No Time To Die

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– O que está fazendo? – ela proferiu atrás dele com a voz carregada de sono, Conan deu um pequeno pulo de susto com a entrada repentina da mulher.

– Nosso café da manhã – ele respondeu simples se virando, e quando o fez, perdeu completamente o fôlego ao vê-la.

Ela estava incrível, seus cabelos totalmente soltos, seu rosto decunciava que havia acabado de acordar, e no corpo ela vestia a camisa dele e seus pés estavam descalços.

– Pare de me olhar assim, sei que devo estar horrível – Penelope xingou baixinho passando seus braços ao arredor do homem o abraço, ele o retribuiu, descansando seu queixo em cima cabeça dela enquanto acariciava seu cabelo.

– Horrível? – ele disse baixo e a sentiu concordar com um aceno de cabeça, Conan desfez o abraço e segurou firmemente sua cintura a erguendo, ela soltou um pequeno gritinho fofo de surpresa e prendeu suas pernas a cintura dele, ela o encarou com o sorriso mais lindo que ele já havia visto, ele o retribuiu.

Caminhando até a mesa que ainda tinha resquícios de farinha, ele a sentou lá, afastando os cabelos dela, o homem pegou suas bochechas dela em suas mãos, a obrigando encará-lo.

– Você, Penelope Featherington, e futura senhora Torbrige, é a mulher mais linda que eu conheci e conhecerei, sua beleza é invejada até mesmo pelas deusas nomeadas como perfeitas, seus olhos são como um oceano a qual todos estariam em paz mesmo sabendo que poderiam se afogar neles, cada pequeno detalhe seu e simplesmente perfeito, e tê-la nessa visão e um privilégio – ele proferiu lhe dando um beijo na testa, depois no nariz, logo em seguida em suas suas bochechas e finalmente em sua boca.

– Futura senhora Torbrige é? Pensei que éramos apenas amantes – ela soltou uma risada divertida se afastando pouco coisa do rosto dele. O medo o tomou por completo, seu estômago afundou com a pequena frase.

– É isso o que quer? Que sejamos apenas amantes? – ele a perguntou com receio.

– É claro que não – um suspiro de alívio saiu de sua boca e a gargalhada dela ecoou pelo lugar, ele começou a procurar por pequenas linhas na mesa, recebendo um olhar confuso de sua mulher.

– Aqui! – gritou em alegria logo depois de achar o que estava procurando, sem tempo a perder ele se ajoelhou – Penelope Featherington, aceita se casar com esse homem a qual é completamente apaixonado por você? – ele perguntou a olhou fundo.

– Sim, sim, sim – ela disse com o sorriso mais largo possível, Conan se levantou pegando sua mão e passando a liga em seu dedo anelar, quando terminou, ela segui seu exemplo com ele.

– Eu te amo – ele proferiu, depositando a mão com a linha que havia amarrado dedo dela em seu peito, o homem observou os olhos na qual amava olhos se encherem de lágrimas.

– Eu também te amo – sua voz saiu embargada, Conan juntou suas testas a olhando.

– Eu prometo que quando tudo estiver resolvido, eu irei lhe cortejar como um verdadeiro cavalheiro, e então a comprarei alianças de verdade – eles riram com aquele pequeno fato, homem a puxou para um beijo ardente. Quando o ar fez falta, eles se separam minimamente.

– O que é isso no seu nariz? – ela perguntou, e ele tentou ver do que se tratava quando sentiu uma pequena mão espalhar farinha por seu rosto, ele gargalhou em descrença, pegando um punhado também e passando pelo rosto dela, que soltou um grito de surpresa.

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