Capítulo 30 - Fim.

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Narradora.

Eliz corria atrás de Billy, enquanto Helena e Júlia sorriam admiradas com a cena.

3 anos haviam se passado desde a descoberta da gravidez, e o que surgiu foi uma linda menininha. Logo após o nascimento dela, decidiram adotar um cachorrinho, que é o seu fiel escudeiro desde então.

H - Cuidado para não cair na lama! _ fala e cinco segundos depois Eliz cai de cara na grama.

Suas mães se levantam assustadas, temendo pela reação da garotinha, mas tudo o que ouvem é risadas sairem dela, o que enfim faz com que as duas respirem calmas novamente.

C - Minha neta não tem frescura com isso, ela herdou as aventuras da avó. _ fala levantando a garotinha, sorrindo para ela.

J - Super, mãe! _ fala irônica - Por isso a maioria das fotos que tenho quando crianças eu estou coberta de terra, mato, e até galhos no meu cabelo. _ fala fazendo uma careta e Helena ri.

H - Ao menos servem para boas risadas, essas são as minhas favoritas. _ diz andando até Billy e pegando sua bolinha, jogando para longe novamente, e em segundos ele aparece com ela:

J - E eu jamais vou te perdoar por não me mostrar as suas, eu tinha esperanças de que fossem piores que as minhas. _ fala suspirando derrotada, e em seguida um barulho de foto sendo tirada chama sua atenção - Mãe! _ repreende, vendo que ela tirava foto de sua filha coberta por lama - Não estrague o futuro dela com fotos assim também.

H - Que dramática! _ solta uma gargalhada.

C - Helena você tem o dever de tirar mais fotos assim dela, me ajude a jogá-la na lama também. _ brinca.

H - Séria um prazer. _ diz com um sorriso de quem aprontaria alguma.

E - Mamãe, foto. _ pede, apontando para a avó.

J - Eu vou preservar seu futuro, meu amor. Vamos para longe dessas malucas arrasadoras. _ fala rindo e começa a correr com Eliz nos braços, indo atrás de Billy.

A tarde passou entre muitas brincadeiras, logo a mãe de Júlia foi para casa, e Helena foi dar banho em sua filha.

E - Espuma! Espuma! _ falava animada, batendo palminhas.

H - Sua mãe vai me enterrar viva, Eliz Castro Sanches! _ falava assustada pelo tanto de espuma que estava por todo o banheiro.

Escutou passos se aproximando e Júlia a chamar, avisando que o jantar já estava pronto, e quando finalmente a viu entrar no banheiro percebeu sua cara de espanto.

J - Helena! O que é isso? _ pergunta tentando raciocinar o que estava diante dela, as vezes parecia que a mais velha era ela.

H - Acho que a espuma saiu do controle, amor. _ fala, soltando uma pequena risada - Por que não vem aproveitar com a gente?

J - Isso está uma bagunça! Eu claramente não vou. _ fala fingindo estar brava, mas na verdade estava sentindo um conforto em seu peito, jamais imaginou que viveria aquilo, era extremamente acolhedor saber que tinha Helena e Eliz ao seu lado.

Sua família era tudo que ela mais apreciava no mundo inteiro.

H - Por favorzinho! _ pede com aqueles olhos pidões.

E - Vem, mamãe! _ pede com os mesmos olhos pidões, e Júlia sorri com aquela cena, amava demais aquelas duas.

J - Me digam, como que eu resisto a isso? As duas mulheres da minha vida com esses olhos nada justos? _ pergunta sorrindo e se aproxima, se sentando ao lado de Helena, em seguida, dá um beijo na bochecha das duas.

Minutos depois e de banho tomado, foram jantar, onde uma conversa muito animada se estendeu.

H - Acho que está na hora de um serzinho ir dormir. _ fala vendo Eliz bocejar pela segunda vez.

E - Sono não! _ fala rapidamente, fazendo as mulheres sorrirem.

J - Eu ouvi saber que as crianças que não estão descansadas o suficiente não conseguem ficar acordadas para o parquinho de diversão. _ fala fazendo a pequena arregalar os olhos, e estender os bracinhos em sua direção.

E - Sono sim! _ diz fechando os olhinhos forçadamente.

H - Eu vou morrer de amores por essa princesa. _ fala se levantando e a pegando no colo, fazendo cosquinhas nela em seguida.

As três subiram para o quarto de Eliz, e como toda noite, contaram uma historinha de dormir para ela, que em poucos minutos adormeceu.

J - Mal consigo acreditar que esse serzinho saiu de mim. _ fala sussurrando, enquanto abraça Helena.

H - Ela é tão perfeita que as vezes duvido não ser uma princesa de verdade. _ fala e ambas riem baixinho.

As duas deixam um beijo em cada bochecha de Eliz, e descem até a cozinha novamente. Começam a organizar tudo, lavando os pratos e secando, e logo decidem beber um vinho, enquanto conversam sobre diversas coisas.

J - Você é inacreditável. _ fala sorrindo - Aquela explosão de espuma foi para Eliz ou a sua criança interior que quis fazer aquilo? _ ri.

H - Talvez um pouco dos dois? _ pergunta rindo - Você sabe que eu não resisto a nenhum pedido da nossa filha.

J - Sei sim. _ fala tirando uma mecha de seu cabelo e o colocando atrás da orelha - Você é uma mãe incrível. _ fala lhe dando um selinho - E uma esposa incrível. _ lhe dá outro selinho - E incrível por inteira. _ fala lhe dando outro selinho, mas Helena a mantém lá, e pede passagem com a língua, que logo é atendida e passam a se beijar com carinho e devoção, mas logo passam para um beijo ardente e cheio de desejo.

Ambas colocam as taças ao lado e Helena a prensa sobre o balcão, em um movimento rápido Júlia é colocada sentada sobre ele e Helena se encaixa entre suas pernas, passando a mão em suas coxas, subindo até o short do pijama de sua esposa e chegando finalmente até sua intimidade, começando a circular o clitoris da mais nova.

Se separaram do beijo e Helena desceu pelo pescoço de Júlia, espalhando beijos por toda aquela região, para em seguida com sua mão livre tirar a blusa dela e começar a chupar o seio, tudo que Júlia fazia era tentar reprimir seus gemidos, mas assim que sentiu os dedos de sua esposa a invadirem, perdeu o foco por completo.

As estocadas passaram a acelerar cada vez mais, até que os espasmos tomaram conta de seu corpo.

J - Eu te amo. _ fala ofegante, enquanto encara Helena.

H - Eu a amo ainda mais. _ diz sorrindo e a beijando novamente - Você foi o melhor acaso que aconteceu na minha vida.

Fim.

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Espero que tenham gostado da história! 🧡
Até a próxima.

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