Supernova é a morte catastrófica de grandes estrelas.
Estrelas são como pessoas, vivem e morrem. E quando isso acontece, há uma explosão colossal que abala todo o universo de alguém.
Tudo é efêmero meio os gigantes do universo, Steve Rogers conhece...
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Começou a tocar uma música animada e continuamos a dançar juntos, eu rodava Natasha pelo ginásio, trazendo-a de volta para mim. Abracei suas costas, fazendo-a se mexer contra mim no ritmo da música. E elas iam embora, trocando de letra e ritmo, mas não saíamos da pista.
Dancei com Natasha até meus pés doerem e ela estar completamente ofegante.
- Eu preciso... de uma pausa. - ela disse, tossindo contra o braço.
- Claro. - sorri, conduzi-a pelas pessoas, e sentamos na mesa dos nossos amigos.
- Achei que iam dançar para sempre! - Tony comentou, virando um copo de ponche que não tinha cheiro de ponche.
- Que isso, Tony. - reclamei.
- Desculpa, senhor certinho. - ele sorriu, oferecendo o copo a Natasha, que apenas negou. Olhei para ela, meio preocupado. Sua respiração chiava e parecia que toda sua energia tinha sido sugada com a dança.
- Você está bem? - toquei seu rosto.
- Só meio cansada. - ela sorriu. - Preciso comer.
- Vamos até a mesa do buffet! - Wanda levantou puxando Natasha e Jane, e elas saíram por aí rindo.
- Cadê a Pepper? - perguntei e Tony, que bufou.
- Até a coroação do rei e da rainha ela vai ficar por conta da organização, só depois terei minha loirinha. - ele respondeu, bufando.
- Ela é a presidente, certo? - sorri.
- Do país? É sim. - eu ri, e percebi que Sam e Thor faziam uma competição de virar uma garrafa de refrigerante do outro lado da mesa.
- Vira, vira, vira! - Bucky gritou, enquanto eles viravam as garrafas. Sam cuspiu para todo lado refrigerante, enquanto Thor engoliu a última gota antes de soltar um arroto.
- Que nojo, Thor! - Bruce reclamou.
- É arte! - ele sorriu. Hill, parceira de Bucky, ajudou-o a se limpar enquanto dissertava sobre como ele é idiota.
Passei os olhos pelo salão, vendo Betty Ross, a filha do diretor sentada entediada nas cadeiras, sem ninguém.
- Ei, Bruce. Psss! - chamei, e ele olhou para mim. Apontei com a cabeça para Betty.
- Não, não, não, eu sou um desastre. Vou morrer sozinho. - ele cruzou os braços, enquanto me levantei.
- Ela fica te olhando na aula, okay? Ela é inteligente, parece ser legal e é bonita. Se não chama-la para dançar vai se arrepender pro resto da vida. - coloquei a mão na cintura.
- Eu não sei dançar. - ele bufou.
- Nem ela, aposto. - Tony disse, sorrindo.
- Só precisa sentar lá e puxar um papo científico, aposto que vai dar certo. - puxei-o para cima. - Vem.