Luan fugiu porra! Mas já botei uns cara pra achar ele! - assenti coçando a cabeça nervoso. - Cadê a Maria?
- Levei pra Laura, estão lá cuidando dela! Todo mundo já desceu agora que as coisas melhoraram! - DG chegou explicando. - Tudo na paz?
- Que paz o que parceiro! Pedro tá na pior, pode morrer, o desgraçado que sentou à bala nele fugido!
- Como assim? O que houve com o meu filho?! - Dona Marcia chegou perguntando, já com lágrimas nos olhos.
***
Oi amores! Desculpa a demora, hoje foi pancada, super
Corrido.. mas cá estou..
O que estão achando?
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Grávida do dono do Morro
RomansaMaria Luiza sempre foi o típico de menina meiga e sempre muito educada, mas como toda menina, tinha suas amigas, Laura e Beatriz, que moravam na favela da rocinha, e que sempre que podiam, levava a amiga que morava no bairro nobre de Copacabana pro...
