– O que você fez? – Conan ouviu sua porta abrir com um estrondo, e a voz raivosa de sua mãe adentrar o cômodo.
– Não sei do que está falando mamãe – sua voz soou calma, a olhando.
– Quem será sua próxima vítima? Um dos seus irmãos? – sua mãe ainda o encarou com os olhos frios e assustados.
– Se eles ousarem machucar Penelope, então sim, eles serão – sua voz soou cortante e distante.
– Está proibido de vê-la até parar com essa doença – ele a olhou sair do quarto furiosa, mas não era como se aquela ameaça não passasse de um blefe.
Foi assim que ele pensou, até tentar sair do quarto no dia seguinte, onde descobriu que a porta estava trancada, lá fora, haviam empregados que o estavam cuidando.
Não
Não
Não
Ninguém nunca conseguria a tirar dele, ele só queria a proteger, não tinha nada de errado com isso, mas aos olhos de outra pessoa havia sim, mas ele não ligava, e nunca ligaria. Ele se sentia sufocado, o garoto passou o dia pensando se ela estava bem, olhando pra a vela que queimava, ele deve uma ideia.
Uma ideia que o levaria a anos de tortura sem ela, mas que no final iria valer a pena.
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Seus olhos se abriram rapidamente, seu peito arfava em busca de ar, sentindo um pequeno peso em seu peito, ele olhou para baixo a encontrando, ela parecia um pequeno anjinho, seus cabelos estavam bagunçado, outra coisa que ele descobrir amar nela, se retirando sem movimentar-se muito para não acordá-la, ele saiu da cama e sentou na poltrona que estava em frente a cama, ele a observou dormiu pacificamente.
Ela voltaria ao centro amanhã, o que não o agradava nem um pouco, mas não poderia a impedir, ela era esperta, até demais as vezes, Penelope concerta desconfiaria, ele tinha que se controlar, tudo estava indo muito bem, bem até demais, foram longas semanas de muito prazer diversão, era vida a qual ele tanto ansiava e queria.
Suspirando, ele decidiu o que faria de agora em diante, levantando-se, ele se dirigiu a cozinha, preparando o café para eles, assim que terminou, o levou para quarto onde estavam, depositando na cama, ele gentilmente começou a beijar o rosto de sua mulher, que prontamente acordou lhe dando um belo sorriso.
– Bom dia querido – ela disse sentando-se na cama.
– Bom dia amor, é melhor comer, iremos a aquela linda cachoeira que vc disse que havia aqui – ele deu a ela um pequeno selinho antes de levar a boca dela pedaços de fruta.
Ela apenas concordou e comeu o que lhe era entregue. Quando terminaram, ambos se vestiram e saíram para o lugar a qual ela guiava, enquanto ele trazia uma pequena cesta com aperitivos. O lugar era lindo, haviam muitas flores e a linda cachoeira, parecia ser um lindo conto de fadas, estendendo a toalha que havia trazido com sigo, eles se sentaram para analisar a paisagem, Penelope deitou sua cabeça em seu peito, o permitindo fazer carinho em seus cabelos ruivos.
– Então... você nunca fala sobre seu pai – ele quebrou o silêncio.
– E difícil... – ele sentiu a voz dela tremer e prontamente arrependeu-se de ter falado aquilo.
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Darkness
Hayran Kurgu- Eu odeio você. - Eu amo você. Depois de ser alvo de zombaria por quem pensava ser seus amigos, Penelope se encontrava cada vez mais distante de tudo e de todos ao seu aredor, e naquela noite a garota não estava muito diferente, era o seu segundo a...
