— Eu ainda não acredito que você planejou tudo isso pra mim — disse, com a voz um pouco rouca, observando Olívia sentada à minha frente na cama.
Eu e Oli sempre fomos melhores amigas. Sempre. Mas, desde que começamos com essa amizade colorida, algo mudou. Algo que não se encaixava mais na palavra "amizade". Um olhar que durava mais que o normal, um toque que fazia minha pele arder de desejo.
— Achei que você merecia algo especial
— respondeu, os olhos dela brilhando sob a luz suave do abajur. — Afinal, é o seu aniversário.
Meu coração acelerou. Desde que começamos com essa coisa... essa "amizade colorida", tudo estava diferente. Havia uma tensão entre nós, uma eletricidade que parecia preencher o quarto, o espaço entre nossos corpos. O ar parecia mais pesado, mais denso.
— Você faz isso ser especial só por estar aqui... comigo. — murmurei, sem conseguir desviar o olhar.
Ela se aproximou lentamente, se arrastando pela cama até que estivesse bem na minha frente. Senti o calor de seu corpo, a proximidade queimando minha pele. Seus dedos tocaram meu rosto com delicadeza, e eu prendi a respiração. Nunca pensei que Olívia, minha melhor amiga, me faria sentir assim. Meu corpo inteiro reagia a ela de um jeito que eu nunca havia experimentado antes.
— Você está nervosa? — ela perguntou, os olhos fixos nos meus, a voz baixa e suave. Eu conseguia sentir seu hálito contra minha pele, tão próxima que era quase um beijo.Balancei a cabeça, mal conseguindo encontrar palavras. — Um pouco... talvez...
Ela riu baixinho, e o som percorreu meu corpo como uma onda. Lentamente, ela se inclinou e, com uma leveza, seus lábios tocaram os meus. O beijo foi suave no início, um toque íntimo, que já era so nosso. Mas, à medida que nossas bocas se moldavam uma à outra, algo dentro de mim quebrou. Um desejo profundo, incontrolável, tomou conta.Meus braços instintivamente a envolveram, trazendo-a para mais perto, colando nossos corpos. Ela gemeu contra meus lábios, e o som fez meu sangue ferver. Eu queria mais. Precisava de mais.
— Eu ainda não acredito que você planejou tudo isso pra mim — disse, com a voz um pouco rouca, observando Olívia sentada à minha frente na cama.
Eu e Oli sempre fomos melhores amigas. Sempre. Mas, desde que começamos com essa amizade colorida, algo mudou. Algo que não se encaixava mais na palavra "amizade". Um olhar que durava mais que o normal, um toque que fazia minha pele arder de desejo.
— Achei que você merecia algo especial
— respondeu, os olhos dela brilhando sob a luz suave do abajur. — Afinal, é o seu aniversário.
Meu coração acelerou. Desde que começamos com essa coisa... essa "amizade colorida", tudo estava diferente. Havia uma tensão entre nós, uma eletricidade que parecia preencher o quarto, o espaço entre nossos corpos. O ar parecia mais pesado, mais denso.
— Você faz isso ser especial só por estar aqui... comigo. — murmurei, sem conseguir desviar o olhar.
Ela se aproximou lentamente, deixou o cintaralho de lado e se arrastou pela cama até que estivesse bem na minha frente. Senti o calor de seu corpo, a proximidade queimando minha pele. Seus dedos tocaram meu rosto com delicadeza, e eu prendi a respiração. Nunca pensei que Olívia, minha melhor amiga, me faria sentir assim. Meu corpo inteiro reagia a ela de um jeito que eu nunca havia experimentado antes.
— Você está nervosa? — ela perguntou, os olhos fixos nos meus, a voz baixa e suave. Eu conseguia sentir seu hálito contra minha pele, tão próxima que era quase um beijo.Balancei a cabeça, mal conseguindo encontrar palavras. — Um pouco... talvez...
Ela riu baixinho, e o som percorreu meu corpo como uma onda. Lentamente, ela se inclinou e, com uma leveza, seus lábios tocaram os meus. O beijo foi suave no início, um toque íntimo, que já era so nosso. Mas, à medida que nossas bocas se moldavam uma à outra, algo dentro de mim quebrou. Um desejo profundo, incontrolável, tomou conta.Meus braços instintivamente a envolveram, trazendo-a para mais perto, colando nossos corpos. Ela gemeu contra meus lábios, e o som fez meu sangue ferver. Eu queria mais. Precisava de mais.
Ela me puxou com força, e nossas bocas se encontraram novamente, um beijo desesperado, como se quiséssemos nos devorar. Eu estava completamente entregue. Sentia o corpo dela sobre o meu, quente, suave, e tudo que eu queria era ficar ali, presa naquele momento para sempre.
