Aparências

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Saímos do quarto de Anthony, e assim que fecho a porta, Erwin me agarra, me dando mais um de seus beijos que me deixavam completamente entregue a ele. Devagar, nos deitamos na cama, enquanto trocávamos beijos e carícias.

- E-Erwin, espera... eu estou cheirando a leite de peito!

- Tudo bem, eu não ligo pra isso.

- Mas eu sim! Então eu queria tomar um banho rapidinho...

- Tudo bem, tomamos banho juntos, então.

Fomos para o banheiro, e rapidamente ele tirou todas as suas roupas. Eu simplesmente fiquei o admirando, parada.

Deus, achei que nunca teria essa visão de novo...

- Morgana?

- Hum?

- Já pode tirar suas roupas, se quiser. – disse, já entrando no box e ligando o chuveiro.

Eu baixei a cabeça, e ele percebeu que tinha algo errado. Caminhou até mim, e colocou a mão na minha cintura:

- Morgana, o que está acontecendo? Não acredito que está com vergonha de mim!

- Não, não é isso... e que... eu mudei um pouco, Erwin. Meu corpo está diferente desde a última vez que você viu...

Ele sorriu maliciosamente, e disse:

- Eu percebi que seus seios estão maiores. E pra falar a verdade, isso me deixou bem excitado... seu quadril também está um pouco mais avantajado... você criou curvas maravilhosas.

- Não, não tô falando disso... é que quando eu engravidei do Anthony, dos seis aos nove meses minha barriga esticou muito, e muito rápido... então, sabe... agora eu tenho umas marcas nela.

Ele sorriu acolhedoramente pra mim.

- Está com vergonha porque agora tem estrias, e acha mesmo que eu vou me importar com isso? A única coisa que eu tenho que fazer é te agradecer, porque você ficou assim pra me dar o maior presente que alguém já me deu! Você não vê isso?

Então, ele colocou as mãos na barra da minha blusa, e eu levantei os braços para que ele a tirasse, e depois, o short, junto com a calcinha, me deixando completamente nua.

- Agora, - continuou – sempre que eu olhar pra você, vou lembrar das coisas que passamos. Todos os momentos felizes, mas também todas as dores, dificuldades..., mas que no fim, conseguimos superar tudo isso e ficarmos juntos, para sermos uma família.

Eu sorri fraco, e disse:

- É, mas ainda falta o boss final: meu pai.

- Sim, e essa provavelmente vai ser a parte mais complicada disso tudo. Mas não quero pensar nisso agora. Só quero você pra mim.

Nos beijamos apaixonadamente, enquanto caminhávamos até o box. Liguei o chuveiro, e fiquei um pouco embaixo dele, enquanto Erwin me abraçava por trás, fazendo com que suas mãos passeassem pelo meu pescoço, seios e meu abdômen. Aquele toque era tudo o que eu precisava, e somente isso fez com que eu entrasse em combustão. Me virei e o prensei contra a parede, beijando sua boca violentamente, e ele gemeu baixinho. Me pegou pelas pernas, e eu as fechei em torno de seu quadril, enquanto nós voltávamos para o quarto. ele me jogou em cima da minha cama, e eu podia sentir seu membro duro esfregando contra minha intimidade, e eu gemia só com esse atrito. Logo desceu seus lábios pelo meu corpo, e eu observava cada ação dele cheia de expectativa. Gemi alto quando seus lábios e sua língua encontraram meu clítoris, mas logo levei as minhas mãos a boca, com medo de acordar nosso bebê, que dormia no outro cômodo. Não precisou de muito pra que eu gozasse forte na boca dele. Ele subiu novamente em direção a meu rosto, e disse:

Fruto ProibidoOnde histórias criam vida. Descubra agora