CAPÍTULO 24

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          Comecei a acordar de manhã com o meu estômago roncando tanto que eu achei que mil guerreiros estavam voltando da guerra dentro da minha barriga. E durante os primeiros segundos em que fiquei parada, realmente despertando, fui lembrando de tudo que aconteceu na noite passada. Obrigada, Obrigada, Deusa do sexo, aquele homem finalmente me comeu!!!!

Abri meus olhos e me virei na cama, percebendo que o tatuador já não estava mais na cama comigo. O quarto estava escuro, e a porta fechada, mas eu podia sentir o cheiro de comida vindo do corredor.

Shaneeeeeeeee — chamei, deitando de lado na cama e puxando mais o edredom para que cobrisse os meus ombros, sentindo cada partezinha do meu corpo enrijecer em dor, minha bunda principalmente.

O tatuador escancarou a porta com tanto desespero e brusquidez que eu me assustei.

— Que susto, estressadinha — Ele suspirou quando me viu deitada na cama, uma espátula na mão. — Achei que tinha acontecido alguma coisa séria.

— E aconteceu — resmunguei.

— É? O quê? — se aproximou, sentando no cantinho da cama.

— Você me quebrou toda. — reclamei. — Tudo doí.

— Pode até ser, mas você bem que gostou...

— Gostei sim. Finalmente saí da seca. — suspirei em satisfação. 

Shane sacudiu a cabeça e piscou algumas vezes cheio de descrença com a minha sinceridade, rindo baixinho.

— Eu estou preparando o nosso almoço, como isso soa? — ele esticou a mão livre e percorreu seus dedos pela minha sobrancelha, descendo por minha bochecha e parando no meu queixo.

— Muito bom — fechei os olhos com aquele carinho.

— Está doendo muito?

Sim.

— Sinto muito, minha Deusa. Depois do almoço, faço uma massagem em você, combinado? — finjo pensar, adorando aquele cuidado todo, e por fim, acenei para mostrar que concordava.

Um tempo depois estávamos comendo quando o celular de Shane começou a tocar. Na tela o nome: cinzeiro ambulante, brilhou, e o tatuador encarou aquela ligação como se fosse o fim do mundo, ou o motivo pelo qual alguém sofreria um ataque cardíaco de tão inesperado que parecia ser.

O nome do contato da ligação aparecia como cinzeiro ambulante. E eu não precisei pensar muito para saber que se tratava daquele amigo de cabelos cinzas na foto que ele tinha.

— É o Lucius — ele sussurrou de olhos arregalados, ainda sem pegar no aparelho, pronunciando o nome do amigo tão baixo que foi como se algo de ruim fosse acontecer se falasse alto demais.

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