— Eu sempre imaginei como seria... inúmeras vezes — Olívia sussurrou contra minha pele, suas mãos deslizavam pela lateral do meu corpo, explorando, acariciando com uma delicadeza que me deixava louca.
— Como seria o quê? — perguntei, a voz entrecortada pelo desejo que me sufocava.
— Como seria comer você ... — ela parou, seu rosto próximo ao meu, os olhos dela me encarando com uma intensidade que me arrepiava até a alma. — Eu te desejei por tanto tempo... tantos anos, Lya... mais do que você imagina.
Meu coração deu um salto no peito. As palavras dela me atravessaram como uma corrente elétrica. Eu nunca tinha imaginado que ela sentia isso por mim e eu nunca tinha percebido.
— Eu...eu nunca percebi Oli, se eu soubesse... se eu tivesse notado — falei quase gaguejando — Eu teria te dado uma chance a mais tempo, eu percebi que eu já sentia atração por você a muito tempo e sempre reprimi, reprimi tanto que acabou se tornando algo comum de se sentir que eu nem ligava mais.
O olhar dela ficou ainda mais profundo, como se algo tivesse se libertado entre nós. Seus dedos deslizaram por minhas coxas, e eu tremi de antecipação, o corpo respondendo a cada toque dela. Quando ela me beijou novamente, dessa vez mais feroz, mais desesperado, senti meu coração quase parar. Era um beijo que dizia tudo, que falava de desejo, de conexão, de algo muito maior que nós duas.
Ela desceu os lábios pelo meu corpo, explorando cada parte, me deixando completamente vulnerável, entregue. O mundo ao nosso redor desaparecia a cada segundo. O som da chuva suave do lado de fora do resort misturava-se aos nossos suspiros, aos gemidos abafados, e a sensação de ter Olivia comigo dessa forma era avassaladora.
Nossas mãos se encontravam, entrelaçadas entre os lençóis, como se precisássemos nos segurar para não perder o controle. Cada toque dela me levava a um novo nível de prazer, uma explosão de sensações que eu nunca tinha experimentado. Era como se tudo ao nosso redor estivesse em câmera lenta, e só existíssemos nós duas, conectadas por algo mais profundo que qualquer palavra poderia expressar.
Ela subiu até meu rosto, nossos olhares se encontrando novamente, e pude ver em seus olhos o mesmo desejo, a mesma intensidade que queimava dentro de mim. Ela sorriu suavemente, e aquele sorriso trouxe uma paz, uma certeza de que tudo o que estávamos vivendo era real, era nosso.
Eu a puxei para mais perto, minhas pernas entrelaçando-se às dela, e nossos corpos se movendo juntos, em uma dança frenética e prazerosa, nosso encaixe era perfeito como se tivessem sido feitos um para o outro. A cada toque, cada beijo, eu sentia algo dentro de mim se expandir, algo que nunca poderia ser preenchido por mais ninguém. Era ela. Sempre foi ela.
Quando finalmente alcançamos o ápice juntas, um suspiro profundo escapou dos meus lábios, e por um momento, tudo parou. O tempo, o espaço, a realidade. Só havia nós duas, e o eco do prazer que ressoava por todo o quarto. Ela deitou a cabeça no meu peito, e ficamos ali, nossas respirações ainda descompassadas, nossos corpos colados, sem necessidade de palavras.
Eu acariciei seus cabelos, sentindo o peso delicioso do corpo dela sobre o meu, o calor do nosso momento ainda pulsando entre nós. E ali, naquela cama, naquele quarto de resort, eu soube que nada mais seria como antes. Nós tínhamos cruzado uma linha, uma linha da qual eu nunca mais queria voltar.
Olívia levantou o rosto e me deu um beijo suave, um toque leve e carinhoso, diferente da urgência de antes. Ela me olhou com aquele brilho nos olhos, aquele que só ela tinha, e disse, com um sorriso nos lábios:
— Feliz aniversário, Lyana.
Fechei os olhos, ainda sentindo o sabor dos lábios dela nos meus, e sussurrei de volta, com o coração leve e cheio:
— Obrigada... por me dar o que nem eu sabia que precisava.
Pra deixar vocês felizes minhas caras leitoras, eu vou postar outro capítulo ainda hoje...e mais...narrado por dona Olívia.
HAPPY! HAPPY !HAPPY !
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COMO NÃO TE AMAR?
RomanceDuas amigas com gostos completamente diferentes, ou talvez não tão diferentes assim... Olívia é uma nata bad girl. Lyana é meiga e gentil com todos. Olívia é apaixonada há anos. Lyana nem sonha em saber o que Olívia sente. Até que em uma noite, tud...
