Capítulo 10

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Seguindo em direção a cama, ele a deitou gentilmente de costas, trilhando seus lábios em todo o pescoço dela e descendo pra seu busto, ela instantaneamente fechou os olhos ao sentir o grande arrepio que ele lhe causava com seus beijos, Penelope acariciou seu cabelo para o enventivar a continuar.

Seus beijos continuaram por longos minutos até ele parar, recendo um gemido de desaprovação da parte dela, suspirando impaciente, ela envolveu firmemente suas pernas a cintura dele e os girou, fazendo com que trocassem de posição, agora com ela por cima, a ruiva copiou seus movimentos, proferindo beijos em toda a extensão do pescoço do homem, suas mãos o percorreram, descendo para desabotuar sua calça, apenas parando quando sentiu uma das grandes mãos do homem agarrar seu pulso pra a impidir de continuar.

– Você ainda tem que se alimentar, mal comeu o café da manhã e além só mais, acabou de tomar banho – ele proferiu calmo. Penelope revirou os olhos em desaprovação mas concordou com ele. Se retirando de cima dele com pouca contade, Conan se levantou e pediu para que ela esperasse no quarto para a surpresa que iria fazer. Longos minutos haviam se passado e ela já estava impaciente com a demora, que acabou assim que ele atravessou a porta.

– Feche os olhos amor, irei te guiar até onde está o que eu preparei – a ruiva fechou os olhos ansiosa e o deixou a guiar pela casa, quando pararam, uma leve brisa os atingiu, a fazendo reconhecer que estava do lado de fora casa – Pode abrir meu amor – ele disse animando

Penelope abriu os olhos se deparando com a cena mais linda que já havia visto. Embaixo da árvore a qual costumava a ler quando era criança, tinha uma grande toalha estendida no chão, e em cima dela contia as mesmas comidas que ela tinha visto, ela também observou as lindas pétalas de rosas que estavam espalhadas por todo o lugar. Virando-se para o ficar em frente a Conan, ela ficou na ponta dos pés e o puxou para um beijo, ele a retribuiu com carinho enquanto envolvia seus braços em torno da cintura dela.

– Você é perfeito – ela sussurrou perto dos lábios dele, suas testas estavam coladas e os dois compartilhavam grandes sorrisos.

– Você fala isso só porque ainda não se olhou no espelho – ele retribuiu seu sussurro.

Conan a pegou pela mão direita e a puxou para sentar-se a tolha, fazendo questão de a ajudar se acomodar e em seguida sentou em frente a ela, lhe dando inúmeros doces e frutas em sua boca, ela tentou protestar, como havia feito hoje cedo, mas foram em vão, ele apenas a ignorou e continuou o que estava fazendo.

Quando ambos terminaram de comer, deixando o que havia restado da comida em canto para depois levá-los de volta a casa, Conan se encontrava perfeitamente confortável com a cabeça em seu colo enquanto ela fazia carinho em seu cabelo macio.

– Como está seu braço? – ela perguntou vendo que ainda estava enfaixado.

– Ainda dói um pouco, mas logo já estava com, antes que pergunte, o corte na cabeça já estava cicatrizando também – ele ergueu os olhos para a encarar.

– Okay – ela lhe deu um sorriso fraco, se curvando para selar seus lábios em um selinho.

– Você foi a melhor coisa que já me aconteceu, sabe disso não é? Foi encatador te conhecer meu amor – ele proferiu lhe dando mais um selinho, que prontamente a arrancou um sorriso.

– Uma pena que não posso dizer o mesmo – ela respondeu com um sorriso provocante, deixando claro seu tom de brincadeira.

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