Avisos:
Essa estória retrata assuntos como: relacionamento abusivo, uso excessivo de drogas, morte, descrição gráfica de violência e adultério. Os nomes citados não tem ligação com as ações dos personagens. Eu não contribuo com os assuntos abordados.
Se não se sentir confortável, por favor, não prossiga. Por mais de tudo, eu gosto dessa história, porém odeio a escrita e vocês verão o motivo. Infelizmente não tenho paciência para parar e revisar todos os erros, então não me condene tanto assim. Ainda acho que é um história que vale a pena ler. 🥹
Prólogo.
Se você tem, pelo menos, uma trajetória de vida razoável nesse planeta que chamamos de casa, provavelmente percebeu que nós, seres humanos, compartilhamos de hábitos e vícios bastante estranhos e perigosos.
Mesmo estando perto de manipular nosso próprio código genético, criar carros capazes de voar e povoar nosso planeta vizinho e avermelhado. Mesmo possuindo da força intelectual que nos difere de toda vida no planeta, ainda assim, não conseguimos escapar de pequenas substâncias aparentemente inofensivas (à primeira vista) como nicotina, cocaína e álcool. Ainda somos pateticamente fracos.
Há entre os vícios, o pior de todos, o mais cruel e carrasco: Amar.
É esse o de Park Jimin, nosso personagem principal.
Amar ao ponto de valorizar alguém mais do que a si mesmo. Esse, assim como o vício de qualquer substância que ingerem para alívio, conforto ou necessidade, mata. Mata aos poucos, corrói aos poucos, até não sobrar nada.
Agora sentado, ele o observava dormir, tão sereno que a respiração era calma. Estava vulnerável e à mercê de seus cuidados, mostrando a face do verdadeiro homem por quem havia se apaixonado. Percebeu o quão insignificante é o amor, quando se tem perto de si e ao mesmo tempo longe. O amor para Park Jimin significa fraqueza e os fracos não predominam, eles não estão no topo. O ódio é poder, o dinheiro é poder, estar no topo é poder e se lembraria disso pelo resto da sua vida, pois foi o homem por quem se apaixonou que o ensinou isso.
— Bom dia. O que está fazendo sentado aí me olhando?
Jimin soltou uma risada abafada e abanou as mãos para tirar aquela sensação de impotência de si, a qual sentia toda vez que o observava por muito tempo.
— Pesadelos, como sempre. Um pior que o outro, sabe como é... – sorriu e levantou da cadeira para se aconchegar no peito nu que o outro ofereceu.
Fecharam os olhos novamente e apenas o som de suas respirações era ouvido. Porém, segundos depois, foram interrompidos pelo barulho do aparelho no criado-mudo.
Hoseok esticou o braço e o pegou, levantando-se rapidamente quando viu de quem se tratava.
— Espero que não seja o Jackson reclamando que não sabe falar espanhol de novo e faç...
Jimin disse e se calou quando viu o maxilar perfeito de Hoseok trincar com força enquanto olhava raivoso para o aparelho em suas mãos.
— O que foi? — perguntou, mas Hoseok não respondeu. Seguiu em direção à porta para chamar um de seus homens. Jimin se sentou também, cobrindo o corpo com o lençol verde de cetim.
— Bambam, arrume tudo o que for meu nesse quarto. Coloque as coisas em qualquer uma dessas malas. Não esqueça nada, não teremos como parar. — deu a ordem ao seu subordinado e foi procurar algo para vestir.
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Ecstasy | namkookmin
Fanfiction[concluída] Jung Hoseok, líder de uma quadrilha do narcotráfico de Seul, é mandado em uma missão para pagar uma dívida de seu passado: acabar com um magnata CEO. Seu braço direito, Park Jimin, o ajuda se infiltrando na casa e na vida de Kim Namjoon...
