Antes de mais nada eu gostaria de fazer algumas observações. Nesse capítulo eu inventei um motivo por trás do ataque de Nilfgaard a Cintra e porque eles queriam pegar a Cirilla, mas não quero que vocês tomem isso como um fato ou spoiler, porque quem leu os livros sabe que o real motivo é um pouco mais complexo e totalmente diferente.
Os livros também falam sobre os poderes da Ciri. Eu vou tentar usá-los para uma breve explicação no decorrer da história, mas também quero explorá-los da minha maneira, então não pensem que eu vou me apegar a narrativa original.
Até porque isso aqui é uma fanfic né gente kkkkkkkkk.
Bom, recados dados. Boa leitura, amores <3
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Cirilla
Plotka estava amarrada em um pilar virando a próxima esquina. Corremos até ela, antes verificando se nosso caminho se encontrava livre, e constatando que não havia ninguém que nos oferecesse risto, Geralt me segurou pela cintura e me ergueu, me colocando no lombo da égua. Em seguida a desamarrou e montou no animal, se posicionando atrás de mim e tomando as rédias, mantendo meu corpo seguro entre seus braços.
- Vamos Plotka. - o bruxo pediu com gentileza e uma certa urgência, e imediatamente a égua começou a se mexer. Ele agitou as cordas e instintivamente ela começou a correr.
O animal era veloz. Cavalgamos a toda velocidade pelas ruas sangrentas de Cintra, passando por corpos e despistando soldados Nilfgaardianos. Logo na saída da cidade havia um batalhão de homens com armaduras negras e espadas afiadas. Estremeci, tive vontade de tomar as rédeas da mão do bruxo e dar meia volta.
- Geralt, não vamos conseguir passar. - observei, virando a cabeça para olhá-lo. Seus olhos amarelos se mantinham fixos no caminho.
Ele nada respondeu.
- Geralt.
A égua parecia cavalgar cada vez mais depressa.
- GERALT! - minha voz já beirava o desespero.
A poucos metros, os inimigos se armavam com arco e flechas.
Fechei os olhos, aguardando meu corpo ser transpassado por flechas ou minha cabeça decepada por uma espada, mas só o que obtive foi o galopar ritmado de Plotka. Quando reabri o olhos, estavamos passando ao lado do cavaleiros.
Estranhei quando eles nada fizeram além de nos observar fugir.
Me voltei mais uma vez para o bruxo e constatei que o mesmo permanecia com sua mão erguida. Outro sinal. Eu só não sabia o que realmente ele fazia, só que era o suficiente para nos manter vivos diante de quase dez inimigos.
Cavalgamos por horas dentro da floresta, e quando questionei o motivo ele me respondeu que era para evitar deixar rastros.
- Será mais difícil os soldados nos encontrarem na floresta.
- Não seremos encontrados por soldados, mas com certeza os monstros nos acharão. - resmunguei, revirando os olhos.
- Você está sendo ingrata, princesa. - sua voz soou firme em minha nuca. - Até porque, se esqueceu que se encontra na companhia de um caçador de monstros.
- Puxa, que sorte a minha. - ironizei. - Minha cidade está sendo invadida e saqueada, os cidadãos estão sendo torturados e mortos. Meus avós estavam lutando e eu nem sei se estão vivos, mas uau, como eu sou sortuda por ter aqui comigo meu cavaleiro de gibão de couro.
- Você deveria estar morta. Ou sobre o domínio de Nilfgaard. Por acaso sabe o que queriam com você? Sabe por que um exército inteiro foi mandado para te pegar?
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Lei do Destino [Reta Final]
Fiksi PenggemarCirilla acordou novamente assustada, com a respiração entrecortada e seus dedos quase rasgando os lençóis. Um nome subia por sua garganta e se perdia em seus lábios, caindo no esquecimento. Há várias noites a princesa sonhava com uma figura mister...
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