Onde Han Jisung e Lee Minho escrevem um sobre o outro secretamente em seus caderninhos. Porém, Jisung acaba perdendo o seu, e quem o acha é Minho.
~ minsung
~ fluffy/soft
~ 2023; finalizada!
Levantei e fiz ele pular no meu colo, lhe segurei pela cintura e ele circulou as pernas no meu quadril, rindo suave pela sensação alegre que tínhamos naquele momento, estávamos conversando em silêncio, sabíamos disso com nossos corações próximos um do outro.
- Comprei comida, porque ainda sou uma negação na cozinha... - comentei meio envergonhado disso, mas nada que Hannie não soubesse também.
- Não é problema nenhum, hyung... Sei que deve ter escolhido um lugar muito bom pra comprar. - beijou meu cabelo, minha têmpora, o ponto mais alto de minhas bochechas e a pontinha do meu nariz, antes de tocar seus lábios nos meus - Podemos comer então?! - levantou as sobrancelhas interessado nisso até demais, então lhe coloquei no chão após um selinho em seu sorriso gostoso.
- Tem outro presente pra você na mesa... - avisei enquanto ia buscar as embalagens da comida, vinha um arroz salgado separado e as parmegianas, como do costume italiano, além de fritas em outra caixinha, assim abri todas e deixei sobre a mesa, colocando os talheres para nos servirmos ali.
Sentei ao seu lado e fui abrindo a garrafa do champanhe de maçã, vendo ele alisando a caixa de seu presente por fora, também era de veludo porém não eram alianças, ele já imaginava pelo formato provavelmente.
- Por favor, abre, pequeno. - entendi que o garoto estava muito inerte só observando, então toquei sua cintura ao abraçar lateralmente e deixar um beijinho em seu rosto.
O sorriso já existente pareceu brilhar mais ainda, quando pôde ver o colar fino com o pingente de borboleta, combinava com minha pulseira que ele usava e o pijama também, mesmo que não fosse meu maior objetivo, fiquei extremamente feliz de saber que ele havia escolhido logo aquilo para usar.
- Minnie! Que lindo! - deixou a caixinha na mesa e me abraçou direito, éramos muito chegados nisso, nesse contato intenso, nesses abraços a todo momento, nada superava - Muito obrigado, vou usar pra sempre... Você é minha borboleta... Quem me muda sem esforços, sempre pra melhor, me faz alegre e afinal é um dos seres mais bonitos da natureza. - beijou meu nariz de novo, segurando minhas bochechas, se ele gostava disso, eu também devia amar.
- Eu te amo, esquilinho, te amo demais. - beijei sua mandíbula e desci pro pescoço, em vários beijinhos agressivos e apressados, ouvindo ele gargalhar sozinho, me empurrando fraquinho pelos ombros - Deixa eu colocar em você! Vai combinar com tudo, gatão. - pedi e ele aceitou de imediato, tirando a peça de seu descanso para dar em minhas mãos, logo prendi no entorno de seu pescoço bonito e cheirosíssimo.
Servi a bebida pra nós e meu pequeno montou seu prato, sendo seguido por mim, então jantamos entre brincadeiras bobas, muito amor e comida boa, dividindo selinhos o tempo todo, gostávamos dessa liberdade, talvez fosse muito tempo segurando isso.
Meus pais estavam em casa sim, entretanto eu havia explicado o que tinha em mente e eles só apoiaram, jantaram antes de nós chegarmos e liberaram a cozinha pro nosso "jantar à luz de velas", como a dona Lee tinha denominado.
- Você sabe que eu amo você, não é? - me disse de repente, com um tom mais sério, que hoje não me preocupava mais, aos poucos tinha aprendido sobre seu amor e sua maneira de expressar, agora que possuíamos uma relação romântica.
- Claro que eu sei, Jiji, e te amo mais ainda. - deitei em seu ombro e fechei meus olhos, ainda estávamos apenas iluminados pela vela, e esse clima suave me deixava tão relaxado.
- Não, mas é que eu te amo muito mesmo... Tipo, por fora eu sei que essa não é a vida dos nossos sonhos, porque sei que ainda vamos conquistar muitas coisas só pra gente, pra termos uma privacidade maior e um espaço ela cultivar nosso amor e mais nada... Só que, toda vez que eu penso nos seus olhos ou encaro eles, é como se literalmente nada disso fosse importante, sinto que você me completa e se nossas almas estão em paz assim, não deveria ter nada mais pra se preocupar. - respirou fundo, encarando meus olhos mesmo enquanto dizia todo lindo e perdido em suas ideias, eu adorava tanto que não podia esconder meu sorrisinho suave - Não sei muito, mas sei que você é o meu lugar. - como eu faria pra não amassar ele todinho?
- Obrigado, Ji... Por devolver a luz pra minha vida, e por ficar comigo pra sempre. - abracei seu corpo lateralmente e beijei seus lábios outra vez, gostávamos do meio termo entre os selinhos e um beijo mais profundo, não tinha segredo e era mais do que natural partindo de nós.
Terminamos de comer e ficamos enrolando um pouco, mas não deixei ele levantar antes porque não queria o deixar lavar a louça, mesmo sabendo que não adiantaria nada, logo estaria me chantageando com seus beijos em troca desse trabalho.
Limpei a mesa e joguei as embalagens fora enquanto ele lavava tudo, depois lhe abracei por trás e fiquei beijando seu ombro até que terminasse. Subimos juntinhos outra vez para o meu quarto, ele puxou minha mão até a frente do meu espelho e me fez o abraçar de novo.
- Gosta, não é? - perguntei sabendo bem de sua mania de querer nos olhar, e tudo bem, era outra coisa com a qual eu tinha acostumado.
- Sim, porque lembro que não preciso mais imaginar você... Eu tenho você, Minminnie! - não sei explicar o quão bonito era seu sorriso, sua alegria tão simples e fácil de se alcançar, me fazia ver a beleza do mundo em seus olhos, e assim ter certeza da brilhante ideia que havia sido lhe amar incondicionalmente.
- Eu também te amo. - respondi beijando suas bochechas diversas vezes, apertando o abraço em sua cintura pois eu sentia vontade de o esmagar, mas sabia que isso o fazia rir, então seu corpo tremia junto ao meu.
- Vamos deitar, você me deixou cansadinho de comida boa... - pediu virando pra mim, passando os braços por meus ombros, todo lindinho e pequeno - Melhor escovar os dentes antes, né? - comentou e eu dei uma risadinha, apertando meu nariz pra fingir que ele falando pertinho assim era ruim, correndo pro banheiro pra ser perseguido pelo pequeno.
Ambos escovamos os dentes e lavamos o rosto outra vez, assim tirei os acessórios dele e a minha pulseira também, eram lindos mas durante a noite poderia ser desconfortável, logo eu estava com meu esquilinho nas minhas costas enquanto ligava a televisão para deitar.
- Filminho? - perguntou ainda preso em mim - Não quero dar atenção, coloca coisa ruim, amorzinho... - o tanto que eu sofria com esses apelidinhos não estava escrito.
- Sim, senhor Han. - concordei rindo e recebi tapinhas, deixando em um canal sobre reformas, enfim jogando ele na cama e me deitando por cima de vez, da maneira como estávamos, ouvindo seus murmúrios.
- Vai me esmagar... - reclamou todo lindo e tentou me empurrar, uma pena que eu estivesse tranquilo demais de estar ali.
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.