24. Luz do luar

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Henry

Eu percebi que a lasanha estava pronta e então caminho até a cozinha, mantendo-a no forno e colocando na mesa o vinho que havia pegado.

Eu estava subindo as escadas a fim de chamar ela para jantar, e dizer que estava tudo pronto. Mas assim que chego no quarto, meu olhar para em um corpo deliciosamente exposto.

Já sinto minha ereção crescer e meu desejo aumentar; suas pernas estavam a vista, e brilhavam, implorando para ficarem vermelhas. Ela se vira e aí sim eu enlouqueço, seus peitos sobressaltam o sutiã, e expõem pouca parte de seus mamilos, e minha boca seca ansiando para poder ter-los na boca.

Ela percebe meu olhar, mas digo algo antes dela. Tento sair do quarto e me distrair, ela me disse esses dias que queria, mas que não estava querendo ir tão rápido. Mas, caralho, ela com aquele corpo, e aquelas curvas desenhadas perfeitamente, e sem falar naquele bunda, que pede para receber uns tapas.

Com ela, me sinto um feroz, como um caçador apenas espreitando a presa para ao final do dia devorar. Ah, e como eu a quero devorar. Não me controlo, e quando percebo já estou beijando, e pressionando meu corpo sob o seu. E graças, ela se entrega, e aprofunda nossos beijos.

Eu queria fode-la todinha, escutar seus gemidos implorando por meu toque, seus suspiros, o seu corpo respondendo prazerosamente ao meu corpo.
Em um impulso, a viro para a parede, e roço meu pau na sua bunda, apertando sua cintura, tentando nos aproximar mais, como se fosse possível.

Eu precisava senti-la, e eu queria que ela se entregasse, eu necessitava tentar e ver se haveria alguma resposta.

Estou doido para foder você todinha.- digo apertando sua bunda, e pressionando minha ereção nela.
Então fode.- diz baixo, mas eu consigo ouvir.

E bastou essa confirmação para eu lhe atacar mais. O seu corpo estava quente, e era essa quentura que eu queria. Ela virou-se para mim e a beijei com prazer, com garra, eu queria dominá-la, ver ela toda indefesa na cama, sem poder se mexer.

E era isso que eu ia fazer, em um movimento rápido a pego no colo, segurando suas pernas em cada lado da minha cintura. Caralho, sentir sua intimidade a pouco centímetros do meu pau, estava me levando a loucura.

A pressionei mais na parede e junto meu pau no seu íntimo, ela gemia na minha boca, os beijos afogavam sua voz mas a vibração da fala eu sentia. Solto sua boca com mordidas, e procuro beijar ao máximo seus peitos. Beijando seu pescoço, eu sentia o delicioso cheiro do seu perfume, misturado com um cheiro recente de banho.

Ela conseguiu despertar um devorador, esse corpo, essa boca, me enchiam de tesão.

—Me leva para cama.- disse ofegante enquanto arranhava minhas costas.
—É para já.- desgrudo-a da parede e em passos lentos com ela em meu colo, caminho para a cama.

Deitamos na cama e a minha visão era incrível, ela estava começando a suar, com seu cabelo preso, mas algumas mechas haviam caído, seus peitos subiam e desciam mostrando uma respiração animada. Eu queria observar todo seu corpo, beijar cada parte, saborear o gosto doce da sua beleza.

Mas não hoje!

Tiro a minha camisa, e observo seu corpo percorrer olhares ao meu, e um sorriso ladino apareceu em sua boca. O olhar escuro e cheio de desejo dela, me enchiam de prazer. Eu estou indo devagar, sei que é a primeira vez dela, mas se continuar com esse calor e tesão, eu não vou aguentar.

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