Capítulo 41.

676 44 32
                                        

Depois de um dia em Zahara de los Atunes com meus amigos Bruna e Felipe, voltamos para casa e, de novo, Ana Flávia me obriga a dormir sozinho

Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.

Depois de um dia em Zahara de los Atunes com meus amigos Bruna e Felipe, voltamos para casa e, de novo, Ana Flávia me obriga a dormir sozinho.

Até quando vai durar essa tortura?

Minha fúria vai aumentando, mas decido não suplicar.

Se ela quer assim, assim será, por mais difícil que seja e por mais que eu tenha que me masturbar todos os dias.

De manhã, bem cedo, recebo uma ligação de minha mãe, que me pede que volte a Munique.

A babá que cuida de José Rafael decidiu voltar para Viena com a família.

Problemas!

Falo com a babá, tento fazê-la ponderar, imploro que espere alguns dias até minha volta, mas ela se recusa e encerramos a conversa de forma nada amigável.

Contrariado pela forma como o dia começou, vou para a cozinha preparar um café.

Matheus, meu grande amigo mexicano, liga para me desejar Feliz Natal.

Como sempre, seu humor é excelente e, embora o meu não seja dos melhores, reconheço que ele me faz sorrir.

Matheus é assim.

Despedimo-nos e combinamos de nos ver mais para a frente.

Assim que largo o celular, ele volta a tocar.

É minha irmã.

Ela também não está de bom humor.

Exige que eu volte para a Alemanha para que ela e minha mãe possam aproveitar seus planos para o réveillon.

Discuto com ela e, depois, também com José Rafael, que pega o telefone.

Eles vão me deixar louco!

Claramente, hoje não é meu dia.

Quando Ana Flávia se levanta, não diz nada.

Sei que ela me ouviu falar com metade da Alemanha.

Mais tarde, depois de um dia extenuante cheio de ligações e de discussões com minha família, olhando para mim, ela diz:


- Acho que devemos ir para a Alemanha.

Olho para ela.

Não sei se ouvi bem, então pergunto, surpreso:

- Você iria comigo?

Ela assente, sorri e, dando-me um pouco de carinho depois de vários dias, afirma:

- Claro que sim, querido.

Emocionado por não ter que a deixar, apoio a testa na sua e a abraço.

O gesto de Ana Flávia me faz acreditar que estamos indo por um bom caminho.

Eu sou Gustavo Mioto | miotelaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora