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Capítulo 51 : eu vos declaro...
Pov's Elizabeth Smith/ em breve Jones kkkk

— você verificou a lista de convidados? Se está tudo certinho ? — Lina estava me ajudando com o vestido, e as meninas logo chegariam para concluirmos a tradição.

L: pode ficar tranquila querida, deixei minha equipe inteira a disposição do seu casamento, não é todo dia que organizamos o casamento de Elizabeth Smith. Você foi disputada, garota.— eu sorri, ela falava como se eu fosse uma super estrela, Ariana Grande, Madona, seu lá, qualquer uma dessas garotas maravilhosas.

B: não exagere, sou apenas uma psicóloga.

L: sim, psicóloga, fundadora de uma ONG, escritora de um dos livros mais vendidos do país, sem falar no noivo que além de gato é dono de uma das maiores imobiliárias do país e apoiador de milhares de causas sociais, vocês são o casal do momento meu anjo.— se a meta de Lina era me deixar mais calma ela conseguiu, falar de Jughead me deixava mais calma, porque se eu tinha uma certeza na vida, era que eu o amava e que quando eu chegasse a igreja ele estaria lá me esperando,lindo como sempre.

Lindo como o amor da minha vida.

C: olha quem chegou...a rainha linda e maravilhosa vulgo eu mesma.— disse Cheryl entrando com sua pequena tropa, composta por ela - obviamente- Toni, Verônica e tia Mari.

T: trouxemos tudo,e você está deslumbrante.— Toni usava um vestido azul turquesa , longo e colado.

Cheryl usava um vermelho, mais ou menos do mesmo modelo, porém o dela tinha um decote maior.

O de Verônica era amarelo clarinho, e um pouco mais soltinho também,mas não deixava de marcar sua Incrível cintura e o decote - não muito grande- exibia uma pequena parte de seus seios que ficaram lindamente fartos depois da amamentação.

E tia Mari, tia Mari estava maravilhosa, com seu lindo vestido rodado que se agarrava a cada curva de seu corpo torneado. - que Deus me ajude a chegar aos 57 com esse corpo- o vestido era mais fechado e sem muito decote, que foi devidamente compensado pelo lascão no lado direito.

B: o que trouxeram pra mim?

T: uma coisa azul — ela ergueu um lindo buquê de violentas azuis.

V: uma coisa nova— ela mostrou uma liga de renda branca.

B: oh meu Deus.

V: oras, não se faça de idiota, tem que colocar a liga para que seu marido a retire com os dentes na hora da festa.

C: ok,tá bom. Uma coisa emprestada.— então abriu a pequena caixinha que acomodava um lindo par de brincos de...

B: isso são diamantes ?

C: mas é claro, eu só compro peças legítimas, aliás não esqueça que são emprestadas, esses brincos me custaram o rin esquerdo.— ri com o sei exagero e coloquei os brincos.

M: uma coisa velha. — eu quase chorei, era o colar favorito da minha mãe, ele era dourado e tinha um pingente de coração, ela nunca tirava ele, nem pra tomar banho.

B: é... é o colar da mamãe ?— tia Mari assentiu e veio até mim.

M: agora é seu querida, sua mãe ganhou esse colar da nossa avó, ela nunca o tirava porque ele era muito importante, eu nunca entendi o motivo até ler o que estava gravado atrás. — tia Mari virou o pingente, as letrinhas eram miúdas quase não se era legível, mas estava lá.

"Que a flor floresça no coração de quem usar, porque no coração dessa pequena rosa o amor desabrochará"

E então ela abriu o pingente, era uma foto nossa, eu e ela, eu e minha mãe.

𝕋𝕙𝕖 𝕗𝕣𝕚𝕖𝕟𝕕 𝕠𝕗 𝕥𝕙𝕖 𝕟𝕚𝕘𝕙𝕥𝕞𝕒𝕣𝕖  - 𝐵𝑢𝑔ℎ𝑒𝑎𝑑 Onde histórias criam vida. Descubra agora