Capítulo 14

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Seus olhos abriram repentinamente e seu corpo praticamente pulou para fora da cama ao ouvir o grande estrondo vindo de fora do quarto onde estava, ainda meio sonolento, seus passos seguiram o barulho que vinha do cômodo onde Penelope estava.

Inacreditável!

- Você ficou maluca? - ele olhou entre ela e a situação a qual o quarto estava, haviam inúmeras coisas a qual ele deduziu que ela tinha arremessado a janela, inclusive, a cadeira que agora não passava de um monte de madeira despedaçada.

- Conviver com você tem esse efeito nas pessoas - ela proferiu sem o encarar, pegando qualquer objeto que havia ali e jogando contra a janela, que continua em perfeito estado.

- Volta a dormir amor, já disse que as janelas são inquebrável, ainda e madrugada - ele disse a ela e em seguida virou-se para sair, quando perto da porta, sentiu algo duro acertar suas costas, olhando para baixo onde o objeto tinha caído, ele percebeu ser uma das madeiras da cadeira.

Inacreditável!

Arqueando suas sobrancelhas ele virou-se novamente para ela e a encarou com o semblante em descrença, ela estava furiosa, suas testa franzinda e suas bochechas claramente vermelhas denunciava isso, e então, ele notou outro pedaço de madeira em sua mão, que nem ao mesmo deu tempo para se defender quando ela jogou com força contra ele.

- Para com isso - ele disse a olhando feio, ela apenas deu de ombros e abaixou-se para pegar mais uma estaca, agindo rápido dessa vez, ele se aproximou dela em passos largos, quando ela já estava pronta para se voltar a ele novamente, o que dessa vez não aconteceu por o homem ter sido mais rápido e agarrado seu pulso, arrancando o pedaço de madeira com a mão livre.

- Me solta agora! - ela exclamou tentando puxar seu pulso da mão dele, sendo em vão, já que o aperto do homem era firme.

- Então para com isso e volte a dormir - ele agora segurava seus dois braços, a obrigando a encará-lo, suas respiração estavam irregulares, o homem percebeu como a respiração dela começou a ficar ainda mais forte quando ela tinha percebido o quão próximo eles estavam, que durou minutos até ela começar a se debater.

Jesus, que mulher difícil

- Não fale comigo como se eu fosse uma criança - tentando proferir socos no homem ela sentiu seu corpo ser brutalmente precionado a parede.

- Então pare de agir como uma - ambos estão ofegantes no momento, seus corpos precionados um no outro.

- Eu estou agindo como criança? - ela perguntou incrédula, seu rosto tomado pela expressão incrédula - Você me perseguiu como um louco, me drogou, ainda por cima me sequestrou e agora me mantém presa e sou eu em que estou agindo como criança? - ela proferiu com raiva.

- Eu sinto muito tá, sei que não foi lá uma das minhas decisões mais apropriadas, mas você também torna as coisas tudo mais difíceis - ele tentou soar calmo.

- Então a culpa agora é minha que você não consiga agir como uma pessoa normal e me cortejar normalmente? - ela perguntou irônica

- A sim, até porque somos pessoas normais não é? Ou você acha que eu não sei o que tem feito esses últimos meses? - Conan se aproximou perigosamente dela.

- Acabou de provar mais um ponto, por que não pode simplesmente aparecer na minha porta com lindas flores e um pedido de desculpa decente? - ela respondeu trêmula, incapaz de não levar seus olhos aos lábios dele, que prontamente observou tal gesto e tentou esconder o pequeno sorriso ao pensar em algo. Ela não o odiava, só estava brava, e ele sabia como resolver isso

- Porque não é o que você realmente gostaria, não é? Nós dois sabemos que você adorou cada parte, a drenalina de fugir, cada pequeno momento - sua voz começou a ficar baixa, seu aperto em torno a ela dessapareu, levando suas mãos a cintura dela a trazendo pra mais perto, ele percebeu como a respiração da dama falhou, seus lábios foram de encontro ao pescoço dela, lhe dando pequenos beijos Conan sentiu o corpo da mulher tremer sobre o seu. Um forte aperto em seu cabelo vindo dela o trouxe de volta para o encará-lo, e então, ela colou seus lábios ao dela. O beijo começou calmo, terno, havia muita mágoa nele, mas algo que vez ambos engasgar, foi o reconhecimento de que era um beijo de desculpas e perdão.

Seus olhares se encontaram mais uma vez antes do beijo se tornar mais intenso dessa vez, carregado de saudade, suas línguas dançavam em perfeita sintonia, as mãos delas agarraram com força seu cabelo, como se sua vida depende disso. Suas próprias mãos continuaram na cintura dela, embolando o vestido no local, fazendo com que ele subisse, ele deslizou a mão esquerda para o centro dela, que por sua vez, já se encontrava totalmente molhado, passando seus longos dedos pelas deliciosas dobras dela, Conan a arrancou um gemido rouco.

Deus! Como ele sentiu saudades daquele som.

Os gemidos da dama foram se intensificando ainda mais quando ele introduziu dois dedos dentro dela enquanto seu polegar acariciava seu clitóris, o homem começou a beijar seus seios por cima do vestido, o que não foi um problema por muito tempo já que ela se deu o trabalho de o puxar para baixo, dando ao homem a visão gloriosa de seus seios e o privilégio de poder beijá-los.

- Geme mais alto amor - a introduzindo mais um dedo, Penelope arfou arqueando suas costas - Isso amor...

Aumentando a frequência de suas estocadas ele sentiu o corpo dela amolecer, denunciando que ela havia chegado em seu ápice, descansando sua testa contra a dela, ele suspirou, tirando seus dedos de dentro dela, recebendo em seguida um gemido de protesto, Conan levou os próprios dedos a boca.

- Eu nunca vou me cansar do seu gosto - ele sorriu a olhando, ela estava uma visão e tanto, seus olhos que costumavam ser azuis claros, estavam um tanto escuro, sua pupila dilatada, erguendo o vestido para a vestir.

- Eu ainda estou muito brava, muito mesmo, nunca mais quero que minta para mim, nunca mais esconderá nada, e só irá fazer esse tipo de perseguição quando eu quiser, nada de matar sem o meu consentimento, isso o que acabou de acontecer não significa que eu o perdoei, mas eu quero, então, comece a usar seus dons de cavaleiro para me fazer perdoá-lo, estamos entendidos? - ela sussurrou para ele quase como uma ameaça. Ele assentiu em concordância sem aquestionar.

- Posso preparar seu banho? - ele perguntou inocente. Ela assentiu, separando-se dela, ele pegou sua mão, a levando para o banheiro.

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Oi oi amores, sei que tô muito atrasada, mas queria fazer vocês sofrerem um pouquinho, sei que o capítulo tá pequeno, mas prometo fazer mais grande no próximo domingo, ou fazer dois capítulos, um beijo.

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