Capítulo 20

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Três anos depois...

Ele estava morto.

Sempre estivera.

Ela estava morta.

Sempre esteve.

Ambos estavam mortos, mas se sentiam vivos quando estavam juntos.

Dois fantasmas com almas apaixonadas.

Precisavam um do outro assim como ar para respirar.

A escuridão os dominava, mas juntos, eram a luz um do outro.

Ele esperou anos para tê-la de volta.

Ela ansiava para alguéma salvar da escuridão.

Ela esperou anos para tê-lo de volta.

Ele ansiava para ela o salvar da escuridão.

Escuridão.

– Penelope... – uma voz soou desperada ao fundo, largando sua pena e o papel, a mulher levantou-se da grama a qual estava sentada, observando Eloise correr em sua direção com o que parecia ser uma carta.

– Está tudo bem? – ela perguntou quando a amiga se aproximou.

– Notícias... do... meu... irmão – a cada palavra dita, sua cunhada arfava em busca de ar, como se tivesse corrido quilômetros de terra. Notando o que morena a sua frente acabará de dizer, ela não pensou duas vezes antes de pegar a carta de suas mãos, a lendo de forma desperada, seu corpo congelou ao ler o nome da cidade a qual um velho amigo da cidade diz ter visto seu marido.

– Grécia... – ela sussurrou em uma voz trêmula.

– Isso significa alguma coisa? – a mulher a sua frente perguntou com olhos esperançosos.

– Sim – ela disse mais baixo ainda.

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– Foi uma época difícil para mim, e quando fui embora de Londres, eu não poderia me dar ao luxo de mexer na herança da família Bridgerton, eles me encontrariam. No começo, eram apenas pequenos furtos, apenas o necessário, comida, roupa, mas então eu percebi que era muito bom no que fazia, enganar pessoase as roubar se tornou um hábito, uns anos depois, entrei no meu próprio negócio, comecei a roubar pessoas fluentes, era fácil quando todos caiam em seu charme. Quando pisei meus pés na Grécia as coisas mudaram, eu conheci um homem poderoso, na época é claro, eu não fazia ideia do tamanho do status que ele possuía, quando me dei conta, eu estava saindo foragido de lá e com ele me perseguindo para todo o quando onde eu estava para arrancar minha cabeça – Conan suspirou a apertando mais contra ele

– Por que não o matou? – Penelope perguntou, ainda tentando assimilar a história.

– Um dia antes de fugir, entrei em uma briga com ele, com público por perto, se eu o matasse, não pensariam dias vezes antes de me acusarem, a polícia viria até mim, ou pior, até a minha família, e isso arruinaria todo o meu plano – o silêncio reinou ente eles e por um momento ele ficou apreensivo com o que se passava na cabeça dela, sua cabeça começou a doer com a hipótese dela o rejeitar – Penelope... –

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