Depois de terem tomado seus respectivos café da manhã, o dia em questão havia se passado de forma calma e bela, ela lia em completo silêncio na biblioteca enquanto ele terminava algumas tarefas pendentes da casa. A noite tinha chego em um piscar de olhos, e ambos se encontravam sentados a mesa degustando do esplêndido macarrão que o homem havia preparado para eles no jantar.
– Deus, isso está divino – Penelope proferiu levando mais uma garfada de massa em sua boca – Onde aprendeu a cozinhar tão bem assim amore mio? – ela perguntou curiosa.
– Bom, tive que aprender a me virar durante as viagens – ele sorriu para ela.
– Eu estava pensando, você sabe cozinhar, praticamente sabe fazer tudo, se me ensinasse algumas coisas, não teríamos que contratar empregados quando tivermos nossa casa – ela sugeriu com os olhos brilhando.
– Nossa casa? – o sorriso em seu rosto era largo demais para esconder.
– Sim, ou pretende morar na casa de campo da minha mãe para sempre? – seu tom soou brincalhão.
– Hmm talvez... – ele fingiu pensar sobre o que ela tinha acabado de dizer. Ele a observou se afastar da cadeira que estava sentada e se aproximar em direção a ele, sentando-se em seu colo logo em seguida.
– E o que eu tenho que fazer para que esse "talvez" se torne um "sim" – ela lhe deu um sorriso provocante e logo depois se inclinou, tomando os lábios do homem no seu.
– Eu tenho algumas ideias querida – ele a segurou firme pela cintura, a levantando com ele, ela o beijou novamente e ambos seguiram ao quarto.
Conan a deitou gentilmente na cama de costas, ele assumiu o controle estando por cima dela, erguendo o fino tecido que ela usava naquela manhã para cima, tendo acesso ao que ele havia nomeado como paraíso, ele beijou as coxas dela, e em seguida, proferiu um beijo em seu clitóris, a fazendo gemer alto, seus beijos continuaram molhados e lentos, a torturando. Ele a sentiu apertar seus cabelos de forma desajeitada, o aperto aumentou o fazendo olhar para ela.
– Eu preciso de você dentro de mim – sua voz soou desperada e suplicante. Ele saiu de perto dela e começou a se despir, enquanto a observava fazer o mesmo. Voltando para a cama, ele beijou o rosto dela, suas bochechas, seu nariz, sua testa, depois o maxilar e por fim, sua boca, o beijo se tornou terno, o beijo era doce, calmo, ele se afastou dela, e analisou por longos minutos.
– Quero que fique de bruços e levante seus quadris para mim – ela sorriu para ele, e deitou-se como ele pediu.
Céus, aquela visão o levaria a loucura.
Ele se encaixou atrás dela, mas não a penetrou, colocando o cabelo ruivo dela para o lado, ele beijou seu pescoço, e segui para as sua costas, cada beijo desmontando o quanto ele a venerava, o quando a amava.
– Canan... por favor – ela proferiu baixo com a voz arrastada.
Ele soltou uma pequena risada contra suas costas, deixando um último beijo lá, ele apertou firmemente suas nádegas, arrancando mais de um gemido dela, sem demorar muito, ele a penetrou de forma lenta, fazendo ambos gemerem, ele começou a se mover, acelerando conforme os gemidos dela iam aumentando, ele a agarrou pelos cabelos, quase a fazendo se desequilibrar se não ouvesse a cabeceira da cama a qual ela se segurou firmemente. Com a mão livre, ele segurou a cintura dela de forma firme, provavelmente deixaria marca para mais tarde, aumenta o ritmo das estocadas, ele sentiu as paredes de Penelope o apertarem, denunciando que já estava chegando em seu limite, voltando a beijar suas costas, ele a sentiu amolecer contra o homem, que não muito depois se desfez entre as coxas dela. Ambos estavam deitados lado a lado, com as respirações ofegantes.
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Darkness
Fanfic- Eu odeio você. - Eu amo você. Depois de ser alvo de zombaria por quem pensava ser seus amigos, Penelope se encontrava cada vez mais distante de tudo e de todos ao seu aredor, e naquela noite a garota não estava muito diferente, era o seu segundo a...
