Capítulo 39

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POV Izze

- Aí que dor de cabeça.. - Murmuro quando tento abrir os olhos.

- Foi um dia longo.

Ouço a voz de Klaus. Ele está parado no meio do quarto enquanto me encara. Quando finalmente foco minha visão, nossos olhares se encontram e Klaus me lança um sorriso.

- Bom dia?

Reviro os olhos.

- Por que está fazendo isso, Klaus?

Ele se aproxima de mim.

- Talvez comigo você consiga não se meter em problemas.

- Não é culpa minha se eles me perseguem!

- O problema é que agora a minha vida também está em jogo.

Franzo o cenho sem entender.

- Do que está falando?

- Não sei como, mas quando te dei meu sangue e a transformei em vampira... Criamos uma ligação...

Faço uma careta.

- Grrr... Não pode ser...

Ele me encara.

- E você acha que eu estou feliz com isso? Você é um ímã para problemas, amor...

- Então me deixa ir.

- Considerando que um deles pode acabar te matando... - Ele finge pensar - Não, eu não posso te deixar ir...

Suspiro ao mesmo tempo que reviro os olhos.

- Pelo menos me diga onde estamos.

- Minha Cidade... New Orleans. - Ele diz sorrindo.

POV Damon

Jogo os copos que estão na mesa da sala no chão.

- COMO ASSIM VOCÊ NÃO SABE ONDE ELES ESTÃO? - Grito com Katherine que me olha assustada.

- Não me lembro de ter ficado como babá dela não, tá bom?

- Katherine não tem culpa, Damon. - Stefan diz.

- Obrigada.

Respiro fundo tentando controlar minha raiva.

- Está claro que Klaus está preocupado com sua segurança. Ele não vai machucar a Izze! - Stefan volta a falar.

Solto uma risada sem humor.

- E o que fazemos então? Sentamos e esperamos ele trazer ela de volta? - Pergunto ironicamente.

POV Rebekah

É noite e acho que me perdi. Klaus não falou comigo desde que ajudei Izze a o prender pra eu ir atrás da cura, mas estou cansada desse silêncio todo e resolvi ir atrás do meu irmão.

Ao voltar para Místic Falls, vejo que eles estão em festividade.

Uma grande multidão se reuniu na praça para comemorar não sei o que.

No entanto, de longe vejo um pequeno grupo, um pouco mais distante da multidão.

- Você não me é estranha... - Digo em voz alta a mulher ruiva a minha frente.

Ela me encara.

- Sinto muito, mas não me recordo de você...

A encaro de volta e então vejo um tipo de aparelho eletrônico em sua mão.

- Você é daqui? - Ela pergunta.

Levanto uma sobrancelha.

- Na verdade, não...

Damon Salvatore Onde histórias criam vida. Descubra agora