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Dias depois

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Dias depois...

Chegamos hoje de manhã na Itália. Veio eu, Charles, os gêmeos, minha mãe, minha sogra, Arthur e Belly. Lisa, Max, Carlos, Rebecca, Charlotte e Lorenzo estão a caminho.

Mais cedo aproveitamos pra andar pela cidade e curtir bastante, tirei algumas fotos e postei assim como Charles. E por falar nele, saio com Arthur e Matteo agorinha e ainda não voltaram, já está no final da tarde e nada deles voltarem.

Minha mãe e minha sogra estavam na cozinha da casa fazendo um bolo de chocolate pras crianças só porque eles falaram que estavam com vontade, vê se pode isso? Elas amam fazer as vontades dos netos.

Belly e Melina estavam dormindo. Eu estava deitada no sofá da sala mechendo na galeria do celular, o que mais tem e fotos dos gêmeos. Fiquei observando as fotos que tirei quando estava grávida, que saudades daquele barrigão, saudades de sentir meus amores me chutarem o dia inteiro, gravidez é uma experiência única que só nós mulheres conseguimos explicar o quão incrível e mágico é gerar uma vida. Gerar meus filhos foi a coisa mais perfeita do mundo, foi a sensação mais única e magnífica que eu pude vivenciar, eu passaria por tudo aquilo de novo se isso significasse ter eles aqui comigo.

Sorri olhando pra aquelas fotos e desliguei o celular. Saudades daqueles nove meses.

Vi uma certa loirinha descer as escadas coçando os olhinhos e com o cabelo todo bagunçado. A cada do Charles, meu Deus.

— acordou minha princesa — abro os braços em direção a ela

— sim — ela vem até mim e me abraça se deitando sobre meu peito

Eu amava ficar com ela e o irmão assim, agarradinhos comigo.

Aperto ela em meus braços e beijo sua testa. Tão linda minha menininha.

— cadê o papai e o teteu? — pergunta com a voz de sono

Acho muito fofo esse jeitinho dela de chamar o Matteo, foi a forma mais fácil que ela encontrou de pronunciar o nome dele.

— não sei meu amor, eles saíram com o titio Arthur e ainda não voltaram — tiro seu cabelo dos olhos dela

Ela resmunga um "hum" e deita se aconchega mais nos meus braços.

Não demorou muito para vermos os meninos estarem pela porta. O que me deixou extremamente chocada foi com o fato de que cada um entrou com um buquê de flores nas mãos. Eu e Melina nos levantamos sem entender nada.

— voltamos — Charles vem andando até mim com aquele sorriso lindo que me desmonta

Tão lindo meu homem.

— o que significa isso? — olho pras flores em sua mão

Era um buquê de girassóis. São minhas flores preferidas e sempre vai ser.

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