M E R I D T
Entro na sala de Antonieta, coloco os papeis em cima da mesa e vou ate sua cadeira e sento. Começo a revisar os pepeis dos lucrus que tivemos no ultimo desfile e o quanto a gente vai poder enconomisar esse ano.
Quando ela sai eu fico responsavel por tudo, isso é muito dificil porque o gente que ela organiza as coisas, o tempo que ela se dedica a tudo. Eu não consigueria se fosse a dona.
Começo a proucurar por uma pasta vermelha e tem todos os lucru e gastos do ano passado do desfile. A sala dela é muito organizada, que odio!
Escuto a porta se abrir mas eu estou de costas tentando pegar a pasata vermelha la em cima. Logo sinto um corpo quente atrás de mim, um cheiro bom invade minhas narinas e sinto meu corpo relaxar por alguns segundo ate eu caí na real e me vira.
Quando me viro meus olhos batem em um peitoral coberto por uma camisa preta e uma jaqueta de colro. Subo meus olhos ate os olhos azuis e sorrizinho de lado.
Engolo em seco pela distancia.
Matheus - ola gatinha - fala abaixando as mãos e me prendendo contra a estande de livros e arguivos.
Meridt - o que você quer aqui? - pergunto tentando arrumar os pensamentos.
Matheus - você - fala calma e aproximando do meu rosto mas eu viro a cara.
Vejo seu semblante ficar serio e seus olhos azuis ficarem escuros.
Meridt - pode me da licença? Eu preciso trabalhar - fala tentando sair.
Matheus - deixo, mas antes tem que me agradar - fala ja mais relaxado com um sorriso de lado.
Meridt - que? - pergunto indignada. Quem esse filho da puta acha que é para fazer isso e me prender na parede?
Ele dece os olhos por minha boca e vai para meus seios, me sinto incomodada com aquilo e quando vou fazer algo, ele abaixa a cabeça negando, depois olha para outro canto da sala, ele se aproxima de mim e me da um beijo na testa saindo da sala logo em seguida.
Fico parada ali alguns minutos tentando organizar o que aconteceu aqui. Nego com a cabeça e vou me sentar na cadeira que estava antes.
 M B A R
Entro no hospital e sorrio para menina da recepção. Sigo para a sala de Evyle segurando meu celular. Saiu do elevador e vou para o corredor da sala dela, quando estou na porta para entrar vejo alguem sair de outra sala, a qual eu fui há alguns dias atrás.
Repiro fundo e começo a andar em direção a ela. Quando ja estou de frente dou duas batidas ainda receiosa e escuto um "entra". Assim fasso.
Quando feixo a porta atrás de mim vejo o medico que fez meu checkp sentado atras de uma mesa anotando algo e serio. Ele lago a caneta e levanta o olhar para mim.
Sinto minha calcinha molhar pelo olhar serio dele.
Evan - em que posso ajudar - pergunta com o rosto mais suavizado.
Âmbar - vim visitar Evy e aproveitei para saber se ja terminou seu relatorio - falo sentindo meu rosto cora e vejo um pegueno sorriso de canto se formar na boca dele.
Evan - ainda não. Estou com dificuldade de arrumar tudo - fala apontando para que eu sente.
Âmbar - bom, eu no sou uma excpert no assunto mas se precisar de aljuda - dou de ombros olhando para baixo.
Evan - saiba que eu vou combrar - fala serio mais ainda divertido me fazendo sorrir e olhar para ele.
Passamos um tempo um olhando para o outro ate ele desviar o olhar para o computador. Decido deixar ele resolver as coisas dele e dou as costas.
Quando estou segurando a maçaneta da porta eu me viro para ele que me olha com esperança no fundo do olhar.
Âmbar - estou indo almoçar sozinha, gostatia de me acompanhar? - pergunto abrindo um pouco a porta.
Vejo ele suspirar e se levantar tirando o jaleco branco e vem ate mim que não consegui em momento nenhum tirar os olhos dele.
Quando percebo ele esta em minha frente me secando como se eu fosse um prato de comida. Engulo em seco e passo pela porta. Seguimos no corredor um ao lado do outro recebendo muitos olhares curiosos.
A N T O N I E T A
Começa a pintar o desenho que acabei de fazer. É um vestido que minha tia Aisha em ajudou dando uma ideia. Queria dar de presente para mamãe, ja que o aniversario dela é dois dias depois que eu chegar de viajem.
- iremos pousa no territorio romano em cinco minutos, peço que coloquem o cinto de segurança - fala o piloto.
Coloco o cinto de segurança e feixo os olhos. Eu tenho medo de andar de avião, mas ando porque realmente eu preciso e como minha mãe me encinou, eu nunca deixo o medo vencer.
Sinto um frio na barriga e sei que o avião esta pousando. Logo escuto o piloto falar que ocorreu tudo bem e ja estamos em terra firme.
Solto o sindo de segurança arrumando minhas coisas que estavam em cima da mesinha.
Eu quero mais é sair daqui.
Assim que passo pela porta sinto o vento frio bate em meu rosto, desço as escadas e vou rumo ao carro preto que tinha dois homem colocando minhas coisas eles se destanciaram e foram para outra área do areoporto.
Quando me aproximo sinto um pano no meu nariz, nesse momento percebo o que esta acontecendo. Predo a respiração para a toxina não estra no meus pumões, chuto a parto intima de eu sai la quem, seguro sua mão e giro quebrando seu braço.
O homem de juleho - que agora percebi tambem usa terno - geme de dor no chão. Chuto seu rosto fazendo ele desmaiar e cair no chão deitado.
Limpo minhas mão uma na outra ate que sinto uma picada em meu pescoço e me viro vendo um outro homem atrás de mim. Ele me acerta um soco e aparti dai so sinto meu corpo ficar leve e depois ser arrastada.
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Herdeiros Killer - 2
De TodoAgora as nossas queridas mães se aposentaram, deixando os amados ex-bebês para comandar tudo. Inclusive os problemas do "inimigos". Antonieta: o verdadeira ditado de "não cutuque que onza com a vara curta" "-Prazer, a puta que vai fuder com teu...
