Angel Weffen é a miss dos Estados Unidos. É a filha do governador de Nova York. É a princesa de Manhattan. E a garota de Hades Radcliffe.
Angel é doce, adorada e extremamente bonita. Desde seu aniversário de 15 anos que seu coração pertence a Hades...
Me matando devagar, do lado de fora da janela Eu estou sempre esperando que você esteja esperando lá embaixo Demônios jogam os dados, anjos reviram os olhos O que não me mata, me faz te querer mais
Cruel Summer — Taylor Swift
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Engulo a porra da minha vontade de voltar até o quarto da Angel e beijá-la com todas as forças que tenho em mim. Caralho, eu mataria qualquer cara que tentasse chegar perto dela. Quando se trata da minha Angel eu fico fora de mim, eu perco todos os limites e a sanidade que eu tenho. Sou um fodido possessivo de merda.
Ela é minha, mas não pode ser. E Angel está certa. Isso que eu estou fazendo é errado, uma montanha russa, tenho que cumprir com o que eu digo. Manter a minha palavra e me manter longe. E é isso que irei fazer.
Fico no bar por um tempo, atendendo alguns caras e tentando esfriar a cabeça. Os dias no colégio estão na mesma, estou conseguindo me controlar apesar das piadinhas fodidas comigo. Largo o pano no balcão e tiro a chave da moto do bolso, saindo do bar e subindo na minha Harley. Acelero até perto de um mercado, esperando que queiram me atender. Paro a moto e a deixo em uma rua próxima. Desço e caminho pelo beco escuro. Tensiono meus músculos ao me sentir vigiado, perseguido. Olho para trás mas não vejo nada.
Sinto meu corpo ser jogado no chão e um soco desferido no meu rosto. Olho para cima e vejo um cara de máscara preta e dois outros do mesmo jeito atrás dele. Tento me levantar mas sou pressionado no chão e esmurrado sem dó nem piedade. Sinto o gosto metálico de sangue na minha boca e meu abdômen ser chutado várias vezes. Os dois caras me imobilizam enquanto o outro me bate.
— Isso foi só um aviso, Radcliffe — o que me bate esbraveja, enquanto abre minha jaqueta e tira minha carteira de dentro, junto com meu telefone. Minha cabeça tomba para trás zonza — Um aviso de Hebber Weffen para que vá embora da cidade! — o homem esbraveja chutando minha perna e largando meu telefone no chão. A tela dele acende e vejo um número me ligando.
— Filho da puta — sussurro com todos os músculos doendo quando ele pisa no meu telefone e os outros caras me jogam no chão. Tento me levantar mas não consigo, já que eles pisam em minhas costas. Pressiono meus lábios com força e me arrependo amargamente de não ter trazido minha arma.
— Nunca será bem vindo nessa cidade — um homem sussurra em meu ouvido e batendo minha cabeça no chão. Ele segura meu couro cabeludo com força e aperto os olhos sentindo uma dor fodida — Não se esqueça dessa noite. É o único tratamento que receberá desse lugar e dessas pessoas. Você é um lixo, Radcliffe. E tem que pagar por ser isso! — ele larga meu cabelo e tira o pé de mim. Vejo os três homens se afastarem e me deixarem jogado no chão.