Capítulo - 35 " Oceano"

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•° Miguel °•

Depois do Fliperama fomos para um restaurante onde Niki comeu surpreendentemente bem, e voltamos para o hotel para nós trocarmos, enquanto Niki estava com Carlos, Mike me ajudou com algumas coisas da empresa das quais Pietro não estava conseguindo lidar, e claro que tinha que ser os dinamarqueses complicando as coisas. Quando eles não faziam isso?

Mais tarde, depois de uma hora e meia de discussão Niki veio até meu quarto para me chamar para irmos "pular ondinhas". Ele usava uma bermuda azul de golfinhos, e uma regata branca e como antes, seu rosto estava cheio de rastros de protetor solar.

— Quem que passou protetor em você? – Pergunto espalhando os restos do protetor-solar.

— O papa Carlos passou no meu corpinho, e o Niki passou no rosto. – Ele me informava com os olhinhos fechados e sorrindo, já que eu passava minha mão em seu rosto.

Sorrio para ele após terminar e lhe dou um beijo na bochecha.

— Prontinho. – Viro ele de costa e lhe dou um tapa na bunda. – Vamos ir?

— Ai Daddy! Não bati. – Ele me olha irritado o que acho engraçado.

— Não posso fazer nada se o meu baby é um gostoso.

Ele vai em direção a porta do quarto resmungando alguma coisa e eu o sigo para o térreo.

°• Niki •°

O papa Mi e o papa Carlos estavam sendo muito malvados comigo hoje e o Niki nem tava de castigo. Primeiro o Carlos que ficava batendo no meu bumbum toda vez que me via no filiperama e agora o Daddy.

Não é justo eles fica batendo no Niki... Meu bumbum já tava todo duido.

Ontem a noite quando dormi com o papa Carlos eu tava bem animado pra ter ele dentro de mim, mas aí ele demorou muito e o Niki pegou no sono. E hoji de manhã quando eu acordei ele tava de cara fechada.

Assim que eu e o papa Mi entramos no elevador eu apertei no botaozinho que descia lá em baixo, onde tinha aquela mulher que queria pegar os papas. Então sempre que a gente passava por ela eu olhava muito bravo pla ela.

As portas se abriram e logo vi os outros papas, eu quase corri pra eles mas aí lembrei que o Daddy não podi andar sozinho nessa parti do hotel.

Então peguei a mãozona dele, e segurei bem forte. A mãozinha do Niki era pem piquitinha, por isso a dele era uma mãozona. A gente passou pela vadia e eu olhei pra ela como todas as outras vezes.

— O Daddy é meu. – Eu falei bem baixinho olhando pra ela igual ao Papa Carlos quando tá irritado. E como sempre ela desvia o olhar. Sorrio satisfeito.

— Oi nenê. – Mike estica a mão pra mim e eu a pego.

— Oii papa. Gosto da minha bermuda? - Pergunto pra ele e sinto minhas bochechinhas ficarem vermelhas.

Ontem eles fizeram o Niki comprar um montão de coisas e a bermuda foi uma, então não sabia se ela tava bonita mesmo.

— Deixa eu ver... Da uma giradinha. – Di novo esse negócio de giradinha, eles pediram pra mim fazer isso todas as vezes, até que eu fiquei tonto de tanto girar e tive que parar de girar.

— Não Papa. O Niki vai cair de novo.

— Não vai não. Segura a minha mão.

Eu afirmo e dou uma giradinha. Ficando mais vermelho, a alergia do Niki tava voltando. - Penso.

— Plonto.

— Tá um gatinho neném.– Ele me dá um beijinho na bochecha.

— E o que vocês acharam? – Pergunto para os outros papa que ficavam me olhando.

O Baby DelesOnde histórias criam vida. Descubra agora