O encontro entre eles foi agitado, movido por muitos sentimentos, e pouca paciência.
Tudo o que Penélope queria era fazer uma tatuagem, a possível dor ou o fato do lugar escolhido deixar o seu rosto em brasas não eram um problema. O seu maior probl...
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— Obrigado mais uma vez por me receber, senhor e senhora Lancaster. — Troquei um aperto de mão com o Sandro, e abaixei brevemente minha cabeça na direção da mãe de Penélope, que estava próxima da escada nos observando partir.
— Sem a formalidade! Esperamos vocês no natal, viu? — Sandro sorriu, abraçando a filha uma última vez.
Apenas sorri em agradecimento pelo convite, pois não sabia o que Penélope pensava sobre isso e tinha quase cem por centro de certeza de que ela faria de tudo para não vir.
— Tchau, pai — Penélope disse, se afastando dele e olhando na direção das escadas. — Tchau...mãe — murmurou em seguida, e saiu rapidamente antes mesmo que eu pudesse tentar sinalizar que ela deveria abraçar a mãe também.
— Boa noite — murmurei e acenei uma última vez antes de sair da casa atrás da minha estressadinha de cabelos verdes que já tinha colocado o seu capacete quando a alcancei na minha moto.
— Poderia ter abraçado ela...sei que ela é difícil, mas com certeza vai sentir sua falta.
— Sempre que eu faço isso ela diz alguma coisa maldosa. Existem várias razões para eu manter a minha distância dela, Shane. Ela é bem pior do que aqueles comentários feitos durante o almoço. — Me respondeu, subindo na garupa quando eu montei na moto e coloquei minhas luvas e o capacete.
— Tudo bem, não falaremos mais disso essa noite. Você foi bastante social hoje e eu estou muito orgulhoso disso — Esfreguei a coxa dela com carinho e a senti abraçar as laterais da minha cintura até que estivesse de mãos unidas na frente do meu abdômen.
— Que bom, porque eu não pretendo socializar mais pelo restante da noite, e talvez semana — Resmungou, apertando as coxas nas minhas quando liguei a moto e disparei pela rua, começando a fazer o retorno para fora da sua cidade da infância dela.
O entardecer se foi rápido e nosso retorno foi se tornando cada vez mais escuro, o que me fez ligar os faróis da moto e diminuir a velocidade na qual estava dirigindo. Não tinham muitos outros veículos pela estrada, felizmente. Embora meu maior obstáculo fosse a mulher na minha garupa e as suas provocações.
— Controle essas suas mãos bobas, Penélope — A Avisei quando parei no primeiro semáforo de volta para a nossa cidade, e senti as mãos dela descendo pelo meu abdômen e subindo por cima das minhas pernas. Ela não parou, suas unhas se arrastaram em direção as minhas coxas. — Penélope — a alertei um pouco mais alto para que me escutasse melhor através do meu capacete.
Ela riu, esfregando as unhas entre minhas coxas, as aproximando da minha virilha, arrancando bem mais do que apenas arrepios do meu corpo.
— É isso o que você quer? — agarrei ambas uma das mãos dela com firmeza, a surpreendendo, e forçando sua palma contra a rigidez crescente do meu pau por cima do pano da minha calça. — Pronto. Satisfeita? — Mantive a mão dela ali, sorrindo quando ela tentou puxar de volta. — O que foi Penélope? Ficou tímida? Justo agora? Ah não...onde foi parar todo o a seu senso de diversão — pressionei a palma dela na minha ereção, a incentivando a me tocar enquanto eu voltava a segurar no guidão e atravessava a encruzilhada depois de me certificar de que mesmo com o sinal aberto não tinha nenhum outro veículo ultrapassando os que fecharam